domingo, 17 de dezembro de 2017

Considerações sobre a ignorância ou: A Igreja Católica e Apostólica é o único caminho instituído por Deus para que os homens sejam salvos.

Considerações sobre a ignorância
Escrito por Jorge Ferraz e publicado no site Deus lo Vult
A Igreja Católica e Apostólica é o único caminho instituído por Deus para que os homens sejam salvos. A salvação de cada homem, assim, só é possível no grêmio da Igreja de Cristo, «fora da qual não há salvação» (extra ecclesiam nulla salus). O dogma é pouco conhecido e pior compreendido, muitas vezes mesmo por aqueles que têm alguma compreensão do que significa ignorância invencível.
O engraçado é que não tem como ser diferente. Dado que existe uma única natureza humana da qual todos os homens participam, dado que esta natureza humana encontra-se ferida após a Queda dos nossos primeiros pais, dado que nenhum homem finito é capaz de, por conta própria, reparar as ofensas causadas à Majestade infinita de Deus, dado que Nosso Senhor Jesus Cristo, sendo simultaneamente Homem e Deus, é o único que pode oferecer à divindade a propiciação de que a humanidade necessita, dado que Ele instituiu pessoalmente uma Igreja para continuar na História a Sua obra salvífica, enfim, levadas em consideração todas essas coisas, a conclusão não pode ser outra: para que a pessoa alcance o Céu ela precisa receber a salvação deste canal de graças que é a Igreja. Nenhuma outra teoria é capaz de manter a coerência do sistema. O “fora da Igreja não há salvação” nem precisava ser um dogma, uma vez que é corolário imediato da cosmovisão cristã.
A consequência disso é simples: quem sustenta que possa haver salvação independente da Igreja de Cristo é porque não compreende a própria cosmovisão evangélica. Não se trata de um erro periférico e escusável; é um engano somente possível se a pessoa desconhecer elementos básicos da Doutrina Católica (como o fato de que a natureza humana não é por si só capaz da visão beatífica), ou deles discordar. Que haja uma multidão (mesmo de católicos!) para a qual este dogma cause estranheza, isso só atesta que as pessoas não conhecem a Revelação ou n’Ela não acreditam. Não se trata de engano de pouca monta, mas de erro grave.
Todo erro é erro, toda heresia é heresia, e a negação pertinaz de qualquer verdade que se deva crer com Fé Divina acarreta, ipso facto, a perda de toda a Fé. Assim é. Mas há certas verdades que, por sua sofisticação, por sua especificidade, impõem não poucas dificuldades à pertinácia concreta em sua negação. Por exemplo, a Doutrina Católica crê e professa que em Jesus Cristo existem duas naturezas, a humana e a divina, unidas perfeitamente em uma só pessoa e uma só hipóstase: assim reza o Concílio de Calcedônia. O monofisismo, assim, é uma heresia condenada. Acontece que a profissão do monofisismo com a assertividade necessária à sua caracterização como negação pertinaz das definições de Calcedônia, ao menos aqui no Ocidente pós-cristão, é uma coisa bastante rara e difícil: na prática as pessoas não pensam nessas coisas, e aliás geralmente nem sequer dispõem da bagagem teológica necessária para formular o problema — muito menos para lhe dar resposta contrária à definida pelo Magistério. Em uma palavra, é possível não saber nada sobre um determinado ponto do dogma cristão sem, com isso, quebrar o vínculo da Fé. É possível até mesmo sustentar, por ignorância, posição contrária, de modo leviano e irrefletido, sem que isso consista formalmente em uma heresia capaz de destruir a Fé (digamos, é possível que alguém, por saber que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, pense, equivocadamente, que n’Ele há apenas uma única vontade, sem nunca dar maior importância ao problema: tal pessoa permaneceria assim integralmente católica).
Aquela «hierarquia das verdades da Fé» da qual fala o Catecismo (CCE, §90) e o Vaticano II (Unitatis Redintegratio, 11) obviamente não significa que algumas verdades são “mais verdadeiras” do que outras; diz respeito, tão-somente, ao modo de compreensão de determinadas verdades, à forma como elas podem ser conhecidas: se defluem imediatamente dos rudimentos do anúncio evangélico ou se, diferentemente, exigem maior aprofundamento doutrinário e teológico para serem compreendidas.
Quero dizer, assim, que o simples erro a respeito de alguns pontos do dogma católico não tem, por si só, força suficiente para elidir a chama da Fé na alma de quem assim erra. O erro do herege é um erro qualificado pela pertinácia. Quero dizer, também, que essa qualificação — essa pertinácia — não está facilmente ao alcance das pessoas menos esclarecidas: quanto mais sofisticado o dogma, e quanto menos instruído o católico, mais difícil lhe é negá-lo com a pertinácia exigida para a caracterização da heresia.
Mas essa, digamos assim, exceção da heresia somente se dá na medida do (des)conhecimento do fiel sobre o assunto. Em outras palavras, o fiel escapa de ser herege precisamente porque não compreende que precisa(va) aderir a tal ou qual ponto com Fé Divina e Católica. Disso decorrem duas coisas: primeiro, que a medida é sempre a capacidade de compreensão concreta do fiel acerca do ponto do dogma objeto da discordância; segundo, que não é possível, para o fiel ignorante, racionalizar a própria ignorância: quanto mais ele medita sobre o assunto e nele se aprofunda, mais expande a sua capacidade de compreensão — mais se afastando portanto da ignorância, e mais lhe passando a ser exigido.
O que tudo isso tem a ver com a salvação fora da Igreja daqueles que estão em ignorância invencível? Ora, a mesma lógica se aplica lá e cá. Primeiro, que há uma “hierarquia de ignorâncias”, uma vez que as coisas nas quais uma alma concreta deve acreditar derivam por assim dizer da realidade de maneiras diferentes: umas mais próximas (por exemplo, “há um Deus que recompensa os bons e pune os maus”), outras, mais remotas (como a verdade histórica do Cristianismo). Isso significa que é sempre preciso matizar: não reconhecer a origem divina da Igreja Católica, por exemplo, é sem dúvidas mais culpável para um professor da Sorbonne à época de São Luís do que para o adolescente médio sob as metrópoles brasileiras contemporâneas. Não dá para dizer que alguém é certamente culpável do seu erro.
Segundo, que a medida da escusabilidade não é o que a pessoa conhece, e sim o que a pessoa pode conhecer. O que exime de responsabilidade é a ignorância invencível, é uma ignorância qualificada, e não o simples fato de se ignorar algum aspecto da realidade. Da mesma forma que os aspectos mais imediatos da realidade obrigam a consciência com mais vigor, aqueles mais sofisticados, ou mais ocultos nas circunstâncias concretas, impõem-se com mais ampla margem de dispensabilidade — é certo. Mas mesmo estes, quanto mais meditados, menos “ignoráveis” se tornam. Se é verdade que não há como demarcar a linha para além da qual o fulano está certamente negando a verdade conhecida como tal, do mesmo modo não dá para dizer que está tudo bem em não ser católico na situação X ou Y. Em princípio, o (re)conhecimento da Igreja pode ser exigido a qualquer pessoa que vive onde Ela está presente. As situações extraordinárias (que certamente serão julgadas com Justiça pelo Todo-Poderoso) exigem condições também extraordinárias e não podem, absolutamente, ser pressupostas. Não dá para afirmar que alguém esteja certamente escusado do seu erro.
Terceiro, que não é possível racionalizar a ignorância. Não é possível diagnosticar alguém em ignorância invencível para se furtar ao dever de o evangelizar; não é também possível se auto-diagnosticar ignorante para, assim, estabelecer os deveres naturais mínimos que se estaria obrigado a observar. A ignorância é por sua própria natureza desconhecida, não podendo ser identificada com certeza nem em si mesmo, nem no próximo; depois, a ignorância é inconstante, alargando-se ou se encolhendo conforme a pessoa tenha menores ou maiores condições de se debruçar sobre o problema religioso; por fim, a ignorância é periclitante, tendendo sempre para a sua superação na verdade do Evangelho.
De todo o exposto decorre que se é verdade que muitos se salvam por serem ignorantes, não é no entanto possível erigir a ignorância à categoria de caminho de salvação.
Há um outro aspecto da ignorância que merece ainda duas palavras. É a respeito da ignorância quanto à própria situação de pecado. Sabe-se que o recurso ao Sacramento da Penitência exige o arrependimento de todos os pecados mortais; da mesma forma, o acesso à comunhão eucarística pressupõe o estado de graça. É possível a alguém encontrar-se em situação objetiva de pecado sem o saber — portanto, sem pecar formalmente. Mas a isso se aplica também tudo o que se falou acima.
O sujeito que vive more uxorio com alguém que não é sua esposa legítima é bastante análogo ao fulano que se encontra fora da Igreja Católica. Um e outro estão em uma situação que, considerada em si mesma, priva-os do caminho da salvação. Um e outro podem ter a sua responsabilidade individual mitigada pela ignorância em que se encontram. Mas essa ignorância não pode ser transformada em pastoral eclesiástica nem em um caso, nem no outro. Tudo isso é por demais evidente para quem mantenha intacta a sua visão do todo.
Dizer simpliciter que os divorciados recasados não precisam abandonar os seus cúmplices é o equivalente ao Cimi dizer que os índios não precisam se converter ao Evangelho. Do fato (verdadeiro) de ser possível que um índio específico não seja aos olhos do Senhor culpado por não se ter feito batizar não segue que se possa institucionalizar um órgão da Igreja para prestar assistência ao paganismo enquanto tal. Do mesmo modo, o fato (verdadeiro) de uma concubina específica poder não ser ré de adultério perante o Justo Juiz não autoriza a Igreja a internalizar a extra-conjugalidade como uma expressão legítima de vida cristã. Uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra, e a confusão atual que se vem fazendo entre ambas é coisa verdadeiramente de se deplorar.

sábado, 16 de dezembro de 2017

O TOLO E SEU INIMIGO: Esse é o título do livro de Jeffrey Nyquist, um dos melhores analistas de política dos Estados Unidos. É uma boa leitura do panorama sócio-político mundial

Jeffrey Nyquist em português
Artigo escrito por Olavo de Carvalho, 11 de dezembro de 2017, e publicado no Mídia Sem Máscara
Por fim, o Jeff Nyquist em português. Ele é um dos melhores analistas politicos dos EUA, se não o melhor.

Sinopse:
O Tolo e Seu Inimigo


Análise acurada e vigorosamente conduzida do atual panorama sócio-político mundial e de suas conseqüências inescapáveis.

O autor parte da tensão tipicamente contemporânea entre a necessidade de defender a civilização contra seus inimigos e a desagregação da própria sociedade ocidental que recusa não só a condição de indefesa como a existência mesma de seus inimigos. O resultado, como não poderia deixar de ser, é o suicídio da sociedade e o colapso de toda a civilização.

Jeffrey Nyquist (foto) discorre então a respeito desses inimigos em sua relação (de dominação) com a sociedade — o comunismo, a Nova Religião materialista e anti-intelectual, o islamismo —, terminando por propor um resgate da verdadeira e heróica perspectiva espiritual que fundou a civilização e será capaz de um dia reerguê-la.

Ficha Técnica:
Número de Páginas: 176
Editora: Vide Editorial
Idioma: Português
ISBN: 9788595070219
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm.

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

POR QUE A GRANDE MÍDIA TRANSFORMOU JAIR BOLSONARO NO JUDAS DA POLÍTICA BRASILEIRA? ENTENDA O QUE ESTÁ POR TRÁS DESSA JOGADA.

O pré-candidato presidencial deputado Jair Bolsonaro esteve nesta quinta-feira em Manaus, onde participou de diversos atos incluindo a solenidade de formatura do Colégio da Polícia Militar, proferiu palestra e discursou uns 15 minutos para uma multidão que o aguardava no Aeroporto de Manaus.

O vídeo acima dá uma ideia da recepção de seus apoiadores. Repetiu-se em Manaus o que tem ocorrido em todas as cidades onde Bolsonaro aparece. Há sempre uma multidão animada cercando o presidenciável, ainda que continue a ser alvo de ataques e fake news produzidas pela grande mídia.

Por isso Jair Bolsonaro dialoga com seus eleitores diretamente pelas redes sociais. Só em sua página oficial no Facebook, Bolsonaro deverá registrar nos próximos dias 5 milhões de seguidores.

Apenas a postagem do vídeo reproduzido acima que está editado em na página do presidenciável no Facebook, tinha até o início desta madrugada 181 mil vizualizações, 29 mil curtidas e 2.104 comentários.

Quem conhece e utiliza o Facebook, tida como a rede social de maior capilaridade do planeta, sabe que a performance de Bolsonaro é inaudita em termos nacionais. Ainda mais para um político, num momento em que a classe política brasileira nunca esteve tão desacreditada depois da descoberta do "petrolão" que desnudou uma teia de corrupção e roubalheiras jamais vista na face da Terra.

Isto também comprova um fato inéditoi: pela primeira vez na história a grande mídia, outrora toda poderosa, já divide a audiência com milhares de cidadãos que operam diretamente pelas redes sociais e se informam por meio dessas redes, sites e blogs independentes.

Isto não quer dizer que a dita mainstream media não seja mais formadora da opinião pública. Entretanto, à medida em que foi se alinhando à dita diversidade bundalelê sua credibilidade ficou seriamente abalada. A perda da credibilidade dos grandes meios de comunicação não é apenas apanágio da mídia nacional.

Trata-se de um fenômeno global que se aprofunda na mesma intensidade em que as empresas de comunicação e seus jornalistas aderem ao "globalismo" conceito novo que, grosso modo, designa todos os mega grupos empresariais globais aliado ao movimento comunista internacional diluído em diversas ramificações que vão desde o meio ambiente, passando pela dita "diversidade cultural", política de gênero dentre outras manifestações e modismos que tentam detonar a "cultura ocidental" por meio de uma "engenharia social" de uma constante "guerrilha cultural".

Numa leitura ainda que provisória do momento político brasileiro identifica-se um fenômeno político importante: Jair Bolsonaro lidera e/ou galvaniza sozinho a reação ao ataque globalista anti-ocidental, enquanto todos os outros postulantes presidenciais estão alinhados ao projeto globalista que no espectro político situa-se à esquerda.

Fenômeno semelhante pôde-se observar na recente eleição nos Estados Unidos quando Donald Trump lutou sozinho contra o establilshment, que é globalista desde criancinha. Sua vitória evidencia um fato: aumenta em todo o Ocidente uma poderosa reação a essa diabólica tentativa de destruição da cultura ocidental.

Muito superficialmente é o que está acontecendo em todo o Ocidente, embora isto jamais seja aventado pela grande mídia, justamente pelo fato de que os mega veículos de comunicação e seus jornalistas são os principais operadores deste esquema. Não é para menos que todos os demais presidenciáveis são sempre bem recebidos e adulados de alguma forma pela mainstream media, de forma a isolar Bolsonaro como um judas a ser malhado com todo o vigor. Igualzinho ao que aconteceu com Donald Trump.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Antevisão: Lula condenado, inelegível, solto e a fazer campanha em favor de um ungido. E isso nem é o pior!!!

Escrito por Reinaldo Azevedo no Blog do Reinaldo na Rede TV
Sim, leitores, isso aí acima é uma jararaca…

O PT já tem um ativo eleitoral gigantesco nas mãos: a condenação de Lula em tempo recorde. E que se note: a esta altura, é de uma irrelevância danada denunciar que o partido foi financiado pelo capiroto… Os brasileiros já estão algo anestesiados e abestados pelo denuncismo doidivanas. Até Tiririca vira referência intelectual de certo colunismo hoje em dia. Santo Deus…

A vanguarda do atraso, como se nota, dá frutos. Ora, se ninguém presta, isso inclui Lula e o PT. Se inclui Lula e o PT e se ninguém presta, por que, então, dizer “não” a Lula e ao PT? Nesse caso, conclui o povão, faz mais sentido hostilizar aqueles que antes combatiam os petistas e que foram alvejados pelo MPF. Entenderam?

Antevejo: Lula será condenado pelo TRF4, vai se tornar inelegível, não será preso (e o antipetismo deveria rezar para que não seja) e vai se dedicar à campanha eleitoral do seu ungido, que tende a ir para o segundo turno.

Que tal?

Mandem aplausos, likes, curtidas e emojis de emocionada satisfação para Sérgio Moro, Deltan Dallagnol, Carlos Fernando, Rodrigo Janot e, agora, também para os desembargadores do TRF4, que tiveram a ideia genial de julgar o caso em tempo recorde, alimentando a fantasia de que tudo o que aí está não passa de um golpe contra o petismo.

Meu Deus! O Brasil vive a mais acirrada disputa de sua história pelo monopólio da burrice!

É claro que o TRF4 vai condenar Lula, e este se tornará inelegível. O revisor anuncia que seu voto está pronto, e a sessão está marcada para o dia 24 de janeiro. Se o prazo médio tivesse sido seguido, sabemos, isso só se daria em setembro. Assim, o partido acaba de ganhar o mais importante ativo dessa eleição até aqui: “forças poderosas estariam conspirando nas sombras para impedir a vitória de Lula. Se conseguiram interromper a trajetória do petista rumo ao Planalto, que ao menos não se interrompa a do PT”. Entenderam o jogo?

Uma vez condenado, ainda que o tribunal decida prender Lula, é possível que recursos adiem a execução da pena, até que o Supremo volte a se debruçar sobre a questão. E vai. A tendência, até onde enxergo, é que a execução da pena passe a ser dar, ao menos, depois de um exame do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Não custa lembrar à margem que, seguida a Constituição no que tem de explícita, a pena só pode ser aplicada quando não couber mais recurso. É o que vai estampado com clareza solar no Inciso LVII do Artigo 5º da Constituição.

Quem está feliz porque vê afastado um cenário ruim (a eleição de Lula se candidato fosse) deve estar preparado para dois outros, dado que a absolvição, que seria a quarta hipótese, está afastada:
a: Lula condenado, inelegível e solto;
b: Lula condenado, inelegível e preso.

Acho que o STF vai rever a jurisprudência e que não será preso antes de eventual condenação por corte superior. Mas estará com a faca nos dentes, a fazer campanha para o seu ungido. Se alguma medida cautelar impedir que se movimente, falará de seu bunker. Se preso, vira mártir.

Não pensem que é fácil chegar a isso.

É preciso praticar uma burrice determinada, metódica, implacável, precisa e muito satisfeita de si.

E esse pessoal é muito bom nisso. Ou os petistas não teriam vencido quatro eleições consecutivas, com chances efetivas de vencer a quinta, mesmo depois de todo mal que fizeram ao país.

Mas os conservadores e a dita “direita” aplaudem os roteiristas e diretores desse pastelão institucional e legal, certo?

Poderia chamá-los de “inocentes úteis”. Mas não há por que dourar as palavras a esta altura: são culpados e inúteis.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SOBRE A PROPOSTA DISTRIBUTIVISTA DE CHESTERTON CONSTANTE DO LIVRO “UM ESBOÇO DA SANIDADE”

        Gilbert Keith Chesterton foi um escritor inglês nascido em Londres em 29 de Maio de 1874 e que faleceu em 1936. Ele se declarava cristão, protestante e ortodoxo, até que em 1922 converteu-se ao catolicismo romano.

         Ele adotou a profissão de escritor em 1895 quando iniciou trabalho na editora londrina Redway e nunca mais parou de escrever livros, peças teatrais, criticar, conferenciar e ser comentarista de emissora de rádio. “O homem que foi quinta feira” e a “série de contos sobre o padre detetive” são os trabalhos que se destacam dentre a centena de livros que escreveu.

         Chesterton publicou o livro “The Outline of Sanity” (Um esboço da sanidade) em 1926. O livro explicava como seria a proposta distributivista das propriedades. Tornou-se o líder do movimento distributivista defendendo a ideia da divisão da propriedade privada em unidades menores que deveriam ser distribuídas por toda a sociedade. Essa proposta era uma tentativa de evitar a instalação do socialismo na Inglaterra, mas ninguém a adotou por ser impraticável sem existência de um estado totalitário que era exatamente contra aquilo que ele lutava. Tal livro foi traduzido e publicado pela Editora Ecclesiae, São Paulo, 2016, em seis capítulos:
I  –  Algumas idéias gerais
II  – Alguns aspectos dos grandes negócios
III – Alguns aspectos da terra
IV – Alguns aspectos da maquinaria
V  –  Uma nota sobre emigração
VI – Um sumário

I-Algumas idéias gerais
Chesterton acreditava que socialismo era o sistema que concentrava toda a propriedade no estado e que o capitalismo era o sistema que concentraria toda a propriedade nos monopólios privados. Aliás, ele argumentava que o capitalismo já estava em seus instantes finais, a beira da falência geral e que o estado seria tomado pelo socialismo em pouquíssimo tempo. Nessa crença, ele propunha que o distributivismo, um outro sistema inventado por ele, evitaria a concentração final capitalista, bem como evitaria a instalação do tenebroso estado socialista. A solução distributivista não seria apenas uma reforma do capitalismo, mas uma reforma tão importante que evitaria a destruição do capitalismo que todos gostavam. Chesterton, porém, quando recebia a crítica que o distributivismo era utópico, ficava ressentido.
II-Alguns aspectos dos grandes negócios
Chesterton menosprezava a vantagem das grandes lojas. Não via justificativa para o grande capitalista substituir muitos pequenos mercados por apenas um grande supermercado. Negava que o supermercado pudesse vender mais barato que os pequenos comércios. Detestava tanto a possibilidade de formação de monopólios que ele queria usar a estrutura do estado para subjugar os grandes proprietários. Na verdade, ele ignorava, como muitos ignoram até hoje, que o monopólio só se estabelece definitivamente quando for chancelado pelo estado.  Ele propunha: “1)Taxação de contratos a ponto de impedir a venda das pequenas propriedades; 2)Destruição do direito de primogenitura; 3)Estabelecimento de lei para proteger os pobres, de modo a permitir que as pequenas propriedades pudessem ser defendidas contras as grandes; 4)A proteção (pelo estado) deliberada de certos experimentos por pequenas propriedades; 5)Subsídios estatais para estimular certos experimentos; 6)Criação de associação de dedicação voluntária à causa redistributivista ou outras medidas contra a formação de médias e grandes propriedades ou grandes negócios” (p. 74). Em suma, Chesterton odiava tanto os grandes proprietários que admitia a proposição de leis totalitárias, aparentemente em favor dos mais pobres, mas se esqueceu que o mesmo estado que tira o direito de um para proteger outro, em seguida tira o direito dos dois.
III-Alguns aspectos da terra
Se os males do capitalismo são acentuados pela concentração final, então seria necessário consertar, urgentemente, os erros do capitalismo por que “o socialismo nada mais é do que o completar da concentração capitalista” (p. 113). Chesterton argumentava que o pequeno proprietário rural formaria o campesinato conservador que teria coragem de lutar contra o comunismo. Ele considerava possível o surgimento de inúmeros campesinos interessados no trabalho da terra redistribuída pelo governo. Isto é, a proposta redistributivista seria tão atraente que bastariam terras serem oferecidas para imediatamente surgirem agricultores por que estes saberiam de onde vêm tudo aquilo que se consome na cidade, cujo habitante pensa que o leite veio da lata do supermercado.
IV-Alguns aspectos da maquinaria
Chesterton dizia que “a roda do destino mostra que nada veio para ficar” (p. 121). Não se pode dizer que a Torre Eifel, a máquina a vapor, a bateria elétrica e outras invenções humanas vieram para ficar, bem como não se pode dizer que o capitalismo veio para ficar. As máquinas são tantas que o seu conjunto parece um romance. Elas substituem e escravizam o ser humano que vira escravo do sistema e do feriado. O carro Ford é um exemplo de padronização, mas é também mais uma máquina que o homem livre aproveita em prol de si mesmo e que pode ser aproveitado para ampliar a redistribuição da propriedade, haja vista que se vai mais longe sobre quatro rodas. Chesterton, nessa argumentação, comete o erro de considerar que um dia o capitalismo desapareceria. É um erro porque o capitalismo nada mais é que a descrição do comportamento do ser humano. Se o capitalismo desaparecer, desaparece o homem da face da terra.
V-Uma nota sobre emigração
Chesterton pregava que a emigração deveria ser dotada de um novo espírito e de uma nova religião. Um novo espírito para se redividir e redistribuir a propriedade visando enfrentar a grande crise capitalista que se avizinhava. Uma nova religião redistributivista da propriedade seria muito importante para superar a crise que poderia desembocar no socialismo. Seria a religião da pequena propriedade buscada pelos migrantes, haja vista que as grandes propriedades atraíam o fim do sistema capitalista e as pequenas o reformavam para que se mantivesse.
VI-Um sumário
No sumário do seu livro “Um esboço da sanidade”, Chesterton apresenta novas argumentações para sustentar a sua tese da subdivisão da propriedade. O sentimento dele é mesmo o de que todo homem deveria ser proprietário de alguma coisa, mas que se a sociedade inglesa continuasse seguindo no mesmo ritmo da terceira década do século XX, então a idéia mesma de propriedade desapareceria. O que se observa na leitura do sumário é praticamente a constatação lamurienta, dele próprio, de que a idéia redistributivista não daria certo. O capitalismo já estaria tão avançado a ponto de ele escrever: As coisas privadas já são públicas, no pior sentido da palavra; isto é, elas são impessoais e desumanizadas. As coisas públicas são já privadas, no pior sentido da palavra; isto é, elas são misteriosas, secretas e amplamente corruptas (p. 187/188).
A minha opinião (de quem elaborou esse resumo) é a de que Chesterton ficou muito longe de apresentar alguma solução para os problemas do capitalismo. Pode-se dizer isso por que ele jamais percebeu que o capitalismo não era um sistema inventado por algum homem, mas que era e continua sendo a descrição do que é o ser humano desde que Adão foi criado. Daí que, apresentar uma solução para corrigir vícios do ser humano é o mesmo que pretender criar um novo ser humano por intermédio da força do estado ignorando que a humanidade foi criada por Deus e assim continuará. 

domingo, 10 de dezembro de 2017

O poder estatal é formado por bandidos que conquistaram o direito de confiscarem a riqueza dos cidadãos do poder social de determinado território. Ou: SOBRE MURRAY ROTHBARD E SEU PEQUENO LIVRO “A ANATOMIA DO ESTADO”

Murray Newton Rothbard nasceu em Nova Iorque em 2 de março de 1926. Aderiu à Escola Austríaca de pensamento econômico e filosófico. Definiu-se como um libertário e, como tal, ajudou a definir o que seria libertarianismo.

De 1963 a 1985, Rothbard lecionou no Instituto Politécnico da Universidade de Nova Iorque e de 1986 até sua morte foi professor da Universidade de Nevada. Em 1995, quando faleceu, o obituário do New York Times o chamou de "um economista e filósofo social ferozmente defensor da liberdade individual" e absolutamente contra a intervenção do governo." Dentre seus trabalhos escritos destacam-se o livro Man, Economy and State, publicado em 1962, bem como o opúsculo "A anatomia do estado", publicado em 1968, do qual faço resumo nos parágrafos seguintes.

O pequeno livro de cinqüenta páginas editado em português por Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2012, tem sete tópicos assim denominados: 1)O que o estado não é; 2)O que o estado é; 3)Como o estado se eterniza; 4)Como o estado transcende seus limites; 5)O que o estado teme; 6)Como os estados se relacionam entre si e 7)A história como uma batalha entre o poder estatal e o poder social.

- 1)O estado não é, com certeza, uma instituição de serviço social, mas é a organização social parasitária que visa manter o monopólio do uso da força contra o poder social exercido por cidadãos que, por natureza, são sempre capitalistas, mas que não seguem determinadas obrigações que lhe foram impostas pelo poder parasitário.

- 2)O estado é aquele ente que confisca (rouba) os bens e serviços dos outros por meio da força e da violência. Ele é a sistematização do processo predatório sobre um determinado território. O estado nunca nasceu ou foi criado por um contrato social, mas sim da conquista e da exploração do trabalho alheio. Os membros do estado seriam bandidos que obtiveram o título de dirigentes estatais pelo uso da força.

- 3)O estado se eterniza pagando serviços de intelectuais e se unindo com os dirigentes religiosos. Existe também o método de oferecer proteção ao homem comum contra notórios bandidos e deixando a impressão que o estado é imprescindível para a paz social. Na verdade, o estado sempre manterá um grau mínimo de criminosos para que ele sempre seja necessário ao comum dos homens. Usar os intelectuais e os religiosos para rebaixar o individualismo e exaltar o coletivismo é outro método de o estado se eternizar

- 4)O estado transcende seus limites quando define que um de seus poderes (o STF, por exemplo) é o limite final do que o estado pode confiscar do cidadão, mas aí o STF começa a extrapolar, em favor de si ou de outro poder e acaba legitimando mais um abuso de poder estatal sobre o indivíduo. É o que aconteceu recentemente no Brasil no caso da prisão de parlamentares mandada por membro do STF. Em seguida, em 2018, o novo governante, transcendendo os limites constitucionais, terá tanto poder que poderá prender juízes, parlamentares e grandes capitalistas, bastando, para isso, alegar que houve prática de corrupção. Na verdade, o estado é um permanente predador do homem capitalista, o qual é a descrição do ser humano como ele é. Isto é, a natureza humana sempre foi e sempre será capitalista e o estado sempre estará em oposição ao capitalismo (oposição à liberdade econômica).

- 5)O estado teme a guerra contra outro estado ou a revolução de seus súditos (que é a guerra civil ou guerra de alguns bandidos súditos contra os bandidos do estado. Assim sendo, o estado sempre punirá aquele crime contra o estado (sonegação, revolta, motim, deserção), mas nunca punirá o assassino de um homem comum com a mesma efetividade que pune o “criminoso” contra o estado.

- 6)O relacionamento dos estados entre si é o mesmo relacionamento mantido por três ou mais grupos de traficantes de drogas no Rio de Janeiro. Os líderes traficantes respeitam os territórios dos outros e deixam os habitantes de seus respectivos territórios transitarem livremente pelos outros territórios, mas a guerra entre os traficantes pode ocorrer a qualquer momento por qualquer motivo. Logicamente, o traficante líder, antes de começar uma guerra, avalia suas possibilidades de vencer. Em geral, as guerras não compensam e, por isso, só ocorrem de vez quando.

- 7)A história é contada como a descrição da constante batalha entre o poder estatal (parasita) e o poder social (produtor). Segundo Rothbard, o estado é, efetivamente, o adversário do capitalismo e exemplifica dizendo que houve um período histórico, entre o século XVII e o século XIX, que o poder social cresceu muito porque o estado era pequeno e, consequentemente, parasitava muito pouco e, consequentemente, deixava os cidadãos mais livres para estabelecer trocas e enriquecer toda a sociedade. Porém, no século XX, os bandidos ávidos de poder estatal arreganharam os dentes e provocaram guerras revolucionárias e guerras contra outros estados. Nesse sentido, percebe-se que a história desses séculos foi contada a partir da descrição dos movimentos dos bandidos do estado contra os cidadãos capitalistas (do poder social) em função de adquirir mais poder ou contada pela descrição dos movimentos dos bandidos de um ou de alguns estados contra os bandidos de outros estados em disputa por territórios.

Ou seja: o poder estatal é formado por bandidos que conquistaram o direito de confiscarem a riqueza dos cidadãos do poder social de determinado território.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Você gostaria de passar a vida inteira na pobreza sendo sofredor ou não ter existido?

Assista ao vídeo a seguir e veja a opinião de Edir Macedo sobre o aborto e do Padre Paulo Ricardo sobre o que é a conservação da vida.

Papa Francisco é ditador? Parece que sim. Veja o conflito dele com três cardeais que dele discordam

Os Cardeais Burke-Brandmüller-Müller e “O Papa ditador”
Escrito por Roberto de Mattei (*) na ABIM

Nas últimas semanas houve três entrevistas de alguns eminentes cardeais. A primeira foi concedida em 28 de outubro de 2017 pelo cardeal Walter Brandmüller a Christian Geyer e Hannes Hintermeier, do Frankfurter Allgemeine Zeitung; a segunda foi dada em 14 de novembro pelo cardeal Raymond Leo Burke a Edward Pentin, do National Catholic Register; e a terceira, do cardeal Gerhard Müller ao jornalista Massimo Franco, apareceu em 26 de novembro nas colunas do Corriere della Sera.

O cardeal Brandmüller [foto acima] manifestou sua preocupação com a possibilidade de se abrir uma divisão na Igreja. “O simples fato de uma petição com 870.000 assinaturas dirigidas ao Papa solicitando-lhe esclarecimentos permanecer sem resposta — como não obtiveram resposta 50 estudiosos internacionais — levanta questões. É verdadeiramente difícil de entender.” “Dirigir dúvidas ao Papa, dúvidas, perguntas, sempre foi uma forma absolutamente normal de dissipar as ambiguidades. Simplificando, a questão é a seguinte: o que ontem era pecado pode hoje sem bom? Pergunta-se também: existem realmente atos — é a doutrina constante da Igreja — que são sempre moralmente reprováveis em todas as circunstâncias? Como, por exemplo, o assassinato do inocente ou o adultério? Este é o ponto. Caso, de fato, se devesse responder à primeira pergunta com um ‘sim’ e com um ‘não’ à segunda, isso seria realmente uma heresia e, portanto, um cisma. Uma divisão na Igreja.”
O cardeal Burke, [foto ao lado] que declarou estar sempre em comunicação com o cardeal Brandmüller, formulou um novo alerta “sobre a gravidade de uma situação que nunca cessa de piorar” e reafirmou a necessidade de que todas as passagens heterodoxas da Amoris laetitia sejam esclarecidas. De fato, enfrentamos um processo que constitui “uma subversão das partes essenciais da Tradição”. “Além do debate sobre a moral, está cada vez mais erodido na Igreja o sentido da prática sacramental, especialmente no que diz respeito à penitência e à Eucaristia.”

O cardeal se dirige novamente ao Papa Francisco e a toda a Igreja, frisando “quão urgente é que o Papa, exercendo o ministério que recebeu do Senhor, possa confirmar seus irmãos na fé, exprimindo claramente o ensinamento sobre a moral cristã e o significado da prática sacramental da Igreja”.
O cardeal Müller [foto ao lado], por sua vez, afirma existir o perigo de um cisma dentro da Igreja e que a responsabilidade da divisão não é dos cardeais dos dubia sobre a Amoris laetitia nem dos signatários da Correctio filialis ao Papa Francisco, mas do “círculo mágico” do Papa, que impede um debate aberto e equilibrado sobre os problemas doutrinários levantados por essas críticas:

“Atenção: se se generalizar a percepção de que uma injustiça foi praticada pela Cúria Romana, quase por força da inércia poder-se-ia pôr em movimento uma dinâmica cismática difícil depois de reabsorver. Creio que os cardeais que expressaram suas dúvidas sobre a Amoris laetitia, ou os 62 signatários de uma carta com críticas até mesmo excessivas ao Papa devem ser ouvidos, e não liquidados como ‘fariseus’ ou pessoas revoltosas. A única maneira de sair desta situação é um diálogo claro e direto. Em vez disso, tenho a impressão de que no ‘círculo mágico’ do Papa existem aqueles que estão especialmente preocupados em espionar seus pretensos adversários, impedindo assim uma discussão aberta e equilibrada. O dano mais grave que eles causam à Igreja é de classificar todos os católicos de acordo com as categorias ‘amigo’ ou ‘inimigo’ do Papa. Fica-se perplexo que um conhecido jornalista ateu [Eugenio Scalfari, fundador do La Repubblica] se gabe de ser amigo do Papa; e, paralelamente, que um bispo católico e cardeal como eu seja difamado como adversário do Santo Padre. Não acho que essas pessoas possam dar-me lições de teologia sobre o primado do Romano Pontífice.”

Segundo o seu entrevistador, o cardeal Müller ainda não se recuperou da “ferida” causada pela exoneração de três de seus colaboradores pouco antes de sua não recondução à frente da Congregação pela Doutrina da Fé, em junho passado. “Eram bons e competentes sacerdotes que trabalhavam para a Igreja com dedicação exemplar”, é o seu julgamento. “As pessoas não podem ser mandadas embora ad libitum, sem provas nem processo, só porque alguém denunciou anonimamente vagas críticas de uma delas ao Papa…”.

“Qual é o regime sob o qual as pessoas são tratadas assim?”, pergunta Damian Thompson em The Spectator no dia 17 de julho passado. (https://blogs.spectator.co.uk/2017/07/pope-francis-is-behaving-like-a-latin-american-dictator-but-the-liberal-media-arent-interested/). E responde que a demissão dos colaboradores do cardeal Müller “traz à mente alguns de seus predecessores mais autoritários, ou até mesmo algum ditador latino-americano que abraça as multidões e dá uma demonstração de seu estilo de vida humilde enquanto seus lugar-tenentes vivem no temor de sua cólera”.
Este aspecto do pontificado do Papa Francisco é agora objeto de um livro que acaba de ser publicado com o significativo título O Papa ditador [foto ao lado] (https://www.amazon.it/Papa-Dittatore-Marcantonio-Colonna-ebook/dp/B077M5ZH4M ). O autor é um historiador formado em Oxford que se oculta sob o nome de “Marcantonio Colonna”. O estilo é sóbrio e documentado, mas as acusações dirigidas ao Papa Bergoglio são fortes e numerosas.

Muitos dos elementos sobre os quais o autor se baseia para formular suas acusações eram conhecidos, mas o que é novo é a acurada reconstrução de uma série de “quadros históricos”: o pano de fundo da eleição do Papa Bergoglio, guiada pela “máfia de São Galo”; as pendengas argentinas de Bergoglio antes de sua eleição; os obstáculos encontrados pelo cardeal Pell ao tentar fazer uma reforma financeira da Cúria; a revisão da Pontifícia Academia para a Vida; a perseguição aos Franciscanos da Imaculada e a decapitação da Soberana Ordem Militar de Malta.

A mídia, sempre pronta a fustigar alhures qualquer episódio de desgoverno e de corrupção, silencia-se diante desses escândalos. O principal mérito deste estudo histórico é de tê-los trazido à luz. “O medo é a nota dominante da Cúria sob a lei de Francisco, juntamente com a suspeita mútua. Não se trata apenas de informantes que procuram vantagens relatando uma conversa privada — como descobriram os três subordinados do cardeal Müller. Em uma organização onde as pessoas moralmente corruptas foram deixadas no lugar e até promovidas pelo Papa Francisco, uma chantagem sutil está na ordem do dia. Um sacerdote da Cúria ironizou assim: ‘Há um ditado segundo o qual [para encontrar emprego ou ser promovido] o que conta não é aquilo que sabes, mas quem conheces. No Vaticano, ele se aplica assim: o que conta é aquilo que sabes a respeito de quem conheces.”

Em suma, o livro de Marcantonio Colonna confirma aquilo que a entrevista do cardeal Müller deixa nebuloso: a existência de um clima de espionagem e delação que o antigo Prefeito da Doutrina da Fé atribui a um “círculo mágico” que condiciona as escolhas do Papa, enquanto o historiador de Oxford o imputa ao próprio modus gubernandi do Papa Francisco, que ele compara com os métodos autocráticos do ditador argentino Juan Perón, do qual o jovem Bergoglio era um seguidor.

Poder-se-ia responder nihil sub sole novum (Eclesiastes 1:10). A Igreja viu muitas outras deficiências de governo. Mas se este pontificado está realmente levando a uma divisão entre os fiéis, como sublinham os três cardeais, as causas não podem se limitar ao modo de governar de um Papa, mas devem ser procuradas em algo absolutamente inédito na História da Igreja: o afastamento do Romano Pontífice da doutrina do Evangelho, que ele tem, por mandato divino, o dever de transmitir e guardar. Este é o cerne do problema religioso do nosso tempo.
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(*) Fonte: “Corrispondenza romana”, 29-11-2017. Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

O título de mulher do ano de 2017 deve ser dado à Professora Heley de Abreu Silva Batista

Quem é a mulher do ano?
Eu sei que os títulos de mulher do ano costumam ser concedidos para celebridades do meio artístico, dos palcos, das câmeras e das passarelas. Isso tem muito a ver com a superficialidade das relações sociais, vulgarmente incapazes de avançar um milímetro sequer sobre as aparências. Ao afirmá-lo, não estou emitindo juízo de valor sobre quem quer que seja.

Já quando olhamos ao nosso redor, provavelmente todos temos a quem outorgar esse destaque. Num círculo mais estreito de relações, onde conhecimentos e sentimentos são mais profundos, quase sempre há alguém que é, a um só tempo, rainha, deusa, leoa, obreira infatigável de incontáveis tarefas, pessoa de vontades contidas e interesses postergados, primeira e espontânea oferta no altar dos sacrifícios. Meu louvor, meu apaixonado louvor à essa multidão anônima de mulheres do ano!

Ao pesquisar no Google sobre a mulher do ano de 2017, vejo tantas referências à cantora Anitta, que não posso deixar de dizer: tal escolha constrange a nação. É sintoma de que o torneado do corpo se impõe ao torneado da alma, e que as formas obscurecem a beleza e a nobreza das virtudes.

Neste ano de 2017, ninguém se ergueu acima de Heley de Abreu Silva Batista! Foi ela que entrou em luta corporal com um louco incendiário. Foi ela que retirou 25 crianças de uma creche em chamas, salvando-as de morrerem no trágico acontecimento do dia 5 de outubro em Janaúba MG. Horas depois, não resistindo às queimaduras, Heley morreu.

Em João 15:13, numa alusão ao que viria a acontecer consigo mesmo, Jesus diz: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos”. Amor supremo, cuja imposição vem do coração e chega à superação dos mais naturais instintos humanos. Quando enunciou o mandamento do amor, Jesus disse que devemos amar o próximo “como” (tanto quanto) a nós mesmos. Ele não nos exige o que Ele fez. Ele não pediu a Heley o que Heley realizou. Ela agiu voluntariamente. Amor ao próximo além do amor próprio é altruísmo, virtude das almas mais nobres, dos santos, dos heróis, dos que se erguem à reverência de todos nos altares, nos monumentos e nas páginas da História.

Por isso, quando a agenda de 2017 começa a buscar na prateleira seu lugar ao lado das precedentes, eu me uno aos que escolhem Heley de Abreu Silva Batista e digo: Professora, este ano não tem para mais ninguém! Dê um abraço em Jesus por mim.

SOBRE CHESTERTON E SEU LIVRO “O QUE HÁ DE ERRADO COM O MUNDO”

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Gilbert Keith Chesterton foi um escritor inglês nascido em Londres em 29 de Maio de 1874 e que faleceu em 1936. Ele se declarava cristão, protestante e ortodoxo, até que em 1922 converteu-se ao catolicismo romano.

Ele adotou a profissão de escritor em 1895 quando iniciou trabalho na editora londrina Redway e nunca mais parou de escrever livros, peças teatrais, criticar, conferenciar e ser comentarista de emissora de rádio. “O homem que foi quinta feira” e a “série de contos sobre o padre detetive” são os trabalhos que se destacam dentre a centena de livros que escreveu.

Chesterton casou-se com Frances Blogg em 1901 e assim permaneceu durante toda a vida dele. No livro “O que há de errado com o mundo”, escrito em 1910, aparece a sua linguagem realista (conservadora) sobre o papel dos sexos, bem como aparecem críticas fortes contra o socialismo e contra o capitalismo. 

Depois da primeira grande guerra, Chesterton se tornou líder do movimento distributivista defendendo a ideia da divisão da propriedade privada em unidades menores que deveriam ser distribuídas por toda a sociedade. Essa proposta era uma tentativa de evitar a instalação do socialismo na Inglaterra, mas ninguém a adotou por ser impraticável sem existência de um estado totalitário que era exatamente contra aquilo que ele lutava.

O livro intitulado “O que há de errado com o mundo” foi publicado pela Editora Ecclesiae, São Paulo, 2013. Tal livro está dividido em cinco partes:

Parte I)O desabrigo do homem. Resumo: O homem vive fora de casa e a mulher dentro.

Parte II)O imperialismo ou o erro acerca do homem. Resumo: o homem erra quando elege um imperador para resolver problemas simples do mundo externo a sua casa.

Parte III)O feminismo ou o erro em relação à mulher. Resumo: A mulher erra quando quer resolver problemas de fora de casa.

Parte IV)A educação ou o erro em relação à criança. Resumo: A educação não existe. Não é a educação que muda as pessoas. O professor apenas transmite seus dogmas. A verdade na escola será sempre a do professor e se ele não souber transmitir o que é a verdade dele então não será um educador. A educação fora de casa não existe e não é solução para as mazelas humanas.

Parte V)O lar do homem. Resumo: Há duas instituições que sempre foram fundamentais para a humanidade: a família e o estado. O lar do homem seria o estado. A mulher prefere o lar da casa privada e o homem prefere a casa pública, o barzinho e o parlamento. Os socialistas gostam mais do estado que da família. Por isso, são perigosos, pois preferem uma sociedade de insetos facilmente comandados que uma sociedade de humanos rebeldes agrupados em famílias que se protegem contra o estado. E, para se evitar a instalação do estado socialista, seria necessário, rapidamente, dividir a propriedade e distribuí-la para o maior número de famílias.

Sobre o que há de ERRADO no mundo, Chesterton dizia que:

domingo, 3 de dezembro de 2017

O Brasil está numa encruzilhada perigosa: Você quer liberdade e segurança, mas os esquerdistas querem fome, miséria, opressão e morte.

domingo, dezembro 03, 2017 por Aluizio Amorim

No momento em que a Folha de S. Paulo publica a última pesquisa do ano de 2017, sondando as preferências neste momento dos eleitores brasileiros no que tange às pré-candidaturas presidenciais é muito importante que se faça uma reflexão definitiva.

O resultado dessa pesquisa não traz qualquer novidade. Os números se repetem. Lidera a pesquisa um condenado em um dos processos abertos contra ele na esteira da Operação Lava Jato.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

A ditadura comunista chinesa foi assumida por um novo ditador. Ao contrário do que os áulicos dizem, a pobreza aumentará na mesma proporção do aumento do poder do estado comunista. É quase o mesmo que o inferno na terra.

Escrito por Luis Dufaur e publicado no Blog Pesadelo Chinês
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).  Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).
Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias






Encerrou-se em Pequim a teatralização quinquenal máxima do XIX Congresso do Partido Comunista Chinês. O telão do teatro já baixou.

Como de praxe, as políticas que regerão a China nos próximos anos e as verdadeiras decisões já haviam sido tomadas antes. 

A peça, encenada por 2.300 figurantes ou “representantes do povo”, foi executada ao pé da letra. Um só erro poderia acarretar a execução do infeliz discordante do coro.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A maioria silenciosa, estúpida ou oportunista, ao fugir do debate político, é a principal responsável pelo estado de calamidade em que se encontra o Brasil.

A MAIORIA SILENCIOSA, ESTÚPIDA E OPORTUNISTA, AO FUGIR DO DEBATE POLÍTICO É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO ESTADO DE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O BRASIL.
Escrito e publicado por Blog do Aluizio Amorim
A página Embaixada da Resistência está entre as melhores no Facebook no que refere ao debate político. E o "Embaixador" desta feita foi direto ao ponto. Escreveu um texto em que analisa o dito "apolítico", ou seja, aquele tipo que abre a bocarra para afirmar que não tolera a política. Outros desse tipo, mais matreiros, simplesmente nem sequer pronunciam a palavra política. Fogem do debate político como o diabo foge da cruz.

Viver é um risco permanente, afinal bactérias, virus e outros migro-organismos patogênicos podem levar um cidadão sadio para o cemitério. Mas pior do que esses males invisíveis que a intervenção médica ainda pode mitigar são os políticos, mormente aqueles ditos de "esquerda" ou ainda outros que mesmo não rezando pela cartilha vermelha os toleram pelo seu silêncio oportunista. Afinal, exemplos no Brasil desses gêneros de sub-cidadãos, rematados boçais, abundam. E, por isso mesmo, deu no que deu. O Brasil está no vinagre, ou melhor, os brasileiros em sua esmagadora maioria estão à deriva num mar revolto de corrupção e roubalheiras.

O texto da Embaixada da Resistência traça um perfil desses vermes vagabundos, oportunistas e covardes. E cabe como uma luva para tipificar muita gente boa aqui no Brasil que mesmo ante o assalto à Nação que veio à tona pela Operação Lava Jato, continuam torcendo o nariz quando numa roda de bate-papo alguém se refere a uma questão política. O 'Embaixador' ilustra a postagem no FB com um vídeo supimpa que traz o depoimento da chinesa Lili Tong Williams, que reproduzo acima, concedido ao excelente site norte-americano Infowars, editado pelo jornalista Alex Jones.

Diz o 'Embaixador', em seu texto:
O "APOLÍTICO". Da série: "Esse bando de desocupados vive falando de política, eu tenho mais que fazer, eu estou acima dessas guerrinhas idiotas...".
E prossegue:
"Eu não estou interessado em política, eu tenho mais com que me ocupar, eu estou interessado em cuidar da minha vida, arrranjar um bom sustento, cuidar da minha vida, da minha família, amigos, divertir-me, etc..."
Ok sua MAJESTADE bestial, agora explique-nos:
Como vai "cuidar da sua vida" quando todas as responsabilidades e decisões acerca da "sua" preciosa vida forem coletivizadas e transferidas para o Estado?
Como vai se sustentar quando o Estado confiscar e se apropriar de quase toda a riqueza que você conseguir amealhar focado exclusivamente na "sua vida"?
Como vai cuidar da sua família quando o Estado reclamar a autoridade da educação dos seus filhos para a sua guarda?
Como sequer constituir uma família quando é gerado um ambiente de hostilidade entre homens e mulheres e para com tudo quanto a família representa?
Como vai ser capaz de manter a sua propriedade e usufruir da sua preciosa vida, quando o Estado incentivar nas ruas uma cultura de roubo, assassinato e impunidade?
Etc, etc, etc, etc...
Como vai fazer isso tudo super-homem?
Como vai andar sem pernas? Falar sem língua? Comer sem boca? Agarrar sem mãos?
"Ah mas ninguém manda em mim"
Você è à prova de bala? À prova de tanques? À prova da realidade?
Conte-me os seus segredos seu maluco.
Quer ser alienado seja, não quer participar da defesa da sua liberdade não participe, deixe que os outros o façam.
Sem ressentimentos nem dedos apontados, compreendemos e aceitamos as suas limitações.
Mas não tente ser nosso inimigo, não atrapalha nem despreza quem tem a gentileza de lutar pela sua liberdade de cuidar do que resta da "sua vida", nem faça das suas limitações e da sua ignorância um grande motivo de orgulho. Seja HUMILDE.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hitler era um esquerdista. Irmão siamês dos comunistas. O ódio dele era o mesmo ódio dos comunistas. Veja como a extrema esquerda atual está voltando com o maior ídolo deles: Hitler

Escrito e publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Mais um vídeo traduzido pela sempre sensacional Embaixada da Resistência. Afinal, resistir é preciso. No desenho animado com duração de pouco mais de 5 minutos que está aí acima é possível matar a charada, como se diz na gíria.

Hitler retorna ao século XXI e jura de pés juntos que não é mais nazista, mas que se transformou num arauto da "diversidade", conceito estranho e ao mesmo tempo aplicável a qualquer área do conhecimento, indo da "diversidade bundalelê" que nega a distinção entre os gêneros masculino e feminino (diversidade sexual) até o denominado "multiculturalismo" ou "diversidade cultural".

Desta feita, Hitler retorna não para pregar o nazismo mas a "diversidade", ou seja, o "nazismo bundalelê" que detona os Estados-Nação, eliminando as fronteiras e, com isto, decretando a morte da "cultura ocidental" por meio da miscigenação forçada para dar lugar a um governo mundial. Essa agenda tem o apoio de todos os partidos esquerdistas do mundo inteiro.

Vejam o vídeo e entendam o que está em jogo. É um bom começo para compreender o que de fato está acontecendo e o nível de avanço dessa "engenharia social" manipulada pelo movimento "globalista" do qual a ONU e a União Européia são no momento pontas de lança.

Como já afirmei aqui no blog, estou selecionando alguns vídeos para postagem de forma a levar até os leitores a abordagem de temas como o 'globalismo', assunto que a grande mídia escamoteia. Afinal, a dita mainstream media e seus jornalistas de aluguel fazem parte fazem parte do esquema. A morte da cultura ocidental é a tábua de salvação para esses velhacos. Afinal as grandes corporações são grandes interessadas no esquema e potenciais anunciantes que sustentam a grande mídia no mundo inteiro.

Hitler está de fato revivido na "diversidade", um das dezenas de conceitos criados nos laboratórios da ONU e da União Europeia baseados no deletério "pensamento politicamente correto."

Conceitos não são apenas palavreados. Afinal, é por meio dos conceitos que damos nomes às coisas e as identificamos, como nos ensina a epistemologia no que concerne ao processo cognitivo.

Na atual etapa as pessoas passam por uma verdadeira lavagem cerebral. Isso pode-se constatar por aquilo que é propalado pelos meios de comunicação não apenas no tocante ao noticiário, mas também aos ditos produtos "culturais", como novelas, programas de auditório, cinema, teatro e o show business com destaque para as "artes" em geral.

Na escala de prioridades do movimento "globalista" em primeiro lugar estão a grande mídia e o sistema educacional. Nestes os globalistas reinam praticamente absolutos. A contraposição aparece apenas na internet no âmbito das redes sociais, blogs e sites independentes e conservadores.

A luta pela defesa da nossa liberdade passa em primeiro lugar pelo entendimento do que esses novos "conceitos" têm em mira.

Postado por Aluizio Amorim às11/16/2017 01:46:00 AM

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É melhor "Jair se acostumando" vira tema do cancioneiro popular sulista na voz do cantor e compositor catarinense Jucemar da Silva.

"É MELHOR 'JAIR' SE ACOSTUMANDO" VIRA TEMA DO CANCIONEIRO POPULAR SULISTA NA VOZ DO CANTOR E COMPOSITOR CATARINENSE JUCEMAR DA SILVA.
Escrito e publicado no Blog Aluizio Amorim
À medida em que o tempo vai passando célere rumo a 2018 a pré-candidatura presidencial do deputado Jair Messias Bolsonaro vai rasgando fronteiras e se espraia pelo Brasil inteiro. Esta é uma verdade insofismável.

Tanto é que que inspirou um artista catarinense compositor e intérprete da música popular regional do Sul do Brasil. Trata-se de Jucemar da Silva, de Araranguá, cidade do extremo-sul de Santa Catarina, que compôs e acaba de gravar "É Melhor Jair se Acostumando".

O título da música é o grito de guerra dos apoiadores do presidenciável baseado no seu primeiro nome "Jair", junção do advérbio 'já' com o verbo 'ir'. Como podem reparar a letra da música resume em versos o estado de degenerescência moral, política e econômica em que o desgoverno do PT mergulhou o Brasil e que veio à tona após a descoberta do 'petrolão' pela Operação Lava Jato.

E, como não poderia deixar de ser, o refrão da música adverte: "É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro/ está chegando pra fazer o Brasil mudar/ É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro está chegando/ e o Brasil vai melhorar.