quarta-feira, 14 de abril de 2010

ADAM SMITH DESCREVEU A ECONOMIA DO HOMEM CAPITALISTA CRIADO POR DEUS, MAS EGOISTA



Adam Smith foi um economista e filósofo escocês. É o pai da Economia por ser o mais importante teórico da economia capitalista. Publicou, em 1776, o livro Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações, no qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse, promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica.

Ele afirmava: não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu auto-interesse.

Defendia que o homem capitalista devia ser completamente livre para comprar e vender e que o estado não deveria intervir. Assim, a sociedade receberia mais produção de cada uma das pessoas que dela fazia parte. A competição livre entre os diversos fornecedores levaria não só à queda do preço das mercadorias, mas também a constantes inovações tecnológicas por conta da ânsia de baratear o custo de produção e vencer os competidores.

Uma frase de Adam Smith tornou-se famosa: Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta, é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade. Como resultado da atuação da mão invisível, o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir.

Mas antes de publicar seu livro mais importante, Smith publicou, em 1759, a Teoria dos sentimentos morais. Referia-se a uma tentativa de explicação do comportamento do homem capitalista como uma questão de aprovação ou desaprovação moral.

Na teoria dos sentimentos morais, Smith colocava mais ênfase na harmonia geral dos motivos e atividades humanas sob uma providência do homem criado por Deus e que era benigno, enquanto que na teoria da mão invisível, Smith apontava causas de conflitos e de egoísmo estreito na motivação humana.

Adam Smith influenciou tanto a formação dos estados nacionais quanto o Direito. Estabeleceu importantes conceitos regedores das sociedades capitalistas judaico-cristãs. Descreveu uma sociedade que não precisava do estado para produzir e para permanecer em equilíbrio. Segundo Smith, o preço da mercadoria seria determinado pelo mercado, mas o valor da mercadoria seria determinado pela quantidade de trabalho nela existente.

Todos trocariam seus produtos no mercado e não haveria interferência do governo, o qual seria apenas mais um participante do mercado. Porém, todos os participantes seriam individualistas e lutariam por seus próprios interesses.

Cabe ressaltar que Adam Smith apenas descreveu como funcionavam as sociedades judaico-cristãs daquele século XVIII. Smith não inventou um sistema e não lhe deu a alcunha de capitalista. Ele apenas descreveu o que era o homem proprietário que sempre buscava lucro e sempre defendia seus próprios interesses. Quem alcunhou de capitalista o modo de vida descrito por Smith foi Marx que inventou o sistema socialista oposto àquele descrito por Adam Smith.

Enquanto Smith descreveu um homem capitalista cheio de defeitos, mas criado por Deus, Marx inventou um sistema socialista tendente a eliminar o homem capitalista que se deveria tornar um homem socialista perfeito, mas ateu. Marx é a morte do homem capitalista e o desaparecimento do progresso material por intermédio do trabalho do homem temente a Deus.

OBS 1: Este texto tem alguns trechos de frases iguais à Enciclopédia Wikipédia.
OBS 2: Uma das fotos iniciais é de uma Igreja de El Alto Bolívia. São trezentas igrejas iguais construídas por um padre alemão. A outra fotografia é da região das nascentes do Rio Amazonas no Peru. O padre capitalista construiu muito com pouco dinheiro de sociedades caridosas da Alemanha.

Tags: Adam Smith, descrição da natureza humanahomem criado por Deus, teoria dos sentimentos morais, Marx, mão invisível, sistema socialista

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