quarta-feira, 26 de abril de 2017

"DIREITOS DOS ANIMAIS"

“Direitos dos animais”?
Escrito por Plinio Maria Solimeo - ABIM, 26/4/2017.
Catolicismo
Dados do Censo de 2010 divulgados pelo IBGE confirmam que a taxa de fecundidade no País era naquele ano de 1,9 filhos por mulher. O que já estava abaixo da taxa de reposição da população, que é de 2,1, pois as duas crianças substituem os pais, e a fração de 0,1 é necessária para compensar os indivíduos que morrem antes de atingirem a idade reprodutiva.
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Já a projeção do mesmo Instituto para 2016 aponta que essa já baixa taxa de fecundidade caiu no Brasil para 1,69 filhos por mulher.

Os estudiosos apontam várias causas para isso, como o número de mulheres que trabalham fora, a insegurança, a crise na economia e, sobretudo, os métodos anticoncepcionais modernos mais ao alcance. Só não apontam a causa principal, que é a desastrosa queda da religiosidade da população. O esquecimento de que o principal fim da união matrimonial é, de acordo com a doutrina católica, a perpetuação da espécie, isto é, gerar e educar os filhos.

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Deixando isso de lado, devemos considerar que o ser humano para expandir sua afetividade, e não tendo filhos, quer preencher esse vazio no lar, substituindo-o por um animal doméstico. Daí sua proliferação vertiginosa nos lares modernos.

Mostra-o, por exemplo, esta manchete da “G1.Globo”: “Brasileiros têm 53 milhões de cães e 22 milhões de gatos, aponta IBGE: 44,3% dos lares têm pelo menos um cão, e 17,7% têm ao menos um gato”.

A mesma fonte noticia ainda: “O dado mostra que, no Brasil, existem mais cachorros de estimação do que crianças. De acordo com outra pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013 havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos”[i]. Quer dizer, o número de cães supera em quase nove milhões o de crianças!

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Não é de admirar que surjam em todo canto lojas de material para cães e gatos [foto ao lado], e que a profissão de veterinário tenha se tornado hoje uma das mais lucrativas.

Direitos dos animais?
Esses animais domésticos são, em geral, tratados com requintes desconhecidos de inúmeras crianças. Hoje em dia, em alguns países já se efetivou ou está para ser efetivada uma lei permitindo que os “pets” sejam enterrados junto a seus donos, ou em cemitérios próprios a eles, com túmulos, monumentos etc. como para seres humanos. E já dispõem de praias especiais, hotéis, e até salões de beleza!

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Tornou-se hoje “politicamente correto” falar desses “direitos” dos animais, havendo em quase todo mundo movimentos que defendem não só os “pets”, como também as baleias e praticamente todos os animais, até mesmo os mais repulsivos.

Em quase sua totalidade, esses movimentos são orientados por uma ideologia esquerdizante, que é a mesma dos que defendem o aborto e outras aberrações do mundo contemporâneo.

Nesse sentido, o jornalista J. Lozano, do site espanhol Religión en Libertad, publicou um sugestivo artigo intitulado “O animalismo, de origem marxista, outorga ‘direitos aos animais e os nega a certos humanos’”[ii], no qual comenta uma entrevista concedida pelo naturalista e conferencista espanhol Alexander Lachhein à La Contra TV sobre esta matéria.

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Segundo Lozano, Lachhein explicou em sua entrevista que “a mensagem de que os animais têm direitos, e que devem ser tratados a este respeito como se fossem seres humanos, vai calando na sociedade, fruto de um bombardeio ideológico. Uns por sentimentalismo, pois já não é infrequente que as mascotes estejam começando a substituir os filhos e sejam tratadas como tais, e outros por ideologia. Mas, o objetivo final é ‘socavar os fundamentos desta civilização’ através do marxismo cultural, que se esconde por detrás” (grifo do original).

Lozano explica que Alex Lachhein se dedica aos animais. “Mas seu amor pelos animais é tão firme quanto sua luta contra a politização desta causa [dos direitos dos animais], e por isso denuncia o que denomina de ‘politicamente correto’, que impede de dizer certas coisas”. Para Lachhein, todo este assunto vem com uma “profunda carga ideológica [...] para conseguir o ecologismo político e o animalismo”. Para ele, por exemplo, as feministas radicais, representantes deste marxismo cultural, são também parte do movimento “animalista”. [foto abaixo]

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Alex Lachhein explica que os ideólogos marxistas, ao virem que o comunismo econômico estava fracassando em muitos países, apostaram então em “derrubar os fundamentos” e ir, “a partir de baixo, impondo o marxismo cultural, que é sinônimo do politicamente correto”. E assim surge o ativista ecologista profissional, que organiza manifestações, e que, segundo Lachhein, “é um político que não tem nada a ver com o ecólogo”, que é um personagem que “aplica a ciência e está à margem de todo elemento político”.

Em sua entrevista, Lachhein explica que alguns defensores desse “animalismo” chegam a defender que “não parece muito sensato [...] permitir que aumente o número de crianças com deficiência”. Segundo essa doutrina, tais crianças “não teriam direitos”. Cita o caso de um vídeo que se tornou viral na Espanha, no qual uma simpatizante do partido animalista PACMA criticava o fato de que ninguém lhe deu os pêsames quando morreu seu “pet”, mas o deram à família de Victor Barrio, toureiro que morreu numa tourada. Pois esses radicais são também contra as touradas por terem pena dos touros…

Não têm direitos porque não têm obrigações
Lachhein afirma que “os animais não têm direitos, porque não podem ter obrigações”. Pois, para ele, “os direitos são algo da sociedade humana, e criado pelos humanos. Você não pode dizer a um leão que não pode comer uma zebra, nem que o diga aos leõezinhos”.

O naturalista comenta enfim a grande influência que os filmes de Walt Disney tiveram nesse âmbito. Segundo ele, “o mundo de Disney é a humanização total dos animais, e a natureza e as pessoas se formam crendo que é vida real. E quando crescem, pensam que os sentimentos da natureza são assim. E a realidade é que aqui [entre os animais] impera a lei do mais forte, o comer para não ser comido”. “As pessoas têm uma má formação do que é o meio ambiente, e continuam vivendo no universo de Disney”.
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[i] http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/06/brasileiros-tem-52-milhoes-de-caes-e-22-milhoes-de-gatos-aponta-ibge.html

segunda-feira, 24 de abril de 2017

FRANÇA: Marine Le Pen é a salvação. Macron é capacho globalista de extrema esquerda

Escrito por Aluizio Amorim no Blog do Aluizio Amorim
A Frente Nacional da candidata presidencial Marine Le Pen teve o melhor resultado de sua história. Mas, ao que parece, os franceses querem mais do mesmo até que a França se transforme no primeiro Califado do Ocidente.
O assunto político deste início de semana é a eleição presidencial ocorrida neste domingo na França. O resultado não poderia ser outro. Com mais de uma dezena de candidatos presidenciais o vitorioso deste primeiro turno só poderia ser o candidato do establishment, o queridinho da grande mídia, da ONU, da União Europeia e de milhares de ONGs que pululam ao redor do planeta turbinadas pelo generoso aporte financeiro da Open Society Foundation, do mega investidor George Soros, da Ford Foundation e de outras menos votadas que zanzam como assombrações "empoderando" o movimento esquerdista internacional. A verdadeira "new left" é esta do século XXI, capaz de guindar ao pódio da política o desconhecido Emmanuel Macron, espécie de andróide gerado em laboratório.

Com mais de 90% de urnas apuradas Emmanuel Macron cravou 23,56% e Marine Le Pen da Frente Nacional, 21,94%. Os dois disputarão o segundo turno no dia 7 de maio próximo.

Todavia, já se antevê o que irá acontecer. Aquele montão de candidatos - na frança também existem os candidatos de partidos nanicos e independentes, coisa meio parecida com o Brasil e demais republiquetas bananeiras, correrão para o abraço com Macron. Os franceses continuam com aquela pose e aquela empáfia mas estão em decadência. Degolaram tantos na guilhotina que acabarão degolados pelos islâmicos que infestam a Nação francesa e dos quais Emmanuel Macron está enamorado.

O segundo turno, portanto, não deverá ter surpresas. Todos os demais candidatos correrão para abraço com Macron, ainda que seja o abraço de afogados.

domingo, 23 de abril de 2017

Empresários que financiaram o projeto de poder corrupto socialista ou petista forneceram corda para o próprio pescoço. Estão presos e os principais petistas estão soltos.

Fornecendo a corda para o enforcamento
Escrito por Péricles Capanema* e publicado na ABIM em 23/4/2017
Lenin
Atribui-se a Lênin a frase: “Os capitalistas nos venderão a corda com a qual os enforcaremos”. Não consta de seus discursos, artigos e livros. Parece que tem origem em anotações pessoais de conteúdo semelhante, como a citada pelo pintor comunista Annekov: “Os capitalistas trabalharão duro em seu próprio suicídio”. Ela teria sido escrita na década de 1920, quando de forma oportunista e inconsequente numerosas empresas capitalistas com lucros polpudos venderam serviços e know-how para fazer da Rússia uma potência industrial e, logo depois, militar.

É hoje fato sem interesse saber com certeza o que teria afirmado Lênin. Pelo contrário, tem enorme interesse a realidade psicológica e moral para a qual sua frase aponta, qual seja o suicídio de civilizações, de classes, de famílias, cujas manifestações se sucedem tantas vezes em ambiente folgazão, irrefletido e pretensioso.

Em 7 de dezembro de 1968, Paulo VI, falando ao Seminário Lombardo, advertiu: “A Igreja se acha numa hora inquieta de autocrítica, dir-se-ia melhor, de autodemolição. É como um revolvimento agudo e complexo que ninguém teria esperado do Concílio, A Igreja quase como se golpeia a si mesma”. Autodemolição é outra palavra para suicídio. O Pontífice denuncia eclesiásticos cuja ação provoca a destruição da Igreja. O fenômeno, universal e apocalíptico, não se detém nos muros eclesiais, mas desborda e devasta a sociedade temporal, a burguesia, o professorado, os empresários.

O suicídio (ou autodemolição) me veio, digamos, obsessivamente ao espírito ao ver grandes empreiteiros brasileiros relatando com espantosa normalidade o amazônico auxílio financeiro despejado no PT que tem, entre seus fins oficiais e proclamados, a destruição do capitalismo e a implantação de uma sociedade socialista. E como se prestavam a intervir (não vou fugir da palavra) criminosamente em assuntos de outros países, derramando dinheirama em campanhas de candidatos xodós de Fidel Castro. Por exemplo, torraram dinheiro nas campanhas de Chávez e Maduro. Também em El Salvador. E assim são coautores da miséria hoje generalizada na Venezuela. No fim, riqueza roubada de contribuintes brasileiros financiou o assalto ao poder de grupos ligados à tirania castrista e favorecedores de seus interesses na América Latina.

Forneceram oxigênio direto para ditadura cruel e implacável, asfixiada pela rejeição popular. Palavras de um deles, Emílio Odebrecht:
Lenin
“Chávez tinha uma relação muito intensa com Fidel, ao ponto de fazer preços camaradas na venda de barris de petróleo para Cuba. Ele me pediu que nós procurássemos viabilizar um programa de um porto lá em Cuba, porque era muito importante para os cubanos. Eu disse: ‘Olha, chefe, nós trabalhamos nos Estados Unidos, um assunto desse de dinheiro, com tudo que Cuba tem de restrição, não é fácil viabilizar o esquema financeiro. Um pedido do senhor é algo que vou encontrar uma forma de atender. Agora, eu precisaria que o governo brasileiro estivesse engajado nesse projeto, e também solicitasse [...]. Eu não gostaria de tomar essa iniciativa sozinho. O senhor, que tem uma boa relação com o presidente Lula, poderia ligar para ele e transmitir isso’. De fato, Chávez fez a ligação. Logo depois desse encontro, o Lula me convocou dizendo que tinha recebido um telefonema do Chávez transmitindo o encontro que teve comigo e que estava na linha de apoiar o programa de Cuba do Porto de Mariel”.

O porto ficou em mais de 1 bilhão de dólares, construção da Odebrecht, pago em grandíssima medida com capitais do BNDES. E a maior parte da pecúnia do BNDES vinha do Tesouro. De você, contribuinte.

Perguntas cuja resposta é o óbvio ululante: — Você acha que Cuba vai pagar o empréstimo? — Você acha que PT, CNBB, MST, MTST, Pastoral da Terra, PC do B estão se importando com o fato de que foi roubado dinheiro dos pobres daqui para financiar o comunismo? — Eles estão doídos porque os miseráveis brasileiros se viram privados de postos de saúde, escolas, transporte melhor, para ajudar ditaduras opressoras dos pobres de lá e ainda encher o bolso de políticos corruptos?

Tem mais e na mesma direção. O PT, quando esteve no poder, promoveu deslavadamente o estatismo, e não apenas na sua vertente intervencionista. Convém recordar, já que estamos tratamos de empresários supostamente defensores da livre iniciativa. Pesquisa do Instituto Teotônio Vilela, divulgada pelo diário “Valor”, mostrou que entre 2003, ano do primeiro governo Lula, e 2015, saída da presidente Dilma, o governo criou 41 estatais. Deram um prejuízo acumulado de 8 bilhões de reais. Pagaram salários de 5,5 bilhões de reais, boa parte dos quais para o bolso de apaniguados.

Apesar da realidade macabra, as confissões revelam fisionomias em nada contritas pelo que fizeram e pouco ou nada conscientes do dantesco mal que infligiram aos brasileiros. Com efeito, desfilaram nas redes sociais e nas TVs um montão de donos de empresas e altos executivos de fisionomia satisfeita, às vezes brincalhona.

Além de ter presente, como prego na alma, a frase atribuída a Lênin, acima referida, fato conexo me azucrinou: esse pessoal que aí está falando não é muito melhor nem muito pior que a média dos altos executivos e empresários brasileiros. Ademais, antes, por anos a fio, vimos chusmas de colegas deles, urbanos e rurais, servindo em postos de confiança nos governos Lula e Dilma. Ou trabalhando em cúmplice colaboração de modo a favorecer a permanência infinda do PT no poder.

Adiante. Os depoentes que frequentaram o noticiário há pouco, tiveram em geral educação familiar direita, cursaram boas universidades aqui ou lá fora, trabalharam em ambientes profissionais decentes. Têm história de vida semelhante ao grosso dos homens e mulheres que tocam a economia brasileira. Postas circunstâncias semelhantes, alguém duvida de que repetiriam, e não só eles, as façanhas pavorosas?

Inafastável jaz, no fundo da questão, um enorme problema moral e um oceânico problema de má formação. É o mais importante do caso. “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”, lembram? Não vejo ninguém com a atenção posta no formigueiro.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

OS 7 PECADOS CAPITAIS E AS 7 VIRTUDES OPOSTAS

Autor: Site Veritatis Splendor

Todo ser humano é, em essência, bom. Todos nó trazemos inscritas em nossa mente e na nossa consciência a moral e as leis de Deus. Mas nós podemos anestesiar esse instinto divino a partir do pecado ( Rom 7, 16-20 ), que está presente como um mácula em nossa alma desde Adão e Eva, como nos mostra a Bíblia ( Gen 3, 1-13 )

Quando pecamos, nós preferimos a nossa lei à lei de Deus, fazer o que bem entendemos, muitas vezes não levando em conta as conseqüências.

Pecado Capital ( de ?capita? = cabeça, o pecado que é a cabeça ) é o pecado que leva a outros pecados, outros vícios

Virtude ( de ?vir? = varão, homem, que significa firmeza ) é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. Não apenas pratiquemos atos bons ( pois até o pior criminoso é capaz de ter atos bons ocasionalmente ), mas sim sejamos bom, verdadeiros cristãos.

A Igreja ensina: temos 7 pecados capitais e 7 virtudes opostas. 

Pecados Capitais       - Virtudes Opostas
Orgulho ou soberba   - Humildade

Avareza                      - Generosidade

Inveja                         - Caridade

Ira                               - Mansidão

Luxúria ou Impureza  - Castidade

Gula                            - Temperança

Preguiça                      - Diligência


1) Orgulho

O Princípio de todo pecado é o orgulho, a vaidade, pois é a tentativa de se igualar a Deus de ser auto-suficiente senhor de si, passando por cima da autoridade de Deus. O Orgulho caracteriza-se por acharmos que os dons de Deus vêm de nós mesmos. Leva aos pecados da presunção, da vanglória ( Gn 11 ? O episódio de Babel ). Nós passamos a procurar sempre reconhecimento, elogios, por nossos atos e acabamos nos gabando das coisas que fazemos. Com orgulho, a pessoa desanima no fracasso, pois acha-o impossível.
Humildade
É o reconhecimento de nossa pequenez. No final das contas. É e verdade sobre nó mesmos, sabendo que tudo é Dom de Deus. Devemos recorrer a Nossa Senhora, que foi exemplo de humildade, para pedir essa virtude.

2) Avareza
Desejo desordenado dos bens deste mundo. Os bens deste mundo foram feitos pra suprir nossas necessidades e a de nossos irmãos. A avareza é a síndrome de acumular, juntar, empilhar coisas. É o culto ao dinheiro. Leva a fraudes, roubos, mesquinharia e ambição ? passar por cima dos outros. Em vez de senhores das coisas passamos a ser escravos delas (Mt 6, 23-34 )
Generosidade
É o despojamento quanto aos bens materiais, compartilhando-os com aqueles que necessitam. Daí e vos será dado-disse Jesus. Deus ama o que dá com alegria. Deus é generoso com seus filhos, portanto, todo cristão deve ser generoso com seu próximo.

3) Inveja
É a tristeza diante do bem próximo. O invejoso está sempre de olho nos outros, no bem dos outros. O invejoso:
- Não valoriza seus bens
- Desenvolve o espírito critico, diminuindo o outro
- Calunia aquele que inveja
- Histórias de inveja na Bíblia: Caim e Abel, José e seus irmãos, Saul e David
Caridade
É o olhar bom para o próximo, o amor para o próximo. Amar nosso irmão sem julgá-lo. Ter paciência, perdoar sempre o irmão e a comunidade.
O desafio da caridade é se alegrar com o bem do irmão. Devemos amar nosso irmão com palavras e obras.

4) Ira
Estado emocional desordenado, é a raiva excessiva. A ira é um mal em si mesma, pois tira a paz do indivíduo. Leva à impaciência, furor, violência, ódio e assassinato. Devemos deixar bem claro que força é diferente de violência. Ser violento não significa que a pessoa seja forte. A paciência é a maior prova de força.
Mansidão
É a força revestida de veludo. É a calma, a tranqüilidade e o equilíbrio emocional. A mansidão é necessária para agradar a Deus, para a convivência e para manter a paz.

5) Luxúria ou Impureza
É a erotização exacerbada e o mal uso da sexualidade. Vivemos num mundo altamente erotizado. A moda, os espetáculos, os shows, os programas televisivos tem sempre apelo sexual.
?Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?? Somos templo da Santíssima Trindade. A sexualidade deve ser governada pelo amor. O sexo, o amor e a transmissão da vida são três coisas que estão intimamente ligadas, mas forram separadas de forma lastimável pelo homem moderno.
Castidade
É o respeito de nosso corpo e ao corpo do próximo. É o 6º mandamento da Lei de Deus.

6) Gula
É um vício em que há busca de um prazer desordenado na comida e na bebida.
- Comer excessivamente
- Comer com os olhos
- Comer se preocupando com gostos requintados
- Vícios como o fumo, álcool, tranqüilizantes, etc.
Perde-se a força de vontade de se livrar dos vícios.
Temperança
Consiste em conservar o nosso corpo,a paz interior, a saúde. Por exemplo, ter uma alimentação balanceada, se livrar de substâncias que envenenem nosso organismo, etc.

7) Preguiça
É a negação do esforço, é o comodismo:
- Fazer tudo de qualquer jeito
- Não fazer as coisas com amor
- Cansaço constante
- Pelo fato de não podre fazer o excelente, não faz nada
- Falta de Tempo
Diligência
A palavra diligência vem de diliger = amar. É não se cansar de fazer as coisas, valorizando-as sempre. Caracteriza-se pela garra, força e amor.

sábado, 15 de abril de 2017

Odebrecht perguntou “onde estava a mídia esses anos todos”? Estava na selfie com a Dilma…

Odebrecht perguntou “onde estava a mídia esses anos todos”? Estava na selfie com a Dilma…
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político em 14 de abril de 2017
Odebrecht perguntou “onde estava a mídia esses anos todos”? Estava na selfie com a Dilma…
Na delação de Emilio Odebrecht, o empresário comentou que a corrupção vem de longa data. Algo como “há 30 anos”. Isso todos nós já sabíamos, mas também sabemos que a corrupção foi amplificada na era do PT.

Odebrecht comentou que os acertos entre autoridades e grandes empreiteiras não só eram um “negócio institucionalizado”, mas vistos como “uma coisa normal”. Aqui novamente devemos lembrar o óbvio: tudo isso só iria aumentar quando surgisse um partido bolivariano, que depende do saqueamento estatal para criar totalitarismo.

Eis que ele fala da imprensa: “o que me entristece é que a imprensa toda sabia”. Em seguida, questiona: “por que só agora?”. E conclui que “a imprensa sabia disso e agora fica com essa demagogia”.

Como se vê, ele questiona para saber onde estava a mídia esses anos todos. A resposta é simples: estava tirando selfie com a Dilma, recebendo polpudas verbas estatais de anúncios e, com isso, ignorando toda a corrupção.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Papa Francisco ataca o capitalismo, porta-se como um comunista, não fala em Cristo e ignora a guerra que os islamitas nos fazem. Não parece ser católico.

É uma guerra de religião
Escrito por Roberto de Mattei(*) em 12 de abril de 2017 na ABIM
Atentado perpetrado por islamitas em igreja, no Domingo de Ramos (9-4-17), na cidade egípcia de Tantra
Atentado terrorista perpetrado por islamitas em igreja, no Domingo de Ramos (9-4-17), na cidade egípcia de Tanta
Os massacres de Tanta [foto acima] e Alexandria são um brusco chamado à realidade para o Papa Francisco, na véspera de sua viagem ao Egito. Os atentados no Oriente Médio e na Europa não são desastres naturais, evitáveis com encontros ecumênicos, como o que o Pontífice terá em 28 de abril com o Grande Imã de Al-Azhar, mas são episódios que nos lembram a existência na Terra de divisões ideológicas e religiosas profundas que só podem ser remediadas pelo retorno à verdade. E a primeira verdade a recordar, se não se quiser mentir para si mesmo e para o mundo, é que os autores dos atentados do Cairo, como de Estocolmo e de Londres, não são desequilibrados ou psicopatas, mas portadores de uma visão religiosa que desde o século VII combate o Cristianismo. Não só a Europa, mas o Ocidente e o Oriente cristão, definiram ao longo dos séculos a sua própria identidade defendendo-se de ataques do Islã, que nunca renunciou à sua hegemonia universal.

Diversa é a análise do Papa Bergoglio, que na homilia do Domingo de Ramos reiterou sua proximidade com aqueles que “sofrem com um trabalho de escravos, sofrem com os dramas familiares, as doenças [...] Sofrem por causa das guerras e do terrorismo, por causa dos interesses que se movem por detrás das armas que não cessam de matar”. Erguendo os olhos por cima do papel, o Papa acrescentou que reza também pela conversão do coração “daqueles que fabricam e traficam as armas”. O Papa repetiu o que tem declarado muitas vezes: não é o Islã em si mesmo, e nem o seu desvio que ameaça a paz do mundo, mas os “interesses econômicos” dos traficantes de armas. Na entrevista com o jornalista Henrique Cymerman, publicada no diário catalão “La Vanguardia” em 12 de junho de 2014, O Papa Francisco disse: “Descartamos toda uma geração para manter um sistema econômico que não se sustenta mais, um sistema para sobreviver deve fazer a guerra, como sempre fizeram os grandes impérios. Mas, já que não se pode fazer a terceira guerra mundial, então se fazem guerras locais. O que isso significa? Que se fabricam e vendem armas e, assim, fazendo os balanços das economias idólatras, as grandes economias mundiais que sacrificam o homem aos pés do ídolo de dinheiro, obviamente se curam.”

O Papa não parece acreditar que se possa escolher entre viver e morrer para realizar um sonho político ou religioso. O que moveria a História seriam os interesses econômicos, que antes eram os da burguesia contra o proletariado, e hoje são os das multinacionais e dos países capitalistas contra “os pobres da terra”.

A essa visão dos acontecimentos, que provém diretamente do economicismo marxista, contrapõe-se atualmente a geopolítica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente da Federação Russa, Vladimir Putin. Trump e Putin redescobriram os interesses nacionais dos seus respectivos países, e no tabuleiro do Oriente Médio travam uma dura partida no jogo diplomático e midiático, não excluindo transpô-la para o plano militar. O Islã agita por sua vez o espectro da guerra religiosa no mundo.

Quais são as palavras que, na véspera da Santa Páscoa, os fiéis esperam do Chefe da Igreja Católica? Esperamos ouvi-lo dizer que as verdadeiras causas das guerras não são nem de ordem econômica, nem de ordem política, mas acima de tudo de ordem religiosa e moral. Que as guerras têm suas origens mais profundas nos corações dos homens e sua raiz última no pecado. Que foi para redimir o mundo do pecado que Jesus Cristo sofreu a sua Paixão, que é agora também a Paixão de uma Igreja perseguida em todo o mundo.

Na oração pela paz que compôs em 8 de setembro de 1914, assim que eclodiu o primeiro conflito mundial, Bento XV exortou a implorar privada e publicamente “a Deus, árbitro e dominador de todas as coisas, para que, lembrando-se de sua misericórdia, afaste este flagelo da ira com o qual faz justiça pelos pecados dos povos. Imploremos que, nas nossas orações, nos assista e ajude a Virgem Mãe de Deus, cujo felicíssimo nascimento, que celebramos neste mesmo dia, refulja para o transviado gênero humano como aurora da paz, devendo Ela dar à luz Aquele no qual o eterno Pai queria reconciliar todas as coisas ‘ao preço do próprio sangue na cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus’ (Col. 1, 20)”.

É um sonho imaginar que um Papa venha a dirigir à humanidade palavras deste quilate, em uma situação internacional tempestuosa como a que vivemos hoje?
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(*) Fonte: “Il Tempo”, Roma, 10-4-2017. Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

LEI ANTI UBER É SOCIALISTA/FASCISTA. Ou: Nova lei aumentará 30% preço das corridas e desempregará milhares de motoristas. Temer vai vetar?

Lei fascista Anti-Uber aumentará 30% preço das corridas e vai desempregar milhares de motoristas. Temer vai vetar? Escrito por Luciano Ayan em 5 de abril de 2017 no Ceticismo Político.

Nesta quarta (4), diversos deputados atenderam ao pedido do PT e aprovaram uma emenda para inviabilizar o Uber. O proponente desta aberração é Carlos Zarattini, do PT. Nenhuma surpresa.

O truque escolhido por essa gente foi “liberar” o uso da plataforma, mas transferir para os municípios a responsabilidade de detalhar as regras que o serviço teria que seguir. Com isso, abriram propositalmente brechas para proibir o serviço, o que certamente vai acontecer. Foram 226 votos a favor, 182 contra, e 5 abstenções.

O deputado sádico Sílvio Costa (PTdoB-PE) disse que o Uber é “transporte pirata”, dizendo: “Esse Uber já está proibido na China, na Dinamarca. Ele usa pessoas desempregadas sem proteção social e faz precarização do trabalho”, disse. O fato de ele comparar com a China já deveria ser o suficiente para ficarmos contra essa crueldade.

Ademais, o que essa confissão de Silvio Costa significa? Que ele não quer que milhares de desempregados no Brasil tenham o direito de prestarem o serviço de carona. Com isso, teremos só em São Paulo cerca de 50.000 desempregados sem uma opção de trabalhos. Certamente há um grau de psicopatia em quem defende isso.

Outra coisa: o cidadão vai pagar cerca de 30% a mais nas corridas com a extinção desse tipo de serviço. É justo que uma elite política que tem transporte pago por nós cause propositalmente esse aumento no custo de viagens sobre o povo?

A lei fascista vai ao Senado, onde certamente será aprovada, pois ali existem mais sádicos ainda do que na Câmara dos Deputados. A questão é: será que Temer vai vetar esse lixo ou escolher pelo desemprego de milhares de motoristas do Uber? A escolha será dele.

sábado, 1 de abril de 2017

O SOCIALISMO FUNCIONOU NA VENEZUELA. Na verdade, alcançou seu maior nível de sucesso naquele país. O socialista tem o único objetivo de se transformar em ditador. Todo estado socialista é totalitário

Despaternizando a análise sobre Luciana Genro: como adultos de direita deveriam tratar o socialismo
Escrito por Luciano Ayan e publicado no Ceticismo Político em 31 de março de 2017

Após a atitude vergonhosa do PSOL – deletando conteúdo favorável à ditadura de Nicolas Maduro, após o golpe de estado de ontem na Venezuela -, Luciana Genro se tornou alvo de diversas críticas.

Uma delas está no meme abaixo:

O meme, infelizmente, é paternal, recusando-se a ver Luciana Genro como ela é, além de adicionar uma ilusória “crença dotada de boas intenções” na mente da adversária.

Se formos “despaternizar” esse meme, poderíamos tê-lo da seguinte forma:

Viram a diferença total?

Podemos até dizer que a frase mais repugnante do dia é: “O socialismo não funcionou na Venezuela”. Na verdade, o socialismo funcionou a contento, e por isso os venezuelanos estão apenas no início de sua trilha de horrores. Não seria revoltante ouvir gente dizendo que “a sedução fracassou” no evento em que um estuprador é preso após ser pego cometendo seu crime?

Em tempo, a tese da crítica ao direitismo paternalista aborda os seguintes pontos, especificamente em relação à visualização do inimigo:
Direitismo paternalista – Toda forma de pensamento de direita (liberal ou conservadora) que, em vez de ver o oponente como ele é, adota uma visão condescendente e caridosa sobre o inimigo. Esse mindset faz com que o paternalista não veja a política mais como uma questão de conflito de interesse, mas de conflito de entendimento.
Fé Cega na Crença – Padrão de pensamento de direita que, mesmo duvidando do socialismo (ou de outros perfis de esquerdismo), acredita nas alegações de crença dos socialistas. O paternalismo de direita tem origem na fé cega na crença.
Crença no Discurso – Sustentáculo principal da fé cega na crença, crença no discurso tende a focar nas alegações feitas por uma parte oponente, em vez de observar o comportamento. Lenin já dizia que a crença no discurso, por si só, inviabiliza a ação política real.
Segundo padrão do fraudador – Um fraudador possui dois modos de operação: (1) aquele no qual ele pratica a fraude e se dá bem, (2) aquele no qual ele é descoberto fraudando, mas convence os outros de ter “cometido um erro” e não uma fraude intencional. Ele adoraria viver apenas operando pelo padrão (1), mas sempre tem o padrão (2) em sua manga, quando ele é descoberto. A crença no discurso dá ao fraudador o benefício da execução do padrão (2). Assim sendo, o direitismo paternalista não é um esquerdista por completo, mas às vezes chega a ser um esquerdista de segunda mão.

Vale notar alguns travamentos para o paternalismo:
Devemos priorizar a prisão de um estuprador que tenha fracassado ou tido sucesso na intenção de estuprar sua vítima?
Devemos priorizar a prisão de um assaltante que tenha fracassado ou tido sucesso na intenção de assaltar sua vítima?
Devemos priorizar o combate aos socialistas que tenham fracassado ou tido sucesso na intenção de implementar o socialismo?

A resposta atenciosa a essas três questões nos mostrará que não faz sentido dizer que “o socialismo fracassou” na Venezuela. Ao contrário: ontem o socialismo alcançou seu maior nível de sucesso naquele país. Por isso, estamos denunciando mais fortemente essa barbárie.

Em suma, precisamos abandonar o mito de que “o socialismo não funcionou” na Venezuela. Infelizmente, funcionou em sua plenitude.

sexta-feira, 31 de março de 2017

A diferença básica entre globalismo e globalização econômica: um é o oposto do outro

A diferença básica entre globalismo e globalização econômica: um é o oposto do outro
Defender o segundo não implica defender o primeiro
Publicado no site MISES BRASIL

Com a ascensão do populismo nos países desenvolvidos, a globalização econômica caiu em descrédito. Cada vez mais pessoas estão rejeitando a globalização com o argumento de que ela não apenas é injusta como também representa a fonte de todos os males — sendo inclusive a fonte de crises econômicas e imigrações em massa.

Esse tipo de condenação generalizada e abrangente da globalização, porém, apresenta dois erros graves: ela não só é factualmente errada — a globalização econômica comprovadamente aumentou o padrão de vida da população mundial — como também é conceitualmente errada.

Existe o globalismo e existe a globalização. O globalismo é um conceito político. Já a globalização é um conceito econômico.

Globalização econômica

A globalização econômica significa "divisão do trabalho em nível mundial".

A população de cada país se especializa naquilo em que é boa, adquirindo assim uma vantagem comparativa em relação às outras: faço aquilo em que sou melhor que os outros e vendo para eles; e compro dos outros aquilo que eles fazem melhor do que eu. Todas essas transações econômicas devem ser feitas o mais livremente possível, sem a intervenção de governos na forma de tarifas protecionistas e de outras barreiras alfandegárias. (Veja aqui um exemplo prático).

A consequência deste arranjo foi, é e sempre será um aumento no padrão de vida de todos os envolvidos.

Hoje, nenhum país é capaz de viver em autarquia, produzindo absolutamente tudo de que sua população necessita para viver decentemente. Caso um país realmente tentasse produzir tudo o que consome, isso não apenas seria um monumental desperdício de recursos escassos, como também levaria a custos de produção e, consequentemente, preços exorbitantes, afetando drasticamente o padrão de vida da população.

Pense em uma simples camisa. Fabricada na Malásia utilizando máquinas feitas na Alemanha, algodão proveniente da Índia, forros de colarinho do Brasil, e tecido de Portugal, em seguida sendo vendida no varejo em Sidney, em Montreal e em várias cidades dos países em desenvolvimento (ao menos naqueles que são mais abertos ao comércio exterior), a camisa típica da atualidade é o produto dos esforços de diversas pessoas ao redor do mundo. E, notavelmente, o custo de uma camisa típica é equivalente aos rendimentos de apenas umas poucas horas de trabalho de um cidadão comum do mundo industrializado.

Obviamente, o que é verdadeiro para uma camisa vale também para incontáveis produtos disponíveis à venda nos países capitalistas modernos.

Como é possível que, atualmente, um trabalhador comum seja capaz de adquirir facilmente uma ampla variedade de bens e serviços, cuja produção requer os esforços coordenados de milhões de trabalhadores? A resposta é que cada um desses trabalhadores faz parte de um mercado tão vasto e abrangente, que faz com que seja vantajoso para muitos empreendedores e investidores ao redor do mundo organizarem operações de produção altamente especializadas, as quais são lucrativas somente porque o mercado para seus produtos é de escala global.

Esta especialização tanto do trabalho quanto da produção, ao longo de diferentes setores industriais ao redor do mundo, é exatamente o fenômeno da globalização econômica.

(Recentemente, um homem resolveu fabricar, do zero, um simples sanduíche. Ele plantou o trigo para fazer o pão, retirou o sal da água do mar, ordenhou uma vaca para fazer o queijo e a manteiga, matou uma galinha para retirar o filé de frango, fez o próprio picles e teve até de extrair o mel do favo. Seis meses e US$ 1.500 depois, o sanduíche ficou pronto. E, a julgar pela reação dele próprio, a qualidade do produto final foi medíocre).

O fato é que, hoje, nenhum país produz apenas para satisfazer suas próprias necessidades, mas também para atender a produtores e consumidores de outros países. E cada país se especializa naquilo que sabe fazer melhor.

A globalização econômica, com o livre comércio sendo seu componente natural, aumenta a produtividade de todos os envolvidos. E, consequentemente, aumenta também o padrão de vida de todos. Sem a globalização econômica, a pobreza neste planeta não teria sido reduzida com a intensidade em que foi nas últimas décadas.

Por fim, vale ressaltar que todo e qualquer indivíduo é, em si mesmo, um defensor árduo da globalização econômica, mesmo que ele não saiba disso. As pessoas acordam cedo e vão trabalhar exatamente para ganhar dinheiro e, com isso, poderem consumir o que quiserem. As pessoas trabalham e produzem para poder consumir produtos bons e baratos, independentemente de sua procedência. Eles podem ser oriundos de qualquer parte do mundo; o que interessa é que sejam bons e baratos. Isso é globalização econômica.

Impor obstáculos a esse consumo — isto é, restringir a globalização econômica — significa restringir a maneira como as pessoas trabalhadoras podem usufruir os frutos do seu trabalho. No mínimo, isso é imoral e anti-humano.

Globalismo

Logo de início, é fácil ver que o globalismo — que também pode ser chamado de globalização política — não tem absolutamente nada a ver com a globalização econômica.

Globalização econômica significa livre comércio e livre mercado. Trata-se de um arranjo que não apenas não necessita da intervenção de governos e burocratas, como funciona muito melhor sem eles. Indo mais além, trata-se de um arranjo que surge naturalmente quando não há políticos e burocratas impondo obstáculos às transações humanas.

Já o globalismo é o exato oposto: trata-se de um arranjo que só existe por causa de políticos e burocratas. Seria impossível haver globalismo se não houvesse políticos e burocratas.

O globalismo é uma política internacionalista, implantada por burocratas, que vê o mundo inteiro como uma esfera propícia para sua influência política. O objetivo do globalismo é determinar, dirigir e controlar todas as relações entre os cidadãos de vários continentes por meio de intervenções e decretos autoritários.

Eis o argumento central do globalismo: lidar com os problemas cada vez mais complexos deste mundo — que vão desde crises econômicas até a proteção do ambiente — requer um processo centralizado de tomada de decisões, em nível mundial. Consequentemente, leis sociais e regulamentações econômicas devem ser "harmonizadas" ao redor do mundo por um corpo burocrático supranacional, com a imposição de legislações sociais uniformes e políticas específicas para cada setor da economia de cada país.

O estado-nação — na condição de representante soberano do povo — se tornou obsoleto e deve ser substituído por um poder político transnacional, globalmente ativo e imune aos desejos do povo.

Obviamente, a filosofia por trás dessa mentalidade é puramente socialista-coletivista.

Representa também o pilar da União Europeia (UE). Em última instância, o objetivo da UE é criar um super-estado europeu, no qual as nações-estado da Europa irão se dissolver como cubos de açúcar em uma xícara quente de chá. Foi majoritariamente disso que os britânicos quiseram fugir.

Ao menos para o futuro próximo, este sonho burocrático chegou ao fim. O desejo de impor uma uniformidade afundou em meio a uma dura e difícil realidade política e econômica. A UE está passando por mudanças radicais — culminando com a decisão dos britânicos de sair dela — e pode até mesmo entrar em colapso dependendo dos resultados eleitorais em alguns importantes países europeus (França, Holanda, Alemanha e possivelmente Itália) neste ano de 2017.

Com Donald Trump na presidência americana não há mais qualquer apoio intelectual dos EUA ao projeto de unificação européia. A mudança de poder e de direção em Washington diminuiu o poder de influência dos globalistas — o que permite alguma esperança de que a futura política externa americana seja menos agressiva em termos militares. Trump — ao contrário de seus antecessores — ao menos não parece querer impingir uma nova ordem mundial.

Por outro lado, os defensores da globalização econômica têm motivos para estar preocupados. O governo Trump vem ameaçando utilizar medidas protecionistas — majoritariamente na forma de tarifas de importação — para supostamente estimular o emprego e a produção nos EUA, mesmo com toda a teoria e realidade econômicas demonstrando que o efeito será o oposto.

Tamanha interferência na globalização econômica, o que representaria um retrocesso no tempo, não apenas seria um ataque à prosperidade, como também pode se degenerar em conflitos políticos, reacendendo antigas rixas e contendas. Não precisaria ser assim.

Para atacar e até mesmo aniquilar o globalismo não é necessário atacar e fazer retroceder a globalização econômica.

A globalização é Steve Jobs, Jeff Bezos e Michael Dell; o globalismo é George Soros, o CFR, a Comissão Trilateral, os Rockefeller, os Rothschilds e a ONU.

Conclusão

Ao passo que o globalismo representa o autoritarismo e a centralização do poder político em escala mundial, a globalização econômica — que nada mais é do que a divisão do trabalho e o livre comércio — representa a descentralização e a liberdade, promovendo uma produtiva e, ainda mais importante, pacífica cooperação além fronteiras.

A restrição à globalização econômica — ou seja, o protecionismo — nada mais é do que o medo dos incapazes perante a inteligência e as habilidades alheias. Tal postura, além de moralmente condenável, por ser covarde, é também extremamente perigosa. Como já alertava Bastiat, se, em vez de nos permitirmos os benefícios da livre concorrência e do livre comércio, começarmos a atuar incisivamente para impedir o progresso de outras nações, não deveríamos nos surpreender caso boa parte daquela inteligência e habilidade que combatemos por meio de tarifas e restrições de importações acabe se voltando contra nós no futuro, produzindo armas para guerras em vez de mais e melhores bens de consumo que eles querem e podem produzir, e os quais nós queremos voluntariamente consumir.

Como também disse Bastiat, quando bens param de cruzar fronteiras, os exércitos o fazem. 

Por isso é de extrema importância preservarmos a globalização econômica.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Mandato de Temer já terá valido a pena se ele realmente derrubar imposto sindical

Mandato de Temer já terá valido a pena se ele realmente derrubar imposto sindical
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político em 29 de março de 2017
De acordo com informações do Estadão, o governo Temer anunciou que irá apoiar o fim do imposto sindical. A medida dá toda a pinta de que vai ser incluída no texto da Reforma Trabalhista que está em discussão na Câmara e conta com apoio de boa parte da bacada governista.

Se isso se confirmar, podemos estar diante do melhor momento de todo o mandato de Michel Temer, que desde que substituiu a tirana Dilma vem governando em ritmo de “vai não vai”.

Claro que Temer merece aplausos pela aprovação da PEC do Teto e de diversas outras medidas para sanear as contas públicas, mas também merece puxões de orelha por alguns recuos inaceitáveis, como no caso da recriação do MinC, bem como a manutenção de muita gente investigada no governo.

Entretanto, se ele de fato levar a frente a liberdade de contribuição sindical – ou seja, fim do imposto sindical obrigatório – ele realmente fará algo de valor inestimável para a classe trabalhadora brasileira, dando liberdade para alguém escolher se quer ou não contribuir com algum sindicato.

Será também um impacto fortíssimo para uma elite de vampiros sindicalistas que durante o mandato de Dilma deram suporte a um projeto que exterminou intencionalmente os empregos dos brasileiros. Ser forçado a dar dinheiro para esse tipo de organização sempre foi um crime contra a humanidade.

Se Temer acabar com essa barbárie, merecerá vibrantes aplausos por isso.

Uma imagem mentirosa e canalha propagada por novos ateus e companhia

Escrito por Carlos Moschen* no Blog do Frei Rojão
Um amigo meu postou essa imagem idiota logo acima. Vamos desmascarar essa mentira.

Em primeiro lugar, a ciência moderna é produto da teologia católica.

Em segundo lugar, esses idiotas acham mesmo que em dois mil anos de Igreja nenhum dos grandes teólogos como São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Duns Scott, São Boaventura, Pedro Abelardo, Santo Alberto Magno, etc., nunca duvidaram, nunca questionaram nada?! Isso só mostra que nunca leram nada sobre história da ciência, filosofia, etc. São papagaios de literatura neo ateísta.

Em terceiro lugar, a Universidade foi criação da Igreja Católica! Nunca existiu universidade no mundo greco-romano. O que existia eram escolas públicas, mas todas isoladas. Historiadores como Edward Grant, Daniel-rops, provam isso em suas bibliografias.

Em quarto lugar, os monges, na Idade Média, eram os maiores cientistas da época.

Em quinto lugar, na época das invasões bárbaras, os monges foram os únicos que copiaram pacientemente os manuscritos do mundo greco-romano, ou seja, você tem Boécio, Santo Agostinho, São Jerônimo, Virgílio, Terêncio, Ovídio, Horácio, etc., graças a Igreja Católica.

Em sexto lugar, o historiador John L. Heilbron, Ph.D de Berkley, historiador da ciência, disse no seu livro The Sun in the Church essas seguintes palavras:

A Igreja Católica Romana concedeu mais apoio financeiro social ao estudo da astronomia ao longo de seis séculos, desde a recuperação de conhecimentos antigos ao longo de finais da Idade Média até ao Iluminismo do que qualquer outra, e provavelmente todas as outras instituições. Pág 3.

Ou seja, a Igreja Católica foi a maior financiadora da ciência durante séculos. Não existe antagonismo entre ciência e religião. Essas mentiras contra a religião nasceram com os iluministas (XVIII) e foram aperfeiçoadas com os historiadores liberais do século XIX. Pretendo escrever um artigo sobre isso mais tarde. Irei citar fontes fidedignas. Meus caros, parem de acreditar em baboseiras postadas por neo ateus e companhia. Esses mitos já foram refutados há muito tempo por historiadores sérios. Procurem ler bibliografias sérias. Abraços!


Ortodoxia católica sem frescura. A misericórdia é grande mas a penitência é braba. Estamos em comunhão com o papa Francisco e os bispos, com a sucessão apostólica, a tradição e a escritura. Naturalmente o autor procura ser catequético naquilo que é doutrina católica e adere firmemente a ela. No mais, naquilo que é assunto livre, segue e expressa sua opinião com franqueza.

Aviso: este blog está amparado no artigo 212 do Código de Direito Canônico corrente, inclusive às eventuais críticas públicas e abertas à hierarquia eclesiástica.

Aos comentaristas: Este é um blog católico... e dos bons. Aqui o ombro é amigo, mas o coice é certeiro. O autor fez voto de boçalidade: Comentários cretinos serão respondidos setenta vezes sete mais cretinamente ainda. Fale o que quiser e espere ouvir o que não quiser.

(Por FMB) "Três coisas sobre cada ponto de discussão que eu gostaria que todo ativista respondesse separadamente, ao cacarejar, quer dizer, deixar um comentário no meu blog ou no meu facebook:
1) O que você entendeu do que eu disse?
2) O que significa o que você está dizendo?
3) Por que o que você está dizendo refuta o que eu disse?"

quinta-feira, 23 de março de 2017

Atentado terrorista ocorrido ontem em Londres é edulcorado pelo jornalismo de notícias falsas da grande mídia.

ATENTADO TERRORISTA EM LONDRES É EDULCORADO PELO JORNALISMO 'FAKE NEWS' DA GRANDE MÍDIA
Escrito por Aluizio Amorim no Blog do Aluizio Amorim
A esta hora da madrugada em que escrevo esta postagem não há ninguém na face da Terra que não saiba do atentado terrorista ocorrido nesta quarta-feira em Londres, a capital da Inglaterra, justamente nas redondezas do Parlamento. 
Mas a grande mídia e o jornalismo esquerdista e histérico que domina as redações continua tergiversando, embora até os cachorros das ruas saibam que se tratou de mais um atentado terrorista perpetrado por um dos milhares de muçulmanos que habitam a capital britânica e infestam toda Europa, tendo sido importados pela deletéria União Europeia, ONU com apoio de todos os partidos esquerdistas a começar pelo deletério Partido Trabalhista, a versão britânica do PT de Lula.
Mas não só os partidos esquerdistas apoiam esses assassinos. Esse ataque contra a Civilização Ocidental tem o beneplácito da grande mídia, não apenas do proprietários de jornalões e redes de TV, mas também dos seus empregados, os jornalistas, essa corja de vagabundos mentirosos que infesta dos os meios de comunicação. A eles cabe a tarefa de produzir “fake news”, coisa que fazem com desvelo, haja vista que são todos esquerdistas de carteirinha.
Tanto é que até agora, fora os sites conservadores americanos, não há um veículo da grande mídia que relate com exatidão o que ocorreu em Londres nesta quarta-feira. E pior do que isso, nem um texto, um artigo ou editorial em defesa da Civilização Ocidental chamando pelo nome exato os responsáveis por essa carnificina absurda, essa escalada de assassinatos à luz do dia de pessoas indefesas como ocorreu nesta quarta-feira em Londres.
Ilustram esta postagem dois vídeos para que os estimados leitores do blog saibam o que realmente aconteceu na capital britânica, quem são os responsáveis e quem os apóia.
Um é do canal Rebel Media nas imediações onde ocorreu o atentado. A reportagem desse canal independente é de Tommy Robison.
O outro vídeo é apresentado pelo Paul Joseph Watson que também atua no site norte-americano InfoWars. Prestem a atenção neste vídeo. Watson mostra como os islâmicos e esquerdistas ocidentais curtem o atentado enviando 'emotions', carinhas e corações de felicidade pela morte de pessoas inocentes.
Ambos são por demais conhecidos por todos aqueles que há muito tempo dispensaram a grande mídia e obtêm informações nos sites, blogs e plataformas independentes do Youtube. Mas vale o crédito para a excelente Embaixada da Resistência em sua página do Facebook que fez as postagens dos vídeos com legendas em português.
Aproveitem a oportunidade para compartilhar intensamente esta postagem pelas redes sociais, para que todas as pessoas se conscientizem sobre o que está acontecendo e possam então reagir em sua defesa pessoal e na defesa da nossa Civilização Ocidental.

quarta-feira, 22 de março de 2017

NORILSK: O inferno soviético na Terra mantido pela “nova Rússia”

Escrito por Luis Dufaur* no Blog Flagelo Russo em 19/3/2017.
Restos da prisão de Norilsk 

A cidade mais populosa do Ártico russo, com 46 graus abaixo de zero às 8 horas da manhã, está sumida na noite polar, mas as crianças vão para a escola como em qualquer dia normal de inverno.

Ela está fechada para os estrangeiros. O secretismo que envolve a cidade restringe até as poucas licenças concedidas à imprensa do exterior. 

É “a pior cidade do mundo para viver”. Mas um jornalista de La Vanguardia de Barcelona acabou conseguindo a licença e contou o que viu. 

A razão do mistério está encharcada de sangue, repressão e ditadura. Norilsk nasceu nos anos trinta do século XX e as galerias de suas minas foram escavadas por prisioneiros do gulag, vítimas dos expurgos stalinistas do Grande Terror. 

Na península de Taimir há enormes reservas de níquel, cobre e platino, e ainda hoje a cidade de 170.000 habitantes é regida pela estatal Norilsk Nikel, da qual depende até o último detalhe da vida.

Norilsk não tem estrada, nem trem. Só se pode chegar de avião ou de rompe-gelo. 

A cidade é uma das mais contaminadas do mundo. A neve cai preta, os rios são vermelhos, a chuva é ácida e quase todas as árvores morreram. A expectativa de vida é de 46 anos. A mineração e a indústria local jogam anualmente no ar 4.000 toneladas de dióxido de sulfuro.
Norilsk foi construída por prisioneiros políticos e étnicos do comunismo.
Na foto, prisioneiros ucranianos. 

É, no resumo de La Vanguardia, “o inferno na Terra”.

O passado de mão de obra escrava é um tema proibido. No museu poucas fotos relembram o terror soviético. 

Elizaveta Obst, diretora da Sociedade de Defesa das Vítimas da Repressão Política, é filha de prisioneiros do gulag. 

Ela ainda lembra nitidamente “as fileiras de prisioneiros rumando ao trabalho, rodeados por soldados e vigiados a todo o momento pelos cachorros”. 

Elizaveta organiza palestras sobre o gulag de Norilsk e do Grande Norte russo a troco de uns escassos rublos que lhe permitem manter sua pequena sala presidida pelo retrato de Vladimir Putin e suas mínimas atividades.

A poucos metros fica o Teatro Dramático Polar, onde em dezembro foi estreada a obra “Aguarda-me… Regressarei”, que narra o infinito sofrimento de Vladimir Zuev, condenado no gulag de Norilsk.
Norilsk e suas 'chaminés do inferno' testemunhas do passado soviético.
Um passado resguardado pela 'nova URSS' de Putin. 

Após intérminas horas de trabalhos forçados, Zuev era obrigado a dirigir um grupinho de atores, prisioneiros como ele, para divertir os chefes do sinistro campo de concentração.

Por que hoje não se pode visitar livremente Norilsk? 

A “nova Rússia” de Vladimir Putin está empenhada em silenciar a lembrança dos milhões de cidadãos russos que padeceram e sucumbiram nos campos da morte comunistas. 

Putin virtualmente fechou os memoriais abertos após a queda da URSS, que recuperavam a memória de incontável número de pessoas exterminadas e exibiam em todo o seu horror os campos de concentração, não inferiores aos nazistas.

O autoproclamado paladino do cristianismo, empenhado em restaurar a URSS visceralmente anticristã, abafa a lembrança de suas vítimas.

E faz tudo para manter quantidades imensas de sofridos cidadãos russos em esquemas como o de Norilsk, que muito se assemelham aos de Stalin, mas no III milênio!

*Luis Dufaur 
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

sexta-feira, 17 de março de 2017

COMO A REVOLTA DOS CONSERVADORES PODE SALVAR O MUNDO DO TOTALITARISMO

Como a revolta dos conservadores pode salvar o mundo do totalitarismo
Compulsive reader and amateur writer. Financial markets, politics, philosophy and business are my subjects. Mar 12

Exatamente há um século, os marxistas chegavam ao poder na Rússia, levando a criação da União Soviética após sangrenta guerra civil. O mundo nunca mais seria o mesmo.

O objetivo manifesto da revolta era a destruição de uma sociedade injusta e desigual, para a criação de uma nova sociedade, baseada no “Novo Homem”, expressão repetida a exaustão nos textos socialistas.
Poster de propagando política soviética de 1936, onde aparecem Marx, Engels, Lênin e Stálin.Dois alvos principais foram eleitos: a burguesia, que estaria enriquecendo pela exploração dos trabalhadores, e a Igreja, principal legitimadora de um sistema de poder opressivo, além de ser o “ópio do povo”, segundo Marx.
Comunistas espanhóis atiram numa estátua de Jesus Cristo. Centenas de padres e freiras foram violentados. Muitas igrejas foram destruídas.

Na verdade, toda a estrutura social deveria ser colocada abaixo, pois seria organizada em benefício da burguesia. Ou seja, todo o sistema político existente, a Justiça, as forças policias e militares, a imprensa, as escolas e faculdades, a Igreja, entre outras instituições, seriam organizadas para explorar a classe trabalhadora em benefício da burguesia.

Seria necessária a revolução para destruir tal estrutura. Ela seria conduzida por “vanguarda revolucionária”, com o apoio dos trabalhadores, criando a “ditadura do proletariado”, um governo socialista e ditatorial de transição, conduzindo a sociedade para um regime comunista, com a abolição de qualquer governo e de liberdade absoluta.

Segundo Marx, a história humana seguiria um rumo pré-definido em direção ao comunismo, passando pelo socialismo científico, onde o estudo das relações de trabalho do homem ao longo da história geraria a consciência das classes oprimidas para a revolução, com a criação da nova sociedade baseada na razão, no sentido materialista do termo.

Não é de estranhar os resultados práticos de tal filosofia, pois não haveria nenhum impedimento moral para a vanguarda revolucionária cometer as maiores atrocidades, pois esse seria o caminho inescapável da evolução humana rumo a sociedade comunista.
“Holodomor pelos olhos de uma criança”Foram milhões de mortos, primeiro na própria Guerra Civil Russa, depois nos expurgos de Lênin e de Stálin, passando pelo Holodomor (holocausto ucraniano) entre 1932–1933, quando Stálin matou 6 milhões de pessoas de fome. Depois disso, tivemos a URSS ajudando o regime nacional-socialista alemão a criar a sua máquina de matar, fato pouco lembrado. Após a Segunda Guerra, a URSS se estabeleceu como potência militar, apoiando regimes opressores na China, onde mais de 70 milhões de pessoas morreram nas mãos de Mao, na África e na América Latina, sem contar o desastre vietnamita, cambojano e norte-coreano. No Camboja, quase 50% da população foi dizimada pelo Khmer Vermelho depois que a esquerda americana, sob influência soviética, conseguiu forçar a retirada das tropas americanas da região.

Um belo documentário sobre a carnificina soviética e a contribuição com o regime nazista.Até hoje os cubanos e norte-coreanos sofrem um regime opressor, e apesar da China não manter mais campos de concentração, não podemos usar o país como exemplo de liberdades individuais, pois ainda é uma ditadura de partido único.

Enfim, foram mais de 100 milhões de mortos diretos por regimes marxistas, e um número absurdamente maior de pessoas que sofreram agruras como a fome, a tortura e a absoluta opressão política, sem acesso aos direitos humanos mais básicos.

A revolução que “libertaria o mundo” foi um completo fracasso. Se a tese era científica, fica provada de forma inquestionável a sua refutação. Por outro lado, cientificamente podemos provar como os países que desenvolveram os valores combatidos pelo marxismo alcançaram o maior grau de desenvolvimento humano. Ou seja, onde temos instituições baseadas na tradição judaico-cristã ou similares, livre mercado e Estado de Direito, veremos inclusão social e geração de riqueza.
“O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente.” Lord Acton

O país que é apresentado até hoje pela esquerda como o grande inimigo a ser combatido, os EUA, apresentaram ao longo da sua existência o maior crescimento de renda e qualidade de vida para um país dessas dimensões. Não é um caso isolado. Após a Segunda Guerra, os países que permaneceram sob a influência americana, como Japão e Alemanha Ocidental, por exemplo, apresentaram um nível de evolução parecido. Já na Alemanha Oriental e nos países do bloco soviético, observamos o mesmo nível de pobreza e opressão que existia na URSS.
Guardas soviéticos retiram sujeito morto durante tentativa de fuga do paraíso comunista na Alemanha Oriental.

Se as evidências são esmagadores, por que o marxismo não apenas persistiu, mas cresceu exponencialmente desde a queda do Muro?

Simples, porque ele é um instrumento poderosíssimo de concentração de poder. Não deixa de ser irônico, senão trágico, observar que os maiores defensores do marxismo hoje em dia são exatamente as pessoas que utilizaram as oportunidades que o Capitalismo Ocidental gerou para atingir um nível de prosperidade inimaginável.

O marxismo, ou qualquer outra filosofia que justifica a concentração de poder é a ante-sala do totalitarismo. A história já provou tal fato inúmeras vezes, comprovando também que a desconcentração de poder é um dos pressupostos para a liberdade em todas as suas formas.
A nova cara do Marxismo

Ainda durante a Guerra Fria, a URSS utilizou gigantescos recursos para um outro tipo de conflito: a Guerra Cultural. Abordamos em outro artigo tal estratégia.

O fato é que depois de décadas de domínio cultural esquerdista, as bases morais da sociedade ocidental estão seriamente ameaçadas. Há um falso consenso no meio acadêmico e jornalístico sobre a importância de um governo que seja o grande promotor da “justiça social” e regulador de todas as relações humanas.

A criação desse consenso era exatamente o objetivo da Guerra Cultural.

Mas desde o ano passado, observamos o crescimento da resistência conservadora, com resultados práticos impressionantes. Parece que a “maioria silenciosa” acordou.

Shelby Steele resumiu o espírito do tempo num artigo para o Wall Street Journal, sobre a exaustão do movimento esquerdista americano, chamando a atenção para a perda da ineficiência da camisa de força mental que a esquerda utiliza especialmente nos EUA, através da exploração de uma suposta “culpa branca”, gerada pela responsabilidade por tudo de ruim que há no mundo.

Essa auto-atribuída superioridade moral da esquerda foi sempre utilizada com sucesso para hostilizar os seus opositores conservadores, que seriam racistas, egoístas e exploradores.

Steele sugere que podemos estar presenciando uma mudança nessa dinâmica, onde os conservadores não estão mais aceitando esse jogo baixo, até porque ele é baseado em mentiras.

A eleição de Donald Trump é o grande divisor de águas nesse sentido. Trump recebeu apoio significativo dos conservadores americanos porque não apresentou vergonha na defesa das suas bandeiras, entre elas o nacionalismo, o federalismo, o respeito à Lei e a Ordem, a diminuição dos impostos e do estado provedor, o incentivo a livre iniciativo e o orgulho de ser rico.

Também foi o primeiro candidato em muito tempo a adotar um discurso politicamente incorreto e a apontar de maneira agressiva a corrupção no establishment político e midiático.

Donald Trump representa o grito entalado há muito tempo na garganta dos conservadores.

Nós não queremos um governo grande, ineficiente e gastador que nos escraviza com impostos cada vez maiores e com regulações cada vez mais restritivas.

Queremos ter a liberdade de trabalhar honestamente e enriquecer pelos nossos esforços.

Queremos a liberdade de ensinar os nossos valores aos nossos filhos, sem que eles sejam expostos a lavagem cerebral esquerdistas nas escolas.

Seguimos as leis e exigimos que todos os membros da sociedade sigam, sem espaço para transformar bandidos em “vítimas da sociedade”. Exigimos o direito a legítima defesa através do porte de armas.

Defendemos a família e a vida, contra a libertinagem sexual e o assassinato de bebês indefesos nas barrigas das suas mães.

Não aceitamos mais o discurso desagregador da esquerda, querendo jogar brancos contra negros, mulheres contra homens, homossexuais contra heterossexuais, ricos contra pobres e assim por diante.

Não é por acaso que Trump está sofrendo um ataque midiático e sabotagem interna jamais vistos na história americana. Ele representa a grande ameaça ao sonho dos socialistas globalistas, a criação de um governo mundial, pautado pela cobrança de impostos cada vez mais altos e regulamentação absoluta das relações humanas, tudo em nome da suposta justiça social.

Na prática isso representa o fim das liberdades individuais e de mercado. O seu filho seria obrigado a se vestir como menina na escola para “descobrir” se quer ser homem ou mulher, os católicos e judeus seriam ainda mais perseguidos, as fronteiras nacionais seriam desfeitas e invadidas por hordas de povos com culturas totalmente diferentes, os negócios e serviços num ambiente altamente regulado seriam dominados completamente por grandes corporações que teriam condições de cumprir as milhares de exigências governamentais, e todos seriam direta ou indiretamente dependentes desse mega estado. O combate ao crime seria relaxado em nome da inclusão social, gerando níveis absurdos de violência, sem que as pessoas tivessem o direito de portar armas para se defender. A vanguarda revolucionária moderna e os seus partidários da esquerda teriam todo o poder na mão. É o sonho dourado de tipos como o George Soros.
De uma certa forma, o Brasil é um ótimo exemplo desse processo. A Constituição de 88 marca a virada para um país completamente dominado pela mentalidade socialista. Em três décadas, observamos o país em falência moral, escravizado pelos iluminados no poder e com um dos maiores níveis de violência do mundo.

Pegando outro exemplo, observamos a Europa em processo avançado de deterioração, com um nível de competitividade cada vez menor, decorrência natural do estado de bem-estar social que premia os vagabundos e pune os empreendedores, além de um nível avassalador de regulamentações e impostos que praticamente impede a criação e sobrevivência de pequenos negócios. Um quarto dos jovens europeus não tem emprego e o nível de violência cresce exponencialmente após a decisão de aceitar a entrada de milhões de muçulmanos no Continente.
Dezenas de pessoas são esmagadas num ataque terrorista islâmico. A nova realidade europeia.

Quando foi a última vez que uma empresa europeia lançou um serviço ou produto inovador? Não consigo pensar num único exemplo…

E contra esse futuro horrível que os conservadores do mundo se levantam. A eleição de Trump não é o único exemplo do processo. A Brexit é outro, além das derrotas da esquerda na América Latina e o crescimento dos partidos de direita na Europa.

Ainda é muito cedo para cantar vitória. O poder da esquerda é gigantesco e está sendo utilizado. Eles estão incrustados nas máquinas governamentais, na imprensa, nas escolas e faculdades, no meio artístico, nas ONG’s e associações profissionais, nos sindicatos, nas próprias igrejas, em órgãos internacionais como a ONU. Eles são financiados pelos próprios governos ou por fundações multi-bilionárias.

Há um número gigantesco de pessoas que fazem do seu esquerdismo um meio de vida. São pagos direta ou indiretamente por verbas oficiais ou por doações dessas grandes fundações internacionais.

Também há o mar de idiotas úteis, aqueles que sofreram a lavagem cerebral esquerdista das últimas décadas e nem percebem o quanto foram escravizados por ela.

A Guerra em curso definirá o futuro da humanidade. De que lado você está?

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