quinta-feira, 23 de março de 2017

Atentado terrorista ocorrido ontem em Londres é edulcorado pelo jornalismo de notícias falsas da grande mídia.

ATENTADO TERRORISTA EM LONDRES É EDULCORADO PELO JORNALISMO 'FAKE NEWS' DA GRANDE MÍDIA
Escrito por Aluizio Amorim no Blog do Aluizio Amorim
A esta hora da madrugada em que escrevo esta postagem não há ninguém na face da Terra que não saiba do atentado terrorista ocorrido nesta quarta-feira em Londres, a capital da Inglaterra, justamente nas redondezas do Parlamento. 
Mas a grande mídia e o jornalismo esquerdista e histérico que domina as redações continua tergiversando, embora até os cachorros das ruas saibam que se tratou de mais um atentado terrorista perpetrado por um dos milhares de muçulmanos que habitam a capital britânica e infestam toda Europa, tendo sido importados pela deletéria União Europeia, ONU com apoio de todos os partidos esquerdistas a começar pelo deletério Partido Trabalhista, a versão britânica do PT de Lula.
Mas não só os partidos esquerdistas apoiam esses assassinos. Esse ataque contra a Civilização Ocidental tem o beneplácito da grande mídia, não apenas do proprietários de jornalões e redes de TV, mas também dos seus empregados, os jornalistas, essa corja de vagabundos mentirosos que infesta dos os meios de comunicação. A eles cabe a tarefa de produzir “fake news”, coisa que fazem com desvelo, haja vista que são todos esquerdistas de carteirinha.
Tanto é que até agora, fora os sites conservadores americanos, não há um veículo da grande mídia que relate com exatidão o que ocorreu em Londres nesta quarta-feira. E pior do que isso, nem um texto, um artigo ou editorial em defesa da Civilização Ocidental chamando pelo nome exato os responsáveis por essa carnificina absurda, essa escalada de assassinatos à luz do dia de pessoas indefesas como ocorreu nesta quarta-feira em Londres.
Ilustram esta postagem dois vídeos para que os estimados leitores do blog saibam o que realmente aconteceu na capital britânica, quem são os responsáveis e quem os apóia.
Um é do canal Rebel Media nas imediações onde ocorreu o atentado. A reportagem desse canal independente é de Tommy Robison.
O outro vídeo é apresentado pelo Paul Joseph Watson que também atua no site norte-americano InfoWars. Prestem a atenção neste vídeo. Watson mostra como os islâmicos e esquerdistas ocidentais curtem o atentado enviando 'emotions', carinhas e corações de felicidade pela morte de pessoas inocentes.
Ambos são por demais conhecidos por todos aqueles que há muito tempo dispensaram a grande mídia e obtêm informações nos sites, blogs e plataformas independentes do Youtube. Mas vale o crédito para a excelente Embaixada da Resistência em sua página do Facebook que fez as postagens dos vídeos com legendas em português.
Aproveitem a oportunidade para compartilhar intensamente esta postagem pelas redes sociais, para que todas as pessoas se conscientizem sobre o que está acontecendo e possam então reagir em sua defesa pessoal e na defesa da nossa Civilização Ocidental.

quarta-feira, 22 de março de 2017

NORILSK: O inferno soviético na Terra mantido pela “nova Rússia”

Escrito por Luis Dufaur* no Blog Flagelo Russo em 19/3/2017.
Restos da prisão de Norilsk 

A cidade mais populosa do Ártico russo, com 46 graus abaixo de zero às 8 horas da manhã, está sumida na noite polar, mas as crianças vão para a escola como em qualquer dia normal de inverno.

Ela está fechada para os estrangeiros. O secretismo que envolve a cidade restringe até as poucas licenças concedidas à imprensa do exterior. 

É “a pior cidade do mundo para viver”. Mas um jornalista de La Vanguardia de Barcelona acabou conseguindo a licença e contou o que viu. 

A razão do mistério está encharcada de sangue, repressão e ditadura. Norilsk nasceu nos anos trinta do século XX e as galerias de suas minas foram escavadas por prisioneiros do gulag, vítimas dos expurgos stalinistas do Grande Terror. 

Na península de Taimir há enormes reservas de níquel, cobre e platino, e ainda hoje a cidade de 170.000 habitantes é regida pela estatal Norilsk Nikel, da qual depende até o último detalhe da vida.

Norilsk não tem estrada, nem trem. Só se pode chegar de avião ou de rompe-gelo. 

A cidade é uma das mais contaminadas do mundo. A neve cai preta, os rios são vermelhos, a chuva é ácida e quase todas as árvores morreram. A expectativa de vida é de 46 anos. A mineração e a indústria local jogam anualmente no ar 4.000 toneladas de dióxido de sulfuro.
Norilsk foi construída por prisioneiros políticos e étnicos do comunismo.
Na foto, prisioneiros ucranianos. 

É, no resumo de La Vanguardia, “o inferno na Terra”.

O passado de mão de obra escrava é um tema proibido. No museu poucas fotos relembram o terror soviético. 

Elizaveta Obst, diretora da Sociedade de Defesa das Vítimas da Repressão Política, é filha de prisioneiros do gulag. 

Ela ainda lembra nitidamente “as fileiras de prisioneiros rumando ao trabalho, rodeados por soldados e vigiados a todo o momento pelos cachorros”. 

Elizaveta organiza palestras sobre o gulag de Norilsk e do Grande Norte russo a troco de uns escassos rublos que lhe permitem manter sua pequena sala presidida pelo retrato de Vladimir Putin e suas mínimas atividades.

A poucos metros fica o Teatro Dramático Polar, onde em dezembro foi estreada a obra “Aguarda-me… Regressarei”, que narra o infinito sofrimento de Vladimir Zuev, condenado no gulag de Norilsk.
Norilsk e suas 'chaminés do inferno' testemunhas do passado soviético.
Um passado resguardado pela 'nova URSS' de Putin. 

Após intérminas horas de trabalhos forçados, Zuev era obrigado a dirigir um grupinho de atores, prisioneiros como ele, para divertir os chefes do sinistro campo de concentração.

Por que hoje não se pode visitar livremente Norilsk? 

A “nova Rússia” de Vladimir Putin está empenhada em silenciar a lembrança dos milhões de cidadãos russos que padeceram e sucumbiram nos campos da morte comunistas. 

Putin virtualmente fechou os memoriais abertos após a queda da URSS, que recuperavam a memória de incontável número de pessoas exterminadas e exibiam em todo o seu horror os campos de concentração, não inferiores aos nazistas.

O autoproclamado paladino do cristianismo, empenhado em restaurar a URSS visceralmente anticristã, abafa a lembrança de suas vítimas.

E faz tudo para manter quantidades imensas de sofridos cidadãos russos em esquemas como o de Norilsk, que muito se assemelham aos de Stalin, mas no III milênio!

*Luis Dufaur 
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

sexta-feira, 17 de março de 2017

COMO A REVOLTA DOS CONSERVADORES PODE SALVAR O MUNDO DO TOTALITARISMO

Como a revolta dos conservadores pode salvar o mundo do totalitarismo
Compulsive reader and amateur writer. Financial markets, politics, philosophy and business are my subjects. Mar 12

Exatamente há um século, os marxistas chegavam ao poder na Rússia, levando a criação da União Soviética após sangrenta guerra civil. O mundo nunca mais seria o mesmo.

O objetivo manifesto da revolta era a destruição de uma sociedade injusta e desigual, para a criação de uma nova sociedade, baseada no “Novo Homem”, expressão repetida a exaustão nos textos socialistas.
Poster de propagando política soviética de 1936, onde aparecem Marx, Engels, Lênin e Stálin.Dois alvos principais foram eleitos: a burguesia, que estaria enriquecendo pela exploração dos trabalhadores, e a Igreja, principal legitimadora de um sistema de poder opressivo, além de ser o “ópio do povo”, segundo Marx.
Comunistas espanhóis atiram numa estátua de Jesus Cristo. Centenas de padres e freiras foram violentados. Muitas igrejas foram destruídas.

Na verdade, toda a estrutura social deveria ser colocada abaixo, pois seria organizada em benefício da burguesia. Ou seja, todo o sistema político existente, a Justiça, as forças policias e militares, a imprensa, as escolas e faculdades, a Igreja, entre outras instituições, seriam organizadas para explorar a classe trabalhadora em benefício da burguesia.

Seria necessária a revolução para destruir tal estrutura. Ela seria conduzida por “vanguarda revolucionária”, com o apoio dos trabalhadores, criando a “ditadura do proletariado”, um governo socialista e ditatorial de transição, conduzindo a sociedade para um regime comunista, com a abolição de qualquer governo e de liberdade absoluta.

Segundo Marx, a história humana seguiria um rumo pré-definido em direção ao comunismo, passando pelo socialismo científico, onde o estudo das relações de trabalho do homem ao longo da história geraria a consciência das classes oprimidas para a revolução, com a criação da nova sociedade baseada na razão, no sentido materialista do termo.

Não é de estranhar os resultados práticos de tal filosofia, pois não haveria nenhum impedimento moral para a vanguarda revolucionária cometer as maiores atrocidades, pois esse seria o caminho inescapável da evolução humana rumo a sociedade comunista.
“Holodomor pelos olhos de uma criança”Foram milhões de mortos, primeiro na própria Guerra Civil Russa, depois nos expurgos de Lênin e de Stálin, passando pelo Holodomor (holocausto ucraniano) entre 1932–1933, quando Stálin matou 6 milhões de pessoas de fome. Depois disso, tivemos a URSS ajudando o regime nacional-socialista alemão a criar a sua máquina de matar, fato pouco lembrado. Após a Segunda Guerra, a URSS se estabeleceu como potência militar, apoiando regimes opressores na China, onde mais de 70 milhões de pessoas morreram nas mãos de Mao, na África e na América Latina, sem contar o desastre vietnamita, cambojano e norte-coreano. No Camboja, quase 50% da população foi dizimada pelo Khmer Vermelho depois que a esquerda americana, sob influência soviética, conseguiu forçar a retirada das tropas americanas da região.

Um belo documentário sobre a carnificina soviética e a contribuição com o regime nazista.Até hoje os cubanos e norte-coreanos sofrem um regime opressor, e apesar da China não manter mais campos de concentração, não podemos usar o país como exemplo de liberdades individuais, pois ainda é uma ditadura de partido único.

Enfim, foram mais de 100 milhões de mortos diretos por regimes marxistas, e um número absurdamente maior de pessoas que sofreram agruras como a fome, a tortura e a absoluta opressão política, sem acesso aos direitos humanos mais básicos.

A revolução que “libertaria o mundo” foi um completo fracasso. Se a tese era científica, fica provada de forma inquestionável a sua refutação. Por outro lado, cientificamente podemos provar como os países que desenvolveram os valores combatidos pelo marxismo alcançaram o maior grau de desenvolvimento humano. Ou seja, onde temos instituições baseadas na tradição judaico-cristã ou similares, livre mercado e Estado de Direito, veremos inclusão social e geração de riqueza.
“O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente.” Lord Acton

O país que é apresentado até hoje pela esquerda como o grande inimigo a ser combatido, os EUA, apresentaram ao longo da sua existência o maior crescimento de renda e qualidade de vida para um país dessas dimensões. Não é um caso isolado. Após a Segunda Guerra, os países que permaneceram sob a influência americana, como Japão e Alemanha Ocidental, por exemplo, apresentaram um nível de evolução parecido. Já na Alemanha Oriental e nos países do bloco soviético, observamos o mesmo nível de pobreza e opressão que existia na URSS.
Guardas soviéticos retiram sujeito morto durante tentativa de fuga do paraíso comunista na Alemanha Oriental.

Se as evidências são esmagadores, por que o marxismo não apenas persistiu, mas cresceu exponencialmente desde a queda do Muro?

Simples, porque ele é um instrumento poderosíssimo de concentração de poder. Não deixa de ser irônico, senão trágico, observar que os maiores defensores do marxismo hoje em dia são exatamente as pessoas que utilizaram as oportunidades que o Capitalismo Ocidental gerou para atingir um nível de prosperidade inimaginável.

O marxismo, ou qualquer outra filosofia que justifica a concentração de poder é a ante-sala do totalitarismo. A história já provou tal fato inúmeras vezes, comprovando também que a desconcentração de poder é um dos pressupostos para a liberdade em todas as suas formas.
A nova cara do Marxismo

Ainda durante a Guerra Fria, a URSS utilizou gigantescos recursos para um outro tipo de conflito: a Guerra Cultural. Abordamos em outro artigo tal estratégia.

O fato é que depois de décadas de domínio cultural esquerdista, as bases morais da sociedade ocidental estão seriamente ameaçadas. Há um falso consenso no meio acadêmico e jornalístico sobre a importância de um governo que seja o grande promotor da “justiça social” e regulador de todas as relações humanas.

A criação desse consenso era exatamente o objetivo da Guerra Cultural.

Mas desde o ano passado, observamos o crescimento da resistência conservadora, com resultados práticos impressionantes. Parece que a “maioria silenciosa” acordou.

Shelby Steele resumiu o espírito do tempo num artigo para o Wall Street Journal, sobre a exaustão do movimento esquerdista americano, chamando a atenção para a perda da ineficiência da camisa de força mental que a esquerda utiliza especialmente nos EUA, através da exploração de uma suposta “culpa branca”, gerada pela responsabilidade por tudo de ruim que há no mundo.

Essa auto-atribuída superioridade moral da esquerda foi sempre utilizada com sucesso para hostilizar os seus opositores conservadores, que seriam racistas, egoístas e exploradores.

Steele sugere que podemos estar presenciando uma mudança nessa dinâmica, onde os conservadores não estão mais aceitando esse jogo baixo, até porque ele é baseado em mentiras.

A eleição de Donald Trump é o grande divisor de águas nesse sentido. Trump recebeu apoio significativo dos conservadores americanos porque não apresentou vergonha na defesa das suas bandeiras, entre elas o nacionalismo, o federalismo, o respeito à Lei e a Ordem, a diminuição dos impostos e do estado provedor, o incentivo a livre iniciativo e o orgulho de ser rico.

Também foi o primeiro candidato em muito tempo a adotar um discurso politicamente incorreto e a apontar de maneira agressiva a corrupção no establishment político e midiático.

Donald Trump representa o grito entalado há muito tempo na garganta dos conservadores.

Nós não queremos um governo grande, ineficiente e gastador que nos escraviza com impostos cada vez maiores e com regulações cada vez mais restritivas.

Queremos ter a liberdade de trabalhar honestamente e enriquecer pelos nossos esforços.

Queremos a liberdade de ensinar os nossos valores aos nossos filhos, sem que eles sejam expostos a lavagem cerebral esquerdistas nas escolas.

Seguimos as leis e exigimos que todos os membros da sociedade sigam, sem espaço para transformar bandidos em “vítimas da sociedade”. Exigimos o direito a legítima defesa através do porte de armas.

Defendemos a família e a vida, contra a libertinagem sexual e o assassinato de bebês indefesos nas barrigas das suas mães.

Não aceitamos mais o discurso desagregador da esquerda, querendo jogar brancos contra negros, mulheres contra homens, homossexuais contra heterossexuais, ricos contra pobres e assim por diante.

Não é por acaso que Trump está sofrendo um ataque midiático e sabotagem interna jamais vistos na história americana. Ele representa a grande ameaça ao sonho dos socialistas globalistas, a criação de um governo mundial, pautado pela cobrança de impostos cada vez mais altos e regulamentação absoluta das relações humanas, tudo em nome da suposta justiça social.

Na prática isso representa o fim das liberdades individuais e de mercado. O seu filho seria obrigado a se vestir como menina na escola para “descobrir” se quer ser homem ou mulher, os católicos e judeus seriam ainda mais perseguidos, as fronteiras nacionais seriam desfeitas e invadidas por hordas de povos com culturas totalmente diferentes, os negócios e serviços num ambiente altamente regulado seriam dominados completamente por grandes corporações que teriam condições de cumprir as milhares de exigências governamentais, e todos seriam direta ou indiretamente dependentes desse mega estado. O combate ao crime seria relaxado em nome da inclusão social, gerando níveis absurdos de violência, sem que as pessoas tivessem o direito de portar armas para se defender. A vanguarda revolucionária moderna e os seus partidários da esquerda teriam todo o poder na mão. É o sonho dourado de tipos como o George Soros.
De uma certa forma, o Brasil é um ótimo exemplo desse processo. A Constituição de 88 marca a virada para um país completamente dominado pela mentalidade socialista. Em três décadas, observamos o país em falência moral, escravizado pelos iluminados no poder e com um dos maiores níveis de violência do mundo.

Pegando outro exemplo, observamos a Europa em processo avançado de deterioração, com um nível de competitividade cada vez menor, decorrência natural do estado de bem-estar social que premia os vagabundos e pune os empreendedores, além de um nível avassalador de regulamentações e impostos que praticamente impede a criação e sobrevivência de pequenos negócios. Um quarto dos jovens europeus não tem emprego e o nível de violência cresce exponencialmente após a decisão de aceitar a entrada de milhões de muçulmanos no Continente.
Dezenas de pessoas são esmagadas num ataque terrorista islâmico. A nova realidade europeia.

Quando foi a última vez que uma empresa europeia lançou um serviço ou produto inovador? Não consigo pensar num único exemplo…

E contra esse futuro horrível que os conservadores do mundo se levantam. A eleição de Trump não é o único exemplo do processo. A Brexit é outro, além das derrotas da esquerda na América Latina e o crescimento dos partidos de direita na Europa.

Ainda é muito cedo para cantar vitória. O poder da esquerda é gigantesco e está sendo utilizado. Eles estão incrustados nas máquinas governamentais, na imprensa, nas escolas e faculdades, no meio artístico, nas ONG’s e associações profissionais, nos sindicatos, nas próprias igrejas, em órgãos internacionais como a ONU. Eles são financiados pelos próprios governos ou por fundações multi-bilionárias.

Há um número gigantesco de pessoas que fazem do seu esquerdismo um meio de vida. São pagos direta ou indiretamente por verbas oficiais ou por doações dessas grandes fundações internacionais.

Também há o mar de idiotas úteis, aqueles que sofreram a lavagem cerebral esquerdista das últimas décadas e nem percebem o quanto foram escravizados por ela.

A Guerra em curso definirá o futuro da humanidade. De que lado você está?

Socialism, 2016 Election, Progressive, BlackLivesMatter, Feminism

segunda-feira, 13 de março de 2017

Duas concepções de riqueza. Ou: Como trocar uma fortuna material por um tesouro espiritual

Duas concepções de riqueza
Escrito por Plinio Maria Solimeo na ABIM em13 de março de 2017.
Hoje as preocupações religiosas praticamente desapareceram. E foram substituídas pelo afã cada vez mais desregrado do desejo dos bens materiais. Fazer fortuna é o sonho de quase todo mundo.

Mas, afinal, para que serve uma grande fortuna? Para satisfazer a todos os gostos e caprichos? Para não se ter mais preocupação com o “pão nosso de cada dia”? Ou haverá uma finalidade mais alta para ela?

Na atual conjuntura brasileira os escândalos de corrupção estão na ordem do dia. Fala-se de milhões e milhões entregues a governantes e políticos para a obtenção de algum favor. As quantias reveladas assustam pelo seu montante. O que leva a perguntar o que os beneficiados fazem com tanto dinheiro. Ajudam instituições de caridade? Dão esmolas? Preocupam-se em ajudar os mais pobres? Empregam-no em desenvolver a cultura ou aprimorar a civilização? Nesses grandes escândalos que entenebrecem o País praticamente não se ouve falar disso.

Essas reflexões me vieram à mente ao ler a vida de uma grande santa da sociedade romana de meados do século IV, detentora de uma fortuna tão grande em terras, palácios, propriedades, escravos, que pasmam os pobres mortais do nosso triste século XXI.

O que fazia ela com tantos bens? É o que veremos.
Melânia Valéria [pintura ao lado], filha do senador Publicola e de Altina, pertencentes a ilustres famílias patrícias, nasceu em Roma no ano de 383. Sua avó materna, também chamada Melânia e igualmente santa, pertencia à importante gens Antonia.

Aos 14 anos, Melânia, a Jovem — como ficou conhecida para diferenciá-la de sua ilustre avó — casou-se com seu primo Valério Piniano, filho do prefeito de Roma e também detentor de grande fortuna.

O casal tornou-se assim extremamente rico: “Um dado verdadeiramente indicativo da fabulosa riqueza do casal, é que seu palácio em Roma era tão valioso, que nenhum senado tinha dinheiro suficiente para comprá-lo, nem sequer a própria imperatriz, Serena”[i].

Depois da morte de uma filha de um ano e de um filho logo após o nascimento, os esposos passaram de comum acordo a viver “como irmãos”, isto é, em castidade perfeita, dedicando-se às obras de misericórdia e ao apostolado.

Quando Alarico tomou Roma, Melânia refugiou-se na Sicília com seu esposo e sua mãe. Lá ela concedeu liberdade a oito mil escravos, dentre os que quiseram ser libertos. Outros preferiram continuar a servir a família. Ao mesmo tempo, vendeu suas possessões na Espanha, Aquitânia, Tarragona e Gália, para socorrer os pobres. Reteve apenas aquelas da Sicília, Campânia e África, cujos rendimentos ela destinou à manutenção de conventos.

Foi depois para o norte da África, então de maioria romana, onde brilhava “Agostinho, o maior homem de toda a África; não só, mas o maior homem de sua época”, um homem ao qual “quase nenhum, ou certamente pouquíssimos se podem comparar, de quantos floresceram desde o início do gênero humano”[ii].

Melânia e os seus se radicaram em Tagaste, cidade natal de Santo Agostinho. Além da tranqüilidade do lugar, podiam gozar da amizade do bispo local, Santo Alípio, íntimo e fiel amigo do autor da Cidade de Deus.

Ali continuaram suas obras de beneficência, fundando um mosteiro para 80 monges, no qual o marido ingressou, e um convento para 130 monjas, para onde ela se retirou.

Ao chegar à África, Melânia e Piniano venderam suas possessões da Numídia, Mauritânia e África Proconsular. Eles estavam dispostos a vender todas as suas propriedades, destinando o dinheiro arrecadado ao socorro dos pobres, ao resgate dos prisioneiros e aos mosteiros pobres. Entretanto, Santo Agostinho e dois outros bispos aconselharam-nos a dar a cada mosteiro um local e uma renda, em vez de entregar dinheiro, que logo seria gasto.

“As medidas tomadas por Melânia e seu esposo Piniano liquidaram uma das maiores fortunas de seu tempo, e com o produto das vendas socorreram os pobres e a Igreja”[iii].

“O caso de Melânia e Piniano serve para ilustrar o quanto o Cristianismo havia conquistado a alta sociedade do Baixo Império, revelando ‘o desprendimento que muitas famílias aristocráticas fazem de suas riquezas em razão de um valor cristão em ascensão: a prática da caridade através da esmola”[iv].

Em 417, Melânia, Albina, sua mãe, e Piniano empreenderam uma peregrinação à Terra Santa, onde conheceram São Jerônimo e suas discípulas, Santa Paula e Santa Eudóxia. A família decidiu ficar então na Palestina. Melânia viveu doze anos em uma ermida próxima ao Monte das Oliveiras, depois em um mosteiro que ali ergueu. Também fez generosas doações ao receber o dinheiro da venda de outras propriedades na Espanha, fundando vários mosteiros, tanto para homens quanto para mulheres.

Sua mãe faleceu em 431, seu marido em 432, e ela entregou sua alma a Deus em Jerusalém, no dia 31 de dezembro de 439, quando se celebra sua festa.

Quando Deus nos permite possuir bens materiais — evidentemente sempre de modo lícito —, quer que os empreguemos ao serviço d’Ele e da Cristandade. Esse é o grande exemplo que Santa Melânia nos dá e que deve causar espanto aos protagonistas da corrupção que assola atualmente o Brasil.
____________

[i] Blázquez Martinez, Aspectos del ascetismo de Melânia a Jovem, Disponível em http://descargas.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/09259517522450484410046/028099.pdf?incr=1
[ii]Rampolla, Cardinal Mariano,The Life of St. Melania, Translated by E. Leahy, and Edited by Herbert Thurston, SJ. Burns & Gates, 28 Orchard Street London, W. Benziger Bros. New York, Cincinnati, Chicago. 1906 (Italian original: Card. Rampolla, “Santa Melania giuniore”, Roma, 1905). Disponível em http://www.archive.org/stream/MN5140ucmf_10/MN5140ucmf_10_djvu.txt
[iii] Blázquez, op. cit. p. 14.
[iv] Id.Ib., p. 15, in Gustavo Antônio Solimeo – Plinio Maria Solimeo, Santo Agostinho – Sua época, sua vida, sua obra, Petrus, São Paulo, 2009, p. 154.

domingo, 12 de março de 2017

As mídias atuais não vivem no mundo real porque imaginam que o povo gosta do socialismo, essa falsa ilusão que na realidade é injusta, empobrecedora e sanguinária, como se prova pelos casos da Venezuela, Cuba, Coréia do Norte e outras ditaduras existentes ou transformadas (Alemanha nazista e União Soviética).

O cego que guia outro cego
Escrito por Plinio Corrêa de Oliveira na Agência Boa Imprensa, 12 de março de 2017.
“O cego que guia outros”, obra de Sebastian Vrancx (1573-1647), coleção privada, Johnny Van Haeften Ltd., Londres.

Como explicar os enganos da mídia em relação ao Brasil? Por exemplo, a respeito de avaliações prévias a recentes eleições. Em análise antiga, mas muito atual, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira mostra que o engano da mídia consiste em ter os olhos voltados para um Brasil fictício, inautêntico e esquerdista, quando a opinião pública brasileira é conservadora. Eis alguns trechos do artigo no qual ele faz essa análise, publicado na “Folha de S. Paulo” em 6-1-1986.

“As grandes multidões estão exaustas de trabalhar, de penar, de ser constantemente excitadas pelas mídias para emoções paroxísticas que lotem suas horas de lazer. Elas estão exaustas de perambular com espanto no caos dos acontecimentos sem nexo do dia-a-dia religioso, cultural, político, social e econômico de nossa existência moderna. Elas querem fugir de tudo isto que as mídias lhes entrouxam continuamente no espírito, através dos olhos como dos ouvidos. Elas querem sossego, normalidade, despreocupação. E isto as mídias lhes recusam a todo instante. Daí, pelo menos em boa parte, o insucesso.

As mídias, pelo menos no Brasil, não parecem ter aprendido a lição. Elas procedem como se vivessem num grande mito hoje em dia inteiramente vazio de conteúdo real. [...] Imaginando como inteiramente real o mito marxista, mais do que secular, da luta de classes [...].

Na realidade, nossas massas são tranquilas, ordeiras e de boa paz. Elas não têm ojeriza aos ricos nem à polícia. E a indignação que lhes vai na alma contra o Poder público, não é porque este mantém os direitos da grande e média propriedade, mas, pelo contrário, porque não protege a pequena propriedade e a segurança pessoal do homem comum, porque deixa as ruas entregues ao roubo impune, como aliás também à sanha sexual. [...]

O comunismo não desperta nelas [nas massas] a apetência agitada e sôfrega que as mídias imaginam. Mas também, em larga medida, porque o povo — o “povão”, como em certa gíria se diz — deseja que as coisas continuem em sossego, e não que se abrasem num incêndio trágico.

Como se explica que assim se enganaram as mídias?

A meu ver, porque elas têm os olhares postos provalentemente num Brasil fictício. Isto é, o Brasil formado por uma imensa panelinha (perdoe o leitor a contradição dos termos, mas a coisa é assim: uma grande quantidade de pessoas que constitui no Brasil uma minoria proporcionadamente pequena): 1) clérigos e católicos progressistas ou
“bofistas”; 2) uns tantos miliardários comunistas; 3) certos grã-finos idólatras da extravagância, da pornografia sofisticada e dos imprevistos escandalosos; 4) intelectuais que imaginam soprar sempre para a esquerda a última moda; e 5) publicistas de esquerda ou em vias de se tornarem tais.

Em suma, um Brasil inautêntico, pois o Brasil nem é uma panela nem é esquerdista. Mas o Brasil tanto e tanto é descrito como sendo assim, que acabam acreditando na descrição até mesmo os que, por arroubos ideológicos, acabaram fabricando o mito. [...]

E assim são incontáveis os que vão consentindo mais ou menos resignadamente que o Brasil vá resvalando para a esquerda porque, iludidos pelo mito, imaginam que nosso País tem na alma uma preponderância esquerdista… que não existe!

Um povo que se deixa guiar por um mito, máxime tão falso, corre o risco de ter o destino do cego guiado por outro cego, contra o qual advertiu o Divino Salvador (Mt. 15,14)”.

sexta-feira, 10 de março de 2017

TSE estuda implementar medida totalitária e bloquear “influência de igrejas nas eleições"

TSE estuda implementar medida totalitária e bloquear “influência de igrejas nas eleições” , 10 de março de 2017
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político

Lemos o seguinte, no Congresso em Foco:

O uso do poder econômico e a influência que as igrejas exercem em grande parte da sociedade brasileira está na mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A corte eleitoral estuda uma cláusula para bloquear esta relação entre religião e cargos eleitorais, principalmente quando envolve dinheiro.

À agência Reuters, o ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, afirmou que há um uso da religião para influenciar as eleições. Neste caso, não se trata apenas de uso dos recursos financeiros das igrejas, mas da própria estrutura física dos templos.

“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne 100 mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para caçar isso”, disse o ministro à agência.

Está na mira do TSE ainda as doações das igrejas para financiamento de campanhas, ou até mesmo a influência dos líderes religiosos para que os próprios fieis doem para os candidatos. Segundo Gilmar Mendes, há nas igrejas um potencial para abuso de poder econômico de “difícil verificação”, e existe a necessidade do TSE agir.Atualmente, a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso tem 181 deputados e quatro senadores participantes. Na Câmara dos Deputados, a bancada evangélica em 1998 era composta por 47 deputados. Em 2014, foram eleitos 80. Segundo o IBGE, os evangélicos representam 22% dos brasileiros.

A medida acima é totalitária e ditatorial em todos os sentidos, principalmente por ser uma medida seletiva.

Cientes de que a direita tem boa preferência dos evangélicos, buscam censurar a participação política destes últimos.

Se a ideia realmente fosse “limitar o poder econômico”, seria preciso limitar todo uso do poder econômico em eleições. Mas quando a proibição é seletiva, imediatamente surge o cheiro de treta.

Por exemplo, por que não falam do fim da doutrinação escolar? Ora, a doutrinação escolar é uma forma de uso de verba estatal (no uso de “tempo de aula”) para propaganda. Por que mexer com as igrejas mas não com a doutrinação? E a Lei Rouanet? É evidentemente uma forma de adquirir apoio político para a extrema-esquerda. E a proibição de doações de pessoas envolvidas com sindicatos? Os sindicatos também utilizam seu poder econômico em eleições.

Ao falar de proibição de “uso do poder econômico” de apenas um dos lados da guerra política, o TSE se desmoraliza de novo.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Monsenhor Carlo Liberati: O Islã é violento porque o Corão é violento; acabemos com a crença de que existe um Islã moderado

Arcebispo italiano: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”
Escrito por Luis Dufaur (*) no Blog da ABIM  

Mons. Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia (Itália), condenou incisivamente durante uma palestra a chegada massiva de imigrantes islâmicos à Europa.

O arguto prelado identificou a maior culpa pelo drama não nos invasores, mas nos europeus cristãos que lhes abrem não somente os portos e postos de fronteira, mas também as portas da sociedade, produzindo vazios populacionais e de Fé que os seguidores do Corão preenchem com o auxílio de líderes religiosos e civis.

“Em mais dez anos vamos ficar todos muçulmanos por culpa da nossa estultice. A Itália e a Europa vivem no ateísmo, fazem leis contra Deus e promovem tradições próprias do paganismo”, disse.

“Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islã”, acrescentou o bispo emérito de Pompeia.

“Temos uma fé cristã débil. A Igreja não age bem e os seminários estão vazios. Tudo isso pavimenta a estrada para o Islã. Eles têm filhos e nós não. Estamos numa decadência total”, prosseguiu.

Segundo as estatísticas oficiais, em 1970 só havia dois mil muçulmanos na Itália. Hoje eles são mais de dois milhões.

O bispo questionou as ajudas econômicas que organizações eclesiásticas, estatais, europeias e ONGs estão fornecendo aos invasores, enquanto os italianos pobres católicos não são auxiliados.

“Ajudamos logo os que vêm de fora e esquecemo-nos de muitos anciãos italianos que catam alimento nas lixeiras. Eu, se não fosse sacerdote, estaria protestando nas praças”.

“Como pode ser que tantos imigrantes, em vez de agradecer pela comida que lhes damos, jogam-na na rua e passam horas mexendo em seus celulares e até organizam distúrbios?” – perguntou.
O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria 
comanda a batalha de Lepanto.

Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França

Em entrevista ao jornal católico online La Fede Quotidiana, Dom Liberati lembrou que o bispo polonês Pieronek também afirma que a “'Europa corre o risco de ser islamizada”.

Qual é então a solução?

É uma, aliás, a única. Ela encoleriza os falsos cristãos, mas o arcebispo emérito de Pompeia defendeu-a corajosamente:

“Para deter o Islã, que é uma ameaça, devemos todos lembrar aquele glorioso espirito de Lepanto e de Viena que nos permitiu salvar o Ocidente pela mediação de Maria e recitação do Rosário.

“Nós estamos aqui tentando fazer um diálogo impossível e fantasioso com aqueles que querem nos submeter porque nos tratam de infiéis.

“O Islã se baseia no Corão, que prega a submissão dos infiéis. Eu não quero morrer islâmico e sustento que todos nós deveremos empunhar a espada da fé e da verdade.

“O Islã é violento porque o Corão é violento; acabemos com a crença de que existe um Islã moderado”, concluiu.

( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Os ambientalistas querem que você coma barata no pão ou na farinha em nome da proteção ao meio ambiente. Está faltando cérebro para essa gente

Escrito por Luis Dufaur*

Comer barata está no cardápio do nojo do mundo "verde".

Pesquisadoras estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) acertaram o passo com o bafo das centrais ambientalistas mais radicais favorecidas pela ONU e ONGs.

As alunas de Engenharia Química de Alimentos, desenvolveram uma farinha feita de baratas ! (sic!), noticiou a revista Galileu da Editora Globo.

O pretexto é que essa farinha possui 40% mais proteínas do que a farinha de trigo. 

O sofisma é reforçado com o espantalho bem do gosto do extremismo ambientalista de que a Terra ou diminui drasticamente a população ou a humanidade passará fome.

A Organização das Nações Unidas (ONU) anuncia que se a humanidade segue crescendo por volta de 2050, a população mundial sofrerá escassez alimentar.

O blefe é continuamente desmentido pelos fatos, mas o ecologismo radical não entrega os pontos diante da linguagem da evidência. 

Hoje o Brasil sozinho produz alimentos para por volta de um bilhão e meio de pessoas. E vai para muito mais.

Baratas secas usadas na produção de farinha são criadas em Betim.
A “solução” das pesquisadoras para o “bicho papão” da Terra incapaz de alimentar os humanos, foi a velha ideia dos grupos ambientalistas mais radicais para rebaixar o homem: comer insetos como os índios mais degradados.

“Insetos são muito mais disponíveis. A quantidade de alimento que precisam é menor, assim como o tempo que demoram pra crescer” explicou à Galileu a orientadora da pesquisa, Myrian Salas Mellado.
As baratas usadas não são as que aparecem pelos ralos e esgotos, mas de uma variedade diferente não menos repugnante. 

As baratas chegam desidratadas e são trituradas. O resultante é peneirado e misturado à farinha de trigo para fazer pães.

O produto ainda não tem a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [ANVISA] para o consumo humano, mas o processo de aprovação está em andamento, disse a pesquisadora Andressa Lucas à Galileu .

As duas alunas planejam introduzir insetos como o grilo e o besouro tenébrio, na alimentação humana.

Veja o cardápio que o ecologismo lhe está preparando:


José Graziano da Silva, diretor da FAO, elogiou proposta
De fato, a organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) vem propondo reformar a gastronomia mundial para reduzir a poluição, já há vários anos. 

O objetivo seria acostumar os homens comer insetos como besouros. gafanhotos e formigas em vez de carne bovina e suína, porque o gado é tido arbitrariamente em conta de “aquecedor do planeta”. 

Num relatório de 200 páginas divulgado em Roma, a FAO defendeu que comer insetos beneficia o meio ambiente enquanto o gado consome vegetais e ração demais. 

O então diretor do organismo, o brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no gabinete do presidente Lula e ex-responsável do Programa Fome Zero, disse que para combater a fome no mundo grilos e formigas são “essenciais”.

Mais sobre o tema em:


Prato de insetos em Laos
Mas, acrescentou, deveriam ser “mais integrados com as políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”, obviamente com reforma agrária e ambientalismo. 

O trabalho foi realizado com a colaboração da Universidade de Wageningen, na Holanda.

Ele foi apresentado em Roma durante a Conferência Internacional sobre as florestas para a segurança alimentar e nutrição, segundo informou na época a Folha de S.Paulo.

Escorpião e gusanos de seda para consumo humano em Kunming, China
O documento elogia os insetos por se alimentarem de “resíduos, lixo humano, compostagem e chorume animal”. 

“Os insetos estão em todo lugar e se reproduzem rapidamente”, elogia a FAO, acrescentando que eles deixam “pequena pegada ambiental”. 

O Programa de Insetos Comestíveis agora lançado também examina o potencial alimentar de aranhas e escorpiões, embora não sejam considerados insetos.

Ministro do Gabão Gabriel Tchango apresentado o relatório da FAO.
Projeto parece horrorizar até os promotores
A FAO reconhece que muitas pessoas que “podem não gostar da ideia de consumir insetos podem já tê-los ingerido em algum momento na vida, já que muitos são engolidos inadvertidamente”.

Mas isso é um acidente repugnante.

Entretanto, para os militantes do ambientalismo radical propostas como esta preanunciam o futuro. 

* Luis Dufaur: Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

Tags: alimentos alternativos, ambientalismo, FAO, José Graziano, ONU, reforma agrária, tribalismo

quinta-feira, 2 de março de 2017

Assista ao vídeo do discurso do Presidente Donald Trump. Uma hora de discurso, legendado, emocionante para todos os americanos. Ele foi cuidadoso nas propostas de governo. Disse que vai melhorar o Obamacare. Foi aplaudido de pé por todos. Como foi que ele se tornou Presidente sem nunca ter sido candidato anteriormente?

quinta-feira, março 02, 2017
A LUTA DE DONALD TRUMP CONTRA O "O ESTADO PROFUNDO", A SOLERTE ARTICULAÇÃO DA CANALHA ESQUERDISTA-GLOBALISTA DENTRO DOS EUA.
Escrito por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio Amorim
Os vídeos do evento no Congresso. Acima o momento da entrada do Presidente Donald Trump, os longos aplausos e os momentos mais emocionantes. Abaixo do vídeo do discurso completo com legendas em português.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como todos sabem discursou na noite da última terça-feira para o Congresso. Creio que a maioria dos estimados leitores viu e ouviu o discurso pela terlevisão. A Fake News transmitiu ao vivo. Todavia decidi postar aqui no blog o discurso completo de Trump com legendas em português e, claro, sem aqueles comentários idiotas dos jornalistas da Fake News, sempre preocupados em encontrar chifres em cabeça de jumento. Quem viu a transmissão pela televisão constatou que os ditos cujos tiveram que se contentar e proferir abobrinhas. Afinal, Trump foi demolidor, incisivo, porém calmo e educado.

Mas foi Dow Jones, como noticiei aqui no blog, que se encarregou de atirar no lixo as análises que estão nos sites da grande imprensa nacional e internacional. A bolsa bombou bafejada pelo discurso do Presidente Donald Trump, enquanto pesquisa publicada pela CNN realizada logo após a fala de Trump reflete a verdade dos fatos. Donald Trump está dando um banho, como se diz na gíria. E olhem que é a CNN, também denominada Clinton News Network, face seu escandaloso contubérnio com o Partido Democrata e seus bate-paus esquerdistas. Vejam os números desta pesquisa:

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
A alocução de Donald Trump ao Congresso é um evento histórico. Trump não é apenas mais um Presidente dos Estados Unidos, mas uma dádiva que se derrama sobre todo o mundo ocidental. É uma espécie de anjo da guarda que de repente apareceu para evitar que a nossa civilização ocidental seja transformada num circo de horrores. A Europa sob o comando de União Europeia chefiada pela comuno-globalista Angela Merkel e seus sequazes, dentre eles os títeres do Partido Democrata de Obama, Clinton e companhia, já se transformou num inferno sob o domínio do terror islâmico.

O mesmo esquema já estava pronto para explodir os Estados Unidos. Faltava muito pouco. Eis que surge Donald Trump e o panorama mudou de repente com reflexos na Europa onde os partidos conservadores começam a liderar todas as pesquisas.

O 'ESTADO PROFUNDO'É o efeito Trump. Daí a mobilização da grande mídia internacional para tentar desqualificá-lo. E o esquema é grande e violento. Tanto é que já se fala cada vez mais nos Estados Unidos sobre a existência de um "Deep State", ou seja, um "Estado Profundo", manipulado pelos quadros de carreira, os funcionários, diretores e assessores dos diversos organismos públicos e agências de inteligência americanos que agem nos porões articulados com os grandes veículos de mídia. Do "Deep State" são vazadas "informações" diretamente para jornalistas dos grandes veículos. Eles publicam. Posteriormente enviam seus repórteres para ouvir determinados funcionários sobre o teor do vazamento. Esse funcionário, normalmente um diretor e quiçá quem vazou, diz apenas que o que foi vazado não é tudo e que estaria pela metade. Com isso, está confirmando, conferindo veracidade a uma "fake news", notícia falsa destinada a desgastar o governo Trump. 

Estas informações que estou postando aqui podem ser conferidas num extenso artigo publicado no site Breitbart. Para se medir o alcance desse site basta verificar que há postagens que possuem 2, 3, 4 mil ou mais comentários de leitores. Algo surpreendente e que bota no bolso todos os maiores sites noticiosos aqui do Brasil e de boa parte deles no resto do mundo.

Enfim. É isto que está acontecendo nos Estados Unidos. E tudo isso dá uma ideia do tamanho do esquema globalista que vem sendo impulsionado pela União Europeia e a ONU em conluio com os veículos de mídia e seus jornalistas e mega corporações transnacionais. 

O que acabo de discorrer nesta postagem é o que no jargão jornalístico se qualifica como uma "pauta" de excelência. Mas os leitores me perguntariam: mas por que não a executam? Ora, porque é exatamente contrária aos interesses do esquema globalista que, nestas alturas, é quem sustenta os grandes veículos de mídia detonados pela corrosiva ação da internet, sobretudo dos blogs e sites independentes e as redes sociais. Por enquanto provavelmente a dita mainstream media tem a sua sobrevida com base na veiculação de anúncios de mega corporações comparsas do esquema globalista já que vislumbra um mundo 'sem fronteiras' com as pessoas fugindo da própria sombra, trancafiadas em suas casas e sob os ditames da sharia. Nem Orwell sonhou com um troço desses.

Nos meus mais de 45 anos de jornalismo é a primeira vez que vejo ao vivo e em cores eventos desta natureza. Na verdade já se vive uma guerra mundial, porém sem bombas e fuzis. Por enquanto...

O futuro da Civilização Ocidental está nas mãos de apenas um homem: Donald Trump.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Leia entrevista de James Delingpole, o arauto da liberdade que detona a idiotia ecológica. Veja como os ecologistas querem desfilar no carnaval.

Terça-feira, fevereiro 28, 2017
JAMES DELINGPOLE, O ARAUTO DA LIBERDADE QUE DETONA A IDIOTIA ECOLÓGICA.
Escrito por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio Amorim
Zapeando pela internet acabei encontrando um entrevista concedida à revista Veja, em 2012, pelo jornalista, escritor e novelista inglês James Delingpole, autor do livro “Watermelons’” (Os melancias) detonando o “ecochatismo”, ou seja, o movimento ambientalista que prega a extinção dos seres humanos. 
Segundo esses malucos, os seres humanos são os maiores inimigos da Terra. Logo, a população terráquea tem de ser diminuída a um patamar ínfimo. Daí as insistentes campanhas pró-aborto e casamento homossexual que seguem na esteira do pensamento politicamente correto turbinado pelos hipsters esquerdistas da grande mídia incluindo Hollywood e seus oscaritos.
Providencialmente o jornalista Michelson Borges, religioso adventista que edita o blog “Criacionismo”, publicou a entrevista de James Delingpole em 18 de junho de 2012, algo impossível de acontecer agora, isto é, depois que o passaralho vermelho deu um voo rasante sobre a redação da revista Veja. A mostrar o quanto que a grande imprensa, agora em sua totalidade, foi dominada pela canalhada globalista, ou seja, os neo-comunistas do século XXI que manejam a União Europeia, ONU, OEA e controlam os ditos “blocos econômicos”, primeiros ensaios destinados a destruir os “Estados-Nação”. 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Leia 35 perguntas que respondidas dizem: A GloboNews, seguindo o princípio da Rede Globo, apresenta-se como um canal do movimento socialista brasileiro e não mede esforços em dar voz aos artistas, grupos, lideranças, partidos e governos de esquerda, lutando, assim, contra os pensamentos conservadores e liberais.

Escrito por Aluizio Amorim no Blog do Aluizio Amorim
João Cesar de Melo, do Ilisp - Instituto Liberal de São Paulo, um artista plástico, formado em arquitetura e articulista, decidiu passar a limpo da Globo News, aquela que nunca desliga, ou seja, produzfake news 24 horas por dia. Mas a gota d'água que fez cair a máscara dessa emissora de TV foi a retumbante guinada conservadora que se verifica em todo o mundo ocidental. Mormente a eleição de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, evento que arrancou a derradeira máscara da dita 'isenção jornalística'. Não sobrou um só jornalista de verdade na grande mídia, com exceção da Fox News nos Estados Unidos, que ainda possui programas que metem o dedo na ferida e que denunciam sem qualquer rodeio os vassalos de Marx, Lenin, Fidel e criminosos similares.
João Cesar de Melo deu-se ao trabalho de ler Os Princípios Editoriais do Grupo Globo, onde esse conglomerado de mídia apresenta os quesitos necessários da informação de qualidade, descrevendo o que seria um jornalismo imparcial.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Os esquerdistas te odeiam. Querem vê-lo escravizado e obediente, se não morto. Não se deixem enganar pelos seus ultrajes fabricados. Aceitem a verdade de que, se os deixarmos ganhar, passaremos o resto de nossas vidas com uma bota gigante pressionada em nosso rosto coletivo. Precisamos estar preparados para lutar.

ESCRITO POR KURT SCHILICHTER | 13 FEVEREIRO 2017 | no site Mídia Sem Máscara
Basta dizer algo positivo sobre a América ou Jesus e eles virão pululando como gafanhotos.

O engraçado é que qualquer um que se oponha a eles é um "nazista"

Eles te odeiam.

Os esquerdistas não apenas discordam de você. Eles não apenas sentem que você está equivocado. Eles não pensam que você está simplesmente errado. Eles te odeiam. Eles querem vê-lo escravizado e obediente, se não morto. Uma vez que você entenda isto, tudo que está acontecendo agora fará sentido. E você vai entender o que precisa estar pronto a fazer.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

CHINA TEM CENTRAL DE DROGAS QUÍMICAS PARA AVASSALAR O PAÍS E O MUNDO

Uma central de drogas químicas para avassalar o país e o mundo
Postado por Luis Dufaur* às 05:30, 7/2/2017, no Pesadelo Chinês
21 membros do PC dominavam a droga. Foram substituídos por colegas do mesmo Partido
21 membros do PC dominavam a droga. Foram substituídos por colegas do mesmo Partido



























A cidade de Boshe, situada na província costeira de Guangzhou, perto de Hong Kong tornou-se famosa pelos seus suntuosos templos com monstros míticos rebuscados, deuses e artísticas paisagens, telhados ornados com pequenas esculturas de dragões, e pavões em cores vivas. 

As imagens continuavam a tradição pagã da China, que mistura arte e símbolos demoníacos. Os templos “foram construídos pelas famílias para homenagear os antepassados. É a única aldeia da região com tantos templos. O normal é um ou dois”, explicou um jovem ao jornalista de “El Mundo”.

Mas, na era comunista, Boshe adquiriu outra face. Os responsáveis pelo Partido Comunista Chinês (PCC), até seu chefe local, Cai Dongjia, transformaram a poética aldeia numa central de produção de drogas sintéticas.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A parábola das quatro estações

AS QUATRO ESTAÇÕES
Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.

Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde havia muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano.

O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.

Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.

O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Quem é feliz tem muitos filhos, vida longa, riqueza ..., mas não só ...

A FELICIDADE NO REINO
Escrito por Pe. Flávio Cavalca de Castrro - C. Ss.R* 
A busca da felicidade é que motiva e orienta toda a vida humana. O que não é de estranhar porque fomos criados para a felicidade. Importante, pois, é saber onde está a felicidade e chegar a ela.

Simplificando muito, percebemos uma evolução das ideias no Antigo Testamento. Felicidade é servir a Deus e seguir seus caminhos. Quem o faz, e feliz tem muitos filhos, longa vida, celeiros repletos, frandes rebanhos... Aos poucos foi ficando claro que nem sempre era essa a recompensa dos amigos de Deus. Mas eles podiam ser felizes mesmo sem filhos, nem riquezas, nem saúde. A felicidade podia estar na fecundidade espiritual, na vida de bondade e de justiça, na paz da consciência, na fraternidade, e em tantos bens que não nos podem ser roubados.

Jesus anuncia a chegada do Reino de Deus, a ação poderosa do Senhor para nos trazer salvação e felicidade, a realização das promessas.

O início do capítulo quinto do Evangelho de Mateus traz a proclamação da lei definitiva da felicidade. "Vendo a multidão, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. Começou então a falar e os ensinava assim": Feliz é quem tem um coração de pobre, e não põe sua felicidade nas riquezas. Feliz é quem tem sua consolação em Deus. Feliz é quem não se deixa levar pela violência. Feliz é quem procura em tudo seguir a vontade de Deus. Feliz é quem tem o coração livre do pecado. Feliz é quem promove a paz. Feliz é quem, mesmo sendo perseguido, faz o que é certo.

Todos queremos a felicidade, a verdadeira. Esse tem de ser nosso objetivo na vida: a felicidade possível agora, a felicidade completa para sempre. Jesus aponta-nos um caminho, ou melhor, o caminho, o único possível. Não só nessa passagem de Mateus, mas em todo o seu anúncio de salvação.

*Fonte: Semanário Litúrgico da Igreja Católica do Brasil, 29/01/2017

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PETIÇÃO PARA GARANTIR A VIDA DO NASCITURO

PETIÇÃO PARA GARANTIR A VIDA DO NASCITURO
Autoria IPCO, 26 de janeiro de 2017
Contra a decisão do STF, que permitiu o aborto até o 3º mês de gestação, uma das faixas ostentadas na manifestação na Av. Paulista no dia 4 de dezembro de 2016 [Foto PRC]
Contra a decisão do STF, que permitiu o aborto até o 3º mês de gestação, uma das faixas ostentadas na manifestação na Av. Paulista no dia 4 de dezembro de 2016
Iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promove abaixo-assinado a fim de se obter um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) para garantir a vida do nascituro desde a concepção. 

Na tripartição dos poderes, proposta por Montesquieu e aplicada por aqui, cabe ao parlamento legislar, incorporando as demandas da sociedade às leis do país. Ao judiciário, cabe julgar os fatos, aplicando as leis que foram votadas pelo parlamento.

Não cabe ao judiciário criar leis segundo critérios de seus integrantes, muitos deles influenciados pela onda do “politicamente correto”. A função de criar leis é do legislativo, cujos integrantes foram votados em eleições e recebem, com isso, um mandato para representar a vontade de seus eleitores. Ao menos, assim deveria ser em uma democracia.

Infelizmente, não é isso que temos visto no Brasil.

Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) cria jurisprudência — uma decisão que pode ser citada por outros juízes e tribunais como um precedente — para possibilitar que o aborto seja permitido em todo o território nacional até os três meses de vida do bebê.

Já a legislação nacional, votada pelo Parlamento, é taxativa ao considerar o aborto como crime em qualquer momento da gestação. Mas aqueles que deveriam velar pelo cumprimento estrito da lei, interpretando-a segundo a intenção de quem a promulgou, consideraram-na inadequada para o contexto social em que vivemos.

Tratou-se, então, de interpretá-la segundo os critérios mais amplos da Constituição. Tão amplos como amplos são os conceitos de “direitos humanos”, “igualdade” etc.

Se a interpretação pode ir contra a vontade do legislador e até mesmo contra a própria letra da lei, de que importa a lei? Torna-se um mero dispositivo que será usado pelo seu intérprete para impor uma nova concepção de sociedade, mesmo que em oposição à esmagadora maioria da população a quem ambos, em uma democracia, devem servir, tanto o legislador e sua lei, como o juiz, que é o seu intérprete.

O voto vencedor foi proferido pelo Min. Luís Roberto Barroso, o mesmo que, em algumas ocasiões, disse que caberia ao STF o papel de uma vanguarda iluminista. Sobre isso, caberia perguntar: a quem serve essa vanguarda iluminista?

Participe do abaixo-assinado
Jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, empregando seus dias de férias escolares, em Caravanas percorrem regiões do Brasil para coletar assinaturas para a mencionada PEC. Mas você também pode participar por meio do link abaixo. Preencha o formulário, coloque seu nome e compartilhe essa petição. Vamos fazer algo para barrar a tal “vanguarda da morte” e, assim, garantir a vida do inocente no ventre materno!
Plinio Correa de Oliveira


[texto do abaixo-assinado]
SENHORES CONGRESSISTAS,
— tendo em vista as inúmeras tentativas de liberar ou de ampliar o aborto no Brasil, seja através de decisões judiciais ou de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional; 
— tendo em vista que o aborto voluntário constitui um assassinato de uma criança inocente, uma grave violação da Lei Natural e da Lei de Deus, sendo contrário ao desejo da imensa maioria de nossa população.

Nós, abaixo-assinados, solicitamos que seja aprovada uma emenda constitucional que proteja a vida das crianças que ainda estão no ventre materno.

Nesse sentido, pedimos que o aborto continue proibido em nosso País para garantir a vida do nascituro, sem permitir que sejam ampliados os casos em que o aborto, pela legislação atual, não é punido.

Senhores Congressistas, nascer também é um direito, um direito fundamental, e precisa ser defendido em nossa Constituição de forma clara, para que não se torne mais um dos direitos negligenciados e para que, em nosso Brasil, seja a defesa da vida dos indefesos uma das estrelas que brilham, em nosso firmamento, ao lado do Cruzeiro do Sul.
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Não deixe de assinar. Click aqui

domingo, 22 de janeiro de 2017

Discurso de posse de Donald Trump - Linguagem direta ao povo, clara, sem uso de termos da linguagem falsa do "politicamente correto", sem leitura. Excelente discurso


Escrito por Donald Trump

Traduzido e comentado por Filipe G. Martins
Presidente da Suprema Corte, Juiz Roberts; Presidente Carter; Presidente Clinton; Presidente Bush; Presidente Obama; meus concidadãos dos Estados Unidos da América; e cidadãos de todo o mundo; muito obrigado.
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Nós, o povo americano, estamos nos unindo hoje em um esforço para reconstruir o nosso país e restaurar a esperança para todos os americanos. Juntos, iremos determinar os rumos da América e influenciar a direção do mundo por muitos e muitos anos. Não tenham dúvidas de que teremos de enfrentar desafios e que momentos difíceis virão, mas nós faremos o que tem de ser feito e alcançaremos êxito e sucesso.

De quatro em quatro anos, nos reunimos nestas escadas para realizar uma transferência pacífica e ordeira do poder e, hoje, somos gratos ao Presidente Obama e à sua esposa, Michelle, pela ajuda que nos ofereceram durante a transição. Meus agradecimentos!

A cerimônia de hoje, entretanto, tem um significado muito especial, pois hoje não estamos assistindo apenas a transferência de poder de um presidente para outro; estamos assistindo a transferência de poder de Washington para vocês, o povo americano.

Por muito tempo, um pequeno grupo encastelado na capital do nosso país desfrutou das benesses do poder, colocando as despesas e os custos desses privilégios sobre as costas cansadas do povo americano.