quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hitler era um esquerdista. Irmão siamês dos comunistas. O ódio dele era o mesmo ódio dos comunistas. Veja como a extrema esquerda atual está voltando com o maior ídolo deles: Hitler

Escrito e publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Mais um vídeo traduzido pela sempre sensacional Embaixada da Resistência. Afinal, resistir é preciso. No desenho animado com duração de pouco mais de 5 minutos que está aí acima é possível matar a charada, como se diz na gíria.

Hitler retorna ao século XXI e jura de pés juntos que não é mais nazista, mas que se transformou num arauto da "diversidade", conceito estranho e ao mesmo tempo aplicável a qualquer área do conhecimento, indo da "diversidade bundalelê" que nega a distinção entre os gêneros masculino e feminino (diversidade sexual) até o denominado "multiculturalismo" ou "diversidade cultural".

Desta feita, Hitler retorna não para pregar o nazismo mas a "diversidade", ou seja, o "nazismo bundalelê" que detona os Estados-Nação, eliminando as fronteiras e, com isto, decretando a morte da "cultura ocidental" por meio da miscigenação forçada para dar lugar a um governo mundial. Essa agenda tem o apoio de todos os partidos esquerdistas do mundo inteiro.

Vejam o vídeo e entendam o que está em jogo. É um bom começo para compreender o que de fato está acontecendo e o nível de avanço dessa "engenharia social" manipulada pelo movimento "globalista" do qual a ONU e a União Européia são no momento pontas de lança.

Como já afirmei aqui no blog, estou selecionando alguns vídeos para postagem de forma a levar até os leitores a abordagem de temas como o 'globalismo', assunto que a grande mídia escamoteia. Afinal, a dita mainstream media e seus jornalistas de aluguel fazem parte fazem parte do esquema. A morte da cultura ocidental é a tábua de salvação para esses velhacos. Afinal as grandes corporações são grandes interessadas no esquema e potenciais anunciantes que sustentam a grande mídia no mundo inteiro.

Hitler está de fato revivido na "diversidade", um das dezenas de conceitos criados nos laboratórios da ONU e da União Europeia baseados no deletério "pensamento politicamente correto."

Conceitos não são apenas palavreados. Afinal, é por meio dos conceitos que damos nomes às coisas e as identificamos, como nos ensina a epistemologia no que concerne ao processo cognitivo.

Na atual etapa as pessoas passam por uma verdadeira lavagem cerebral. Isso pode-se constatar por aquilo que é propalado pelos meios de comunicação não apenas no tocante ao noticiário, mas também aos ditos produtos "culturais", como novelas, programas de auditório, cinema, teatro e o show business com destaque para as "artes" em geral.

Na escala de prioridades do movimento "globalista" em primeiro lugar estão a grande mídia e o sistema educacional. Nestes os globalistas reinam praticamente absolutos. A contraposição aparece apenas na internet no âmbito das redes sociais, blogs e sites independentes e conservadores.

A luta pela defesa da nossa liberdade passa em primeiro lugar pelo entendimento do que esses novos "conceitos" têm em mira.

Postado por Aluizio Amorim às11/16/2017 01:46:00 AM

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É melhor "Jair se acostumando" vira tema do cancioneiro popular sulista na voz do cantor e compositor catarinense Jucemar da Silva.

"É MELHOR 'JAIR' SE ACOSTUMANDO" VIRA TEMA DO CANCIONEIRO POPULAR SULISTA NA VOZ DO CANTOR E COMPOSITOR CATARINENSE JUCEMAR DA SILVA.
Escrito e publicado no Blog Aluizio Amorim
À medida em que o tempo vai passando célere rumo a 2018 a pré-candidatura presidencial do deputado Jair Messias Bolsonaro vai rasgando fronteiras e se espraia pelo Brasil inteiro. Esta é uma verdade insofismável.

Tanto é que que inspirou um artista catarinense compositor e intérprete da música popular regional do Sul do Brasil. Trata-se de Jucemar da Silva, de Araranguá, cidade do extremo-sul de Santa Catarina, que compôs e acaba de gravar "É Melhor Jair se Acostumando".

O título da música é o grito de guerra dos apoiadores do presidenciável baseado no seu primeiro nome "Jair", junção do advérbio 'já' com o verbo 'ir'. Como podem reparar a letra da música resume em versos o estado de degenerescência moral, política e econômica em que o desgoverno do PT mergulhou o Brasil e que veio à tona após a descoberta do 'petrolão' pela Operação Lava Jato.

E, como não poderia deixar de ser, o refrão da música adverte: "É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro/ está chegando pra fazer o Brasil mudar/ É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro está chegando/ e o Brasil vai melhorar.

sábado, 11 de novembro de 2017

ANTIFA: Grupo radical comunista - A origem da organização pode ser rastreada a partir da ‘frente unida’ da Internacional Comunista da União Soviética

Antifa: a origem comunista do grupo radical
Escrito por Joshua Philipp, 11 de novembro de 2017 - 18:20:44, publicado no Mídia Sem Máscara
Membro do grupo radical Antifa vandaliza fachada de uma loja em Nantes, na França, em 14 de fevereiro de 2014. (Frank Perry/AFP/Getty Images)

O grupo extremista anarco-comunista Antifa esteve presente nas manchetes devido aos recentes confrontos violentos em Charlottesville, na Virgínia. No entanto, embora a organização tenha sido aplaudida por alguns meios de comunicação de esquerda por incluir nacionalistas brancos e neonazistas em sua lista de alvos, a organização nem sempre combateu o fascismo, como afirma.

A organização era anteriormente parte da frente de operações da União Soviética para implantar uma ditadura comunista na Alemanha, e que rotulou todos os partidos rivais como ‘fascistas’.

domingo, 5 de novembro de 2017

Regalia, crueldade e falsidade são os três traços do movimento revolucionário socialista que sangrou a Rússia, Alemanha, Cuba, Venezuela e que avançam no Brasil.

TRÊS FACES DA REVOLUÇÃO
Escrito por Plinio Corrêa de Oliveira e publicado na ABIM
Como sucessivas vezes temos exposto em Catolicismo, a explosão protestante do século XVI, a Revolução Francesa, a Revolução comunista constituem como que as três fases de um imenso movimento, uno pelo espírito, pelos objetivos e até pelos métodos.

Na figura de três de seus chefes, a secção “Ambientes, Costumes, Civilizações” procura fazer ver hoje alguns dos traços de alma desse movimento, isto é, algo do espírito da Revolução.
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No retrato de Lutero morto (quadro de Lucas Fortnagel, Biblioteca da Universidade de Leipzig), uma análise detida revela, na grosseria dos traços, a nota característica do demagogo cheio de si, do arruaceiro cuja pregação tantos erros e tanta revolta espalhou, e tanto sangue fez verter. Mas a impressão que salta desde logo aos olhos, e se torna definitiva no espírito do observador, é a sensualidade, o amor exagerado aos regalos de toda ordem, que provoca já no primeiro olhar uma sensação confrangedora.
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Em Robespierre,cuja máscara mortuária conservada no Museu Tussaud aqui reproduzimos, o que se exprime principalmente é o ódio. Um ódio tão profundo, tão avassalador, que, sem ter abolido a sensualidade, constitui a nota dominante da fisionomia. Esses lábios cerrados para sempre parecem entretanto ainda destilar algo das pregações de violência e de morte da era do Terror. Esses olhos que já não veem parecem conservar uma expressão de ódio viperino. A fronte abaulada dá a sensação de ainda ruminar peças oratórias incendiárias e planos de subversão. Ele todo não é senão ódio igualitário, tanto no plano especulativo como no militante, desejo imenso de destruir tudo quanto, a qualquer título, lhe é superior.
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O terceiro clichê apresenta Ernesto “Che” Guevara, o argentino transplantado para Cuba, que exprime tão autenticamente o cunho marxista da revolução cubana.

Os cabelos, que parecem não ser de há muito nem cortados nem lavados, um bigode ralo e esfiapado cujas extremidades acabam por se unir a uma barbicha de contornos incertos, formando tudo para o rosto uma só moldura de desalinho e desordem, causam repulsa instintiva, mas visam despertar uma impressão de naturalidade e despretensão, levada ao extremo.

De sua parte, o olhar, de uma luminosidade incomum, e o sorriso procuram dar uma certa idéia de bonomia e afabilidade um pouco mística.

Este homem dulçuroso é um dos suportes do regime do “paredón” onde tantas vítimas têm sido cruelmente imoladas. Do regime que esta movendo contra a Igreja uma perseguição inteiramente do estilo de Robespierre ou de Lenine.
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Se a fisionomia de Lutero exprime sobretudo a avidez dos prazeres do corpo, e a de Robespierre sobretudo o ódio igualitário, a de “Che” Guevara representa uma das máscaras mais recentes da Revolução, isto é, a bonomia insincera, a velar a pior das violências.
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Fonte: Catolicismo, Nº 121, Janeiro/1961

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Maduro, o colombiano ditador da Venezuela, chegará, em breve, ao estágio do socialista que mais conseguiu sucesso nas Américas: Fidel Castro.

Publicado no Site Ceticismo Político
A vida de um líder socialista é sempre assim: destruir a vida do povo enquanto conquista mais totalitarismo. Quanto menos liberdade para o povo, mais ele vai vivendo bem. O caos não é um problema, mas uma consequência esperada do projeto.

Como vemos na Exame, a Venezuela atingiu uma meta do socialismo, e, sob extremo controle de Maduro, agora só tem o caos. O país registrou em outubro uma inflação de 50,6% em relação ao mês anterior, entrando tecnicamente em hiperinflação, ao superar, pela primeira vez na história do país, uma alta de preços acima de 50% em um único mês.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Econométrica, que, com a Assembleia Nacional, controlado pela oposição, e outras entidades privadas, oferece periodicamente um cálculo de inflação no país, já que o Banco Central não divulga mais o índice.

“Com a inflação geral de outubro de 2017, de 50,6% em relação a setembro, a Venezuela entra na definição técnica de hiperinflação proposta por Philip Cagan”, publicou a Econométrica no Twitter, citando o economista americano que criou o conceito em 1956.

Os líderes do país estão sendo avisados há anos que o país caminharia para a hiperinflação. Este seria um resultado óbvio da emissão descontrolada de dinheiro por parte do Banco Central e da falta de produtos no mercado por causa da queda da produção.

Mas quem disse que Maduro está ligando? Ele está morrendo de rir, pois ontem, um dia antes do anúncio da hiperinflação, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou um reajuste de 30% no salário mínimo, o quinto reajuste feito apenas neste ano.

Agora, o salário mínimo no país é de 177.507 bolívares, equivalente a US$ 53 na taxa oficial de câmbio. No mercado paralelo, no entanto, onde o bolívar é muito mais desvalorizado, o montante equivale a apenas US$ 4.

“Esses aumentos não são genuínos, mas nominais, e as pessoas não podem comprar os produtos”, disse o presidente da Comissão de Finanças da Assembleia Nacional, o economista José Guerra. No fundo, Maduro apenas maquia a realidade, enquanto vai curtindo a vida às custas do sofrimento do povo.

“Esse é um caminho que nos leva para o buraco porque não resolve o problema de fundo, que é a inflação. O governo não tem capacidade de fazê-lo. É hora de apresentar um programa econômico que reduza a inflação”, afirmou Guerra. Mas de novo: quem disse que Maduro precisa reduzir a inflação se o objetivo é apenas o poder totalitário?

É preciso abandonar a inocência. Na Venezuela o socialismo deu certo. O povo hoje é escravo de Maduro. Ele não quer outra vida além dessa. Game over. O socialismo funcionou por lá. Agora é aprender para não deixarmos eles fazerem o mesmo por aqui.

Como socialista raiz, Maduro apenas está curtindo a vida adoidado às custas do sofrimento do povo. Em breve ele chega ao estágio do socialista que mais conseguiu sucesso nas Américas: Fidel Castro.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Cremação: indício da atual descristianização

Cremação: indício da atual descristianização
Postado por Nelson Ribeiro Fragelli na ABIM
Georges D. era aposentado, gozava de boa pensão e possuía atraente cultura. Bom observador, sua acuidade penetrava a realidade dos acontecimentos, degustava-a, e, ao narrá-la, integrava seus interlocutores na cena descrita. Quem o ouvia tinha a impressão de ter participado no evento narrado.

Os amigos renunciavam ao teatro ou ao futebol para estar num domingo à tarde com ele. Francês de velha estirpe burguesa, Georges manejava com naturalidade e despretensão a arte da conversa. Nascido e criado na Lorena, próximo da fronteira alemã, começara ainda moço sua carreira de engenheiro de minas, durante a Segunda Guerra Mundial.

Sobreviveu aos dias de provação que se seguiram ao conflito mundial. As dificuldades lhe ensinaram a distinguir as situações e a conhecer as mentalidades. Este conhecimento era o sal de sua conversa. Embora casado havia mais de 50 anos, sua esposa Jeanne também não se cansava de ouvi-lo. Ele era de fato interessante.

Georges faleceu. Não houve enterro – fato que estranhou os amigos, embora ninguém dissesse nada. Houve cremação. Expedita, com orações ecumênicas gravadas em fita magnética e música New Agebanhando com gotas de inquietante mistério aquela despedida. Nenhum ritual piedoso, embora ele e a mulher fossem católicos. Nunca se soube qual dos dois optou pela cremação.

Jeanne depositou as cinzas do marido dentro de uma caixa em forma de livro e “arquivou-a” em sua estante, acima da televisão, na sala de visitas, entre seus volumes de arte culinária. Quem quisesse fazer uma oração ou levar uma flor à sepultura do amigo, relembrar as conversas com ele, as tardes de domingo passadas juntos, seus ditos, a subtilidade de suas observações, não podia.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Geoffrey Leonard Cheschire ou Barão de Cheschire foi um valoroso militar inglês da 2ª Guerra que pesquisou, procurou e encontrou Cristo na Igreja Católica

Militar audaz, altamente condecorado, converteu-se ao catolicismo
Escrito por Plinio Maria Solimeo na ABIM em 24 de outubro de 2017.
Geoffrey Leonard Cheschire [foto] foi um dos homens mais destacados de sua geração. Militar audaz e admirado na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou o mais jovem capitão de grupo da Royal Air Force e um dos pilotos dessa guerra mais altamente condecorados. Entre as honras recebidas, está a Cruz da Vitoria — a mais alta condecoração concedida em toda a Comunidade Britânica por bravura em combate. Ateu, ele se converteu à fé católica e fundou várias obras de caridade.

O capitão Leonard Cheschire, Barão Cheschire desde 1991, nasceu no dia 7 de setembro de 1917 em Chester, no Reino Unido, oriundo de uma família acomodada e de alto nível intelectual. Seu pai, Geoffrey Chevalier Cheschire, era importante jurista que contribuiu de forma notável para a renovação do direito mercantil britânico.

Graduado em jurisprudência pela Universidade de Oxford em 1939, certa vez Leonardo apostou uma cerveja com um amigo, de que seria capaz de caminhar até Paris (excetuando-se o Canal da Mancha) somente com alguns centavos no bolso. E ganhou a aposta. Outra vez, em 1936, em visita à Alemanha, quis assistir a um comício de Hitler, e escandalizou a muitos por não querer fazer a saudação nazista.

Quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava, a RAF (Royal Air Force) recorreu aos campos universitários, para formar pilotos fora de seus quadros. Cheschire alistou-se no esquadrão de sua escola, qualificando-se logo como piloto na Força de Voluntários da Reserva da RAF, em abril de 1937. Promovido três anos depois a oficial aviador no Esquadrão 102, ele participou da Batalha da Inglaterra quando a RAF, em inferioridade numérica diante dos incessantes bombardeios da Luftwaffe, soube aproveitar-se dos erros do inimigo para impedir a invasão do país.
Após bombardear as instalações alemãs perto de Hamburgo, a perícia demonstrada por Cheschire ao voltar à sua base com um avião inteiramente avariado, mereceu-lhe a Ordem do Serviço Distinguido. Ele a receberia em três outras ocasiões, além da Cruz do Serviço de Voo.

Promovido a líder de esquadrão, ordenou a realização de diversas melhorias no Esquadrão 76 da RAF, sob o seu comando, a fim de levantar o moral da unidade. Inspirava tal confiança em seus subordinados, que eles exclamavam: “Somos os pardais de Cheschire”.

Depois de muitos atos de bravura e heroísmo, em julho de 1944 Cheschire recebeu a máxima distinção militar britânica — a Cruz da Vitória —, “pela valentia e determinação de um chefe excepcional”. Ele cumpriu ao todo 102 missões de voo, e sua liderança no mítico Esquadrão 617 — um dos que arrasava as rampas de lançamento dos famosos misseis V1 e V2 alemães — tornou-o uma legenda.

Em junho de 1941 ele se apaixonou por uma atriz americana mais velha do que ele 21 anos, com quem se casou. Como ambos eram ateus, o casamento foi só no civil. Isto deu ensejo a que mais tarde, com o fracasso dessa união e sua conversão à Religião católica, ele se casasse em abril de 1959 na catedral católica de Bombaim (Índia) com Sue Ryder [ao lado foto do casal], também uma convertida ao catolicismo. Eles tiveram dois filhos.
Embora em sua infância Cheschire pertencesse à Igreja da Inglaterra, ele se tornara ateu na juventude. Em 1945, durante uma conversa em um clube de Londres, ele chegou a afirmar que era um absurdo crer na existência de Deus. Alegava que foi o homem quem O inventou para explicar a voz de sua consciência.

Em sua 103ª missão, Cheschire foi como observador ao bombardeamento nuclear de Hiroshima. A violência que presenciou com a bomba atômica levou-o a ter duvidas sobre o futuro da civilização. Queria então fazer algo por ela. Por isso, pouco depois, embora sendo o capitão mais novo da RAF, decidiu abandonar o serviço ativo, alegando razões médicas.

Cheschire começou então a dedicar-se a obras filantrópicas, auxiliando especialmente os ex-combatentes que se encontravam em necessidade. Isso desfechou na criação das Casas VIP, acrônimo do latim Vade in Pace, residências que ajudariam antigos combatentes a começar uma nova vida. Ele foi auxiliado nessa inciativa por Joan Botting, viúva de outro piloto.

Considerando que suas obras ficariam sem sentido se não as amparasse um ideal mais elevado, com a ajuda dessa viúva começou a investigar muitas religiões, entre elas os Adventistas do Sétimo Dia, os Metodistas, a Alta Igreja Anglicana, à procura de uma resposta. Mas não encontrou nelas nenhuma resposta que o convencesse.
Foi então que um ex-combatente da Segunda Guerra lhe pediu um local para morar, enquanto se restabelecia de uma cirurgia. Ao saber que o doente tinha um câncer terminal, Cheschire dedicou-se a ele. E vindo depois a falecer, cuidou de seu funeral. Esse ato de caridade lhe abriu o caminho para a fé, pois nessa ocasião conheceu o livro Um Senhor, uma Fé, escrito por um ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que afirmava: “Eu não pude resistir à reivindicação da Igreja Católica de ser a única verdadeira Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para guardar e ensinar a verdade. Só Ela possui a autoridade e a unidade necessárias para essa vocação divina”. Ao ler essas palavras, Cheschire procurou instruir-se na Religião católica, sendo nela recebido na vigília de Natal de 1948.

Ao ingressar na Igreja católica, Cheschire encontrou o sentido para suas obras. Fiel a Jesus Cristo, dedicou os 44 anos seguintes de sua vida a tornar mais suportável a existência daqueles que sofriam alguma deficiência. Daí surgiu a maior estrutura assistencial britânica para deficientes, excetuando o serviço de saúde publica.

Tornado barão de Cheschire em 1991, Leonardo Cheschire faleceu no dia 31 de julho do ano seguinte, aos 74 anos de idade, vendo sua obra irradiar-se por 50 países.
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sábado, 21 de outubro de 2017

Estatística dos furacões nos EUA: Eles jamais foram resultado de algum aquecimento global (aquecimento global não existe)

Furacão Harvey atinge o Texas

O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões. 

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.
Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos, oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. 

Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência. Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, de há 48 anos.

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas. 

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares. Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura. 

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”. 

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público de France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.
Nicolas Hulot, ativista verde feito ministro de Meio Ambiente da França profetizou um futuro pior
Ele insistiu no ritornelo das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista. 

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos. 

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço. As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe. 

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio. 

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos. 

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana. 

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade. 

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014. 

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição. 

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval. 

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Veja vídeo Bia Kicis-Olavo de Carvalho: Pedofilia, globalismo, direita-esquerda, curso do Olavo de Carvalho e conclua que o objetivo da vida é trabalhar exclusivamente para Deus

Texto publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Este vídeo é a gravação de uma entrevista realizada pela brava e incansável Bia Kicis com Olavo de Carvalho, diretamente da Virgínia, Estados Unidos. Como não poderia deixar de ser o papo está ótimo. Bia Kicis está nos Estados Unidos para participar de evento em New York. Ela explica.

E o título desta postagem?, indagaria o leitor. Esclareço na sequência. É porque o gancho que abre o bate-papo com Olavo de Carvalho gira em torno da inusitada onda bundalelê que varre o Brasil por conta dos tarados esquerdistas da grande mídia e artistas que pretendem impor aos cidadãos brasileiros que as crianças devem ser o objeto de mostras e manifestações ditas "artísticas", onde o destaque são cenas de nudismo e pornografia envolvendo criaturas inocentes.

O nome disso é pedofilia. Quem comanda essa campanha indecente e criminosa são todos os esquerdistas e seus esbirros travestidos de jornalistas, artistas e novelistas das redes de televisão capitaneados pelos irmãos Marinho, donos da Rede Globo. Numa outra frente de ataque estão os ditos "acadêmicos", aqueles conhecidos idiotas que sempre são convidados para opinar na Globo News.

Aliás, nas redes sociais o repúdio a essa onda imoral e criminosa é enorme. Tirante os tarados esquerdistas que constituem evidentemente uma minoria, a esmagadora maioria da população brasileira e de todo o Ocidente deploram essas cenas deletérias elevadas à categoria de arte por meia dúzia de tarados estúpidos e criminosos.

No vídeo porque Olavo de Carvalho explica a origem dessa onda de imoralidade e seu objetivo de poder totalitário sobre todo o planeta a partir de uma "guerra cultural" que tenta detonar os alicerces ético, moral e religioso sobre os quais repousa a matriz cultural que deu vida à "cultura ocidental".

Daí lembrei da velha lenda segundo o qual os comunistas comem criancinhas. Não é à toa que já há um vasto material fotográfico e literário na internet abordando esta lenda, tão velha quanto os comunistas que já nos seus primeiros ataques à cultura ocidental sofreram a repulsa da maioria dos povos da Terra. Mas como são psicopatas os comunistas insistem.

Apesar de repudiados os andróides vermelhos persistem no seu afã de esgarçar o tecido social para enfraquece-lo. Neste momento que estão em baixa no mundo inteiro resolveram criar um novo estratagema totalitário. Desta vez pretendem governar o mundo inteiro. Conceitua-se esse esquema de poder como "globalismo", palavra escamoteada de forma diligente pelo jornalismo a soldo dessa canalhada que agora quer ter o domínio global irrestrito.

De sorte que este vídeo é por isso mesmo essencial. Sem o arroubo dos ditos "intelectuais" das universidades Olavo de Carvalho resume tudo em poucas palavras fornecendo informações valiosas para que todos possam entender o que realmente está acontecendo no mundo. E mais do que isso, para que disponham de conhecimento para compreender e, a partir daí, denunciar toda essa vilania.

Ditador da Turquia admite que o Acordo de Paris não foi formulado em função do clima planetário, mas de inescrupulosos benefícios econômicos.

Escrito por Luis Dufaur
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".

O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House. 

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas. 

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo. 

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira. 

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.
Responsáveis da COP21 comemoram Acordo de Paris. O acordo arranjado com fraudulência deu em fiasco ao pé da letra.
Ele esclareceu ao G20 que o Parlamento de Ancara ainda não se tinha pronunciado, mas que com a decisão americana era muito difícil que aprovasse o acordo. Talvez tivesse em vista alguma barganha econômica com os líderes do G20 ali presentes em troca da assinatura. 

O posicionamento do ditador fundamentalista não acrescenta nada ao que vínhamos descrevendo neste blog.

O Acordo de Paris não foi formulado em função da natureza ou do clima planetário, mas de uma manobra anticivilização ocidental das forças da esquerda. 

Embora procedentes de horizontes ideológicos diversos – islâmicos fundamentalistas, teologias da libertação ou socialistas –, na hora de se unirem contra os restos da civilização ocidental e cristã tais forças fecham fileiras, tirando também inescrupulosos benefícios econômicos.

Postado por Luis Dufaur às 05:30
Luis Dufaur: Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

O Conselho Federal de Psicologia é o Aiatolá da Mente?

Os Aiatolás da Mente
Escrito por Frei Clemente Rojão OAAO/

A Constituição diz que nada será afastado da Justiça. Ou seja, você pode recorrer de tudo.

Mas o Conselho Federal de Psicologia sabe tudo, suas decisões NÃO PODEM ser discutidas na Justiça. Ele é infalível, inerrável, onisciente e todo-poderoso. Se falou, tá falado, todos devem se curvar a ele, e não ouse nenhum "juizeco de primeira instância" (by Renan Calheiros) e nem sequer de última do STF, ousar ir contra os aiatolás da sua mente.

É viado? Não pode voltar. O CFP disse, Amén!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Entendem-se críticas de advogados à imprensa, mas o que dizer da omissa OAB?

Direitos fundamentais estão sendo rendidos na bacia das almas do populismo e do alarido, e entidade se cala. Também é gritante seu silêncio quando advogados são maltratados por juízes

Como vocês leram no post anterior, advogados se reuniram em São Paulo em defesa de suas prerrogativas, com críticas severas à imprensa. Então vamos aqui exercer o sempre necessário papel de advogado do diabo, sem o qual o direito, convenha, não existe.

Ainda que a imprensa erre com frequência, é preciso considerar que a sua missão básica é revelar fatos, não escondê-los. Ela não tem o dever funcional do sigilo — o que não quer dizer, é evidente, que não possa, sob tal manto, cometer erros e até crimes. O evento em defesa dos advogados aconteceu na OAB-SP. O presidente da seccional SP, Marcos Costa, discursou. Também compareceu um representante do Conselho Federal da Ordem: Mário Sérgio Duarte Garcia, que já o presidiu (1983-1985) e também ao conselho estadual. Fez o mais candente discurso em defesa das prerrogativas dos advogados.

Mas voltemos à crítica principal: a imprensa seria uma espécie de regente dos abusos cometidos. Lula e o PT fazem a mesma afirmação e também erram: também eles veem um MPF e uma Lava Jato a obedecer aos desígnios da tal “mídia”. Errado!

A imprensa é que é refém do MPF e, eventualmente, da PF, não o contrário. Em palestra neste sábado, na Casa do Saber, observei que cada “jornalista investigativo’” tem de ter um procurador ou um delegado federal para chamar de seu. Ou não vai entregar os “furos”. O edifício da Lava Jato se sustenta num tripé: quebra de sigilo, delação premiada e vazamento. E conta com seus instrumentos de coerção: prisões preventivas, demonização do habeas corpus e, sim, apoio quase irrestrito da imprensa a tudo o que faz a operação— não importa o quê.

E onde tem estado a OAB neste tempo?

O que pensa a entidade sobre as prisões preventivas indiscriminadas?

O que pensa da punição arbitrária e inconstitucional a parlamentares?

O que pensa do Supremo como legislador — aliás, sobre este particular, farei uma nota de rodapé?

O que pensa da indústria de vazamentos?

O que pensa de sentenças condenatórias que não guardam nenhuma relação com a denúncia?

Dou um exemplo eloquente, para deixar muita gente com os pelos eriçados de ódio burro (como todo ódio!).

O juiz Sérgio Moro tem ido além da linha que distingue a severidade do desrespeito na relação com Cristiano Zanin, advogado de Lula. Saibam os senhores: por lei, há um representante da OAB presente às audiências. Até agora, não se ouviu um pio.

Infelizmente, não só em razão de sua omissão, mas também de sua ação, a entidade tem contribuído para hipertrofiar instâncias que enfraquecem o direito de defesa. Ou não foi a OAB nacional, desatenta às muitas agressões à ordem legal e constitucional presentes nas duas denúncias contra Michel Temer, a pedir o impeachment do presidente?

Ou não foi a OAB, por meio de uma Ação Direita de Inconstitucionalidade, a pedir que o STF se comportasse como legislador no caso do financiamento de campanhas?

Desde que acompanho o trabalho da OAB nacional, e isso remonta a Raymundo Faoro (1977-1979) — pirralho metido!!!—, nunca vi a entidade tão de joelhos a poderes transitórios como de 2007 a esta data. As quatro últimas gestões, incluindo esta em curso, com Cláudio Lamachia, têm prestado bem pouca atenção a direitos fundamentais. De uma certa subordinação intelectual à metafísica petista, saltou-se para a nefasta tolerância com procedimentos que agridem fundamentos do Estado de Direito, agora sob o pretexto de combater a corrupção. É evidente que o comando da ordem tem medo de Sérgio Moro, da Força Tarefa e do MPF.

Será que o evento na OAB-SP marca um ponto de inflexão? É cedo para dizer.

A OAB que está aí parece ter receio de defender garantias constitucionais. Deve temer que as milícias das redes sociais a acusem de ser conivente com a corrupção. Só isso explica que possa assistir à aplicação de uma pena inconstitucional a um senador da República e se cale. Só isso pode explicar que assista à entrega de uma denúncia contra o presidente da República que viola a Constituição e se cale. Só isso explica que seja ela própria a pedir a punição sem atentar para as óbvias ilegalidades que resultaram na denúncia. E que os advogados, no geral, se calem.

Não custa lembrar que a OAB não é uma mera entidade sindical. Seu poder vai muito além disso. Sem a sua chancela, na forma de um exame que ela aplica segundo critérios próprios, ninguém advoga no país. Mais: tem a prerrogativa de cassar a licença profissional. Recentemente, resolveu punir José Dirceu com a tomada da carteirinha. Convenham: brigar com Dirceu já existiu certa coragem, sim, mas entre 2003 e 2005…

Os senhores advogados fazem muito bem em defender suas prerrogativas. Mas cumpre não mirar em alvos errados. É preciso que cobrem de suas próprias entidades mais subordinação à Constituição e aos valores do Estado de Direito.

*
Nota de rodapé: dois dos ministros do Supremo mais, como direi?, buliçosos na arte de legislar, o que deveria provocar o repúdio da OAB, são Luiz Fux e Roberto Barroso. Curiosamente, são também os dois ministros mais reverentes às teses e demandas da… OAB!!!

O segredo de aborrecer, como queria Voltaire, é dizer tudo. E eu digo.

***
Correção
OBS: Esse texto foi publicado às 23h47 desta segunda e está sendo alterado agora, ás 3h25 de terça. Afirmava-se, anteriormente, que o ato tinha acontecido na OAB-SP, mas sem o seu apoio. Ao contrário: a seccional da ordem promoveu o evento, e seu presidente, Marcos Costa, como fica claro no texto acima, já corrigido, discursou. Também falou Mário Sérgio Duarte Garcia, ex-presidente da OAB Nacional e SP, representando o Conselho Federal da Ordem. Fez uma candente defesa das prerrogativas dos advogados. Como afirmo acima, seria muito bom se isso marcasse uma mudança de postura da OAB, mas, por enquanto, eu me dou o direito da desconfiança. São muitos anos de sujeição para reação certamente eloquente, mas ainda modesta

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Globo abre campanha de ódio contra conservadores e religiosos com matéria difamatória no Fantástico

Escrito no site Ceticismo Político (Luciano Ayan)
Assisti a matéria do Fantástico em que eles atacam as pessoas que criticaram o ato de forçar uma criança a tocar o corpo de um homem nu.

A matéria foi extremamente preconceituosa com todos os cidadãos conservadores e, mais ainda, usou tons de estigmatização e preconceito das pessoas conservadoras e religiosas com o objetivo de causar violência contra essas pessoas.

Se você for conservador e principalmente de perfil religioso e sofrer agressão nos próximos dias, quase com certeza será por causa desta matéria do Fantástico.

O nível de desinformação praticado pela Globo foi tanto que é enoja qualquer ser humano que não é um psicopata. Clique aqui para ver a que ponto chegaram os ataques da Globo.

Um comentarista disse o seguinte:


O fato é que a Globo entendeu que perdeu essa batalha, principalmente após o surgimento da campanha #SomosTodosDonaRegina.

Foi daí que eles visualizaram a única chance na criação de matérias que gerem violência contra pessoas conservadoras e religiosas. Estão com sede de sangue. Tudo porque não arredam o pé de querer expor crianças à nudez e usar a Lei Rouanet.

Nos Estados Unidos, diversos eleitores de Trump foram agredidos porque a mídia executou uma campanha exatamente desse jeito contra a direita.

Agora é hora de reagir, pois a Globo oficializou que está em campanha de ódio contra o povo conservador do Brasil. Diante de tamanha campanha de violência (que significa que a Globo foi para o tudo ou nada), só o boicote a todos os anunciantes do Fantástico serve como parte da solução.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Hotel maldito, em construção há 30 anos, na Coreia do Norte serve como símbolo do socialismo universal

O “hotel maldito” de Pyongyang, símbolo do socialismo universal. Escrito por Luis Dufaur no blog Pesadelo Chinês

Business Insider: o hotel Ryugyong é o maior prédio abandonado do mundo

O Hotel Ryugyong domina o horizonte de Pyongyang, apesar de os apartamentos de seus 105 andares nunca terem recebido cliente algum, narrou o jornal de Buenos Aires “La Nación”.

Sua forma esotérica de pirâmide de 330 metros de altura tem o recorde de prédio abandonado mais alto do mundo e assusta a capital da Coreia do Norte.

Em 1987, o Hotel Ryugyong prometia ser o sétimo arranha-céu mais alto do mundo e o primeiro hotel de grande altura.

Ele devia atrair investidores ocidentais e oferecer cassinos, clubes noturnos e salões japoneses para festas.

Devia ter sido levantado em dois anos, mas problemas na construção e nos materiais paralisaram totalmente a obra em 1992, em meio à pior fome provocada pelo socialismo no país.

Segundo a imprensa japonesa, o ditador megalomaníaco Kim Il-sung, pai do atual Kim Jong-un, consumiu na obra inconclusa US$ 750 milhões, o equivalente a 2% do PIB do país.

O esqueleto vazio passou mais dez anos com o guindaste desativado enferrujando ostensivamente.

Enquanto milhões morriam de fome, o prédio abandonado comunicava à cidade um ar de conjunto mal-assombrado, vergonha para os ditadores.

A má qualidade dos materiais e a ausência de segurança básica levou a Câmara de Comércio da União Europeia a qualificá-lo de “pior edifício do mundo” e concluir que sua estrutura é irreparável.

Foi apelidado de “Hotel Maldito” ou “Hotel Fantasma”, e a revista americana “Esquire” o definiu de o “pior prédio na história da humanidade”.

Em 2008, uma empresa egípcia fez a parte superior destinada a restaurante giratório
Em 2008, Orascom Telecom, um grupo egípcio de telecomunicações, prometeu restaurá-lo “em associação com uma empresa local”, que só podia ser estatal.

A recuperação fazia parte de um plano para “embelezar a cidade”, incluindo bondes, teatros e reforma das fachadas dos prédios.

A empresa investiu mais de US$ 180 milhões, dispôs de 2.000 operários, e cobriu com painéis de vidro o cimento cinza.

Também coroou o mostrengo com uns anéis que receberiam um restaurante giratório a partir do qual os comensais poderiam contemplar o imenso campo de concentração em que se transformou a capital norte-coreana.

Em 2009, Simon Cockerell, da Koryo Tours, empresa japonesa baseada em Pequim e que planeja viagens à Coreia do Norte, elogiou o empreendimento como “fonte de fascínio para todos”.

Em 2012, essa empresa exibiu fotos interiores do prédio com ambientes sem cabos nem tubulações, com um vasto lobby de cimento desértico e estranhas barras metálicas em volta de cada andar que faziam supor o pior.

A firma turística prometeu sua abertura “em dois o três anos”, obedecendo à vontade expressa dos ditadores de concluí-lo para comemorar o nascimento do “presidente eterno”, Kim Il-sung.

Ouviram-se novas promessas em 2013 e 2016, quando algumas luzes foram acesas na cúpula.

Anúncios e promessas, mas o "Hotel Maldito" continua lacrado
Hoje, 30 anos depois, o “Hotel Maldito” continua com suas portas permanentemente fechadas.

Mas entre mísseis e ameaças aos EUA, o comandante supremo do socialismo norte coreano Kim Jong-un anuncia sua próxima conclusão.

Os muros de isolamento que rodeavam o prédio foram substituídos por cartazes propagandísticos onde se lê: “A poderosa nação do foguete”.

No dia seguinte o ditador comunista aplaudiu o lançamento de mais um míssil balístico intercontinental, o qual chegou mais longe que os demais já disparados pelo regime.

Duas passarelas levam até a entrada do prédio, embora ainda seja um mistério saber quando algum hóspede nele ingressará pela primeira vez.

Histórias de loucos? Proezas do socialismo?

Alguém poderá até arguir que só no inferno se encontram contradições mais clamorosas.

Mas, observando outros empreendimentos iniciados, inconclusos ou mal realizados – no Brasil e alhures – pelos socialismos locais com similitude de imprevidência, corrupção e revolta contra a sabedoria, fica-se pensando que Kim Jong-il e Lúcifer não devem estar tão sozinhos...

Vídeo: Jornalista expulso fotografou a Coreia do Norte por dentro
Se seu email não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUI

A vida na Coreia do Norte vista por uma equipe da SBT


Postado por Luis Dufaur às 05:30

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Cléricos e acadêmicos católicos enviam documento ao Papa Francisco acusando-o de estimular que católicos aprovem sete heresias

Clérigos e acadêmicos enviam “correção filial” ao Papa

Para dispor de um quadro o mais amplo possível da situação na Igreja, o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira deu a conhecer aos seus leitores uma notícia difundida no dia 24 de setembro último, pelos coordenadores de uma carta dirigida ao Papa Francisco por 62 eclesiásticos e acadêmicos católicos. Seguem-se as principais afirmações de ditos coordenadores:

“Uma carta de vinte e cinco páginas, assinada por 40 clérigos católicos e acadêmicos leigos, foi enviada ao Papa Francisco no dia 11 de agosto último. Como não se recebeu nenhuma resposta do Santo Padre, o documento é tornado público hoje, 24 de setembro de 2017, festa de Nossa Senhora das Mercês e da Virgem de Walsingham. A carta, que ainda está aberta a novos signatários, já foi subscrita por 62 clérigos e acadêmicos de 20 países — representando também outros que carecem da necessária liberdade de expressão —, e tem um título latino: ‘Correctio filialis de haeresibus propagatis’ (literalmente, ‘Uma correção filial concernente à propagação de heresias’)”.

De acordo com os divulgadores da notícia, a carta “afirma que o Papa, através de sua Exortação apostólica Amoris laetitia, bem como de outras palavras, atos e omissões a ela relacionados, sustentou sete posições heréticas referentes ao casamento, à vida moral e à recepção dos sacramentos, e fez com que essas opiniões heréticas se propagassem na Igreja Católica. Essas sete heresias são expressas pelos signatários em latim, a língua oficial da Igreja”.

“Esta carta de correção contém três partes principais. Na primeira parte, os signatários explicam por que, como crentes e praticantes católicos, eles têm o direito e o dever de emitir tal correção ao Sumo Pontífice. A lei da Igreja determina que as pessoas competentes quebrem o silêncio quando os pastores da Igreja estão desviando o rebanho. Isso não implica nenhum conflito com o dogma católico da infalibilidade papal, tendo em mente o ensinamento da Igreja segundo o qual para que as declarações do Papa possam ser consideradas infalíveis, ele deve antes cumprir critérios estritos. O Papa Francisco não cumpriu esses critérios. Ele não declarou que essas posições heréticas são ensinamentos definitivos da Igreja, nem afirmou que os católicos devem acreditar nelas com o consentimento próprio da fé. A Igreja ensina que nenhum Papa pode declarar que Deus lhe revelou alguma nova verdade para ser crida obrigatoriamente pelos católicos.”

Os coordenadores da referida iniciativa de 62 eclesiásticos e signatários também afirmam que “a segunda parte da carta é fundamental, uma vez que contém a ‘Correção’ propriamente dita. Enumera as passagens de Amoris laetitia nas quais se insinuam ou encorajam posições heréticas, e depois as palavras, atos e omissões do Papa Francisco que evidenciam, além de qualquer dúvida razoável, que ele deseja que os católicos interpretem essas passagens de uma maneira que é, de fato, herética. Em particular, o Papa, direta ou indiretamente, apoiou a crença de que a obediência à Lei de Deus pode ser impossível ou indesejável e que a Igreja deveria às vezes aceitar o adultério como um comportamento compatível com a vida de um católico praticante”.

“A última parte, chamada ‘Elucidação’, discute duas causas desta crise singular. Uma delas é o ‘Modernismo’. Teologicamente falando, o Modernismo é a crença de que Deus não entregou verdades definitivas à Igreja para que esta continue ensiná-las exatamente no mesmo sentido até o fim dos tempos. Os modernistas sustentam que Deus comunica à humanidade apenas experiências sobre as quais os seres humanos podem refletir, de tal modo que façam diferentes asserções sobre Deus, a vida e a religião; mas essas declarações são apenas provisórias, nunca dogmas inamovíveis. O Modernismo foi condenado pelo Papa São Pio X [foto] no início do século XX, mas renasceu em meados desse século. A grande e contínua confusão causada pelo Modernismo na Igreja Católica obriga os signatários a descrever o verdadeiro significado de ‘fé’, ‘heresia’, ‘revelação’ e ‘magistério’.

“Uma segunda causa da crise — sempre de acordo com os coordenadores da carta — é a aparente influência das ideias de Martinho Lutero sobre o Papa Francisco. A carta mostra como Lutero, fundador do protestantismo, tinha ideias sobre o casamento, o divórcio, o perdão e a lei divina que correspondem àquelas que o Papa promoveu mediante palavras, atos e omissões. Também destaca o elogio explícito e sem precedentes que o Papa Francisco dedicou ao heresiarca alemão”.

“Os signatários — afirmam os coordenadores da iniciativa — não ousam julgar o grau de consciência com que o Papa Francisco propagou as sete heresias que enumeram; mas insistem respeitosamente que condene essas heresias, as quais ele sustentou direta ou indiretamente”.

De acordo com o comunicado recebido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, os signatários da carta “professam sua lealdade à Santa Igreja Católica, asseguram ao Papa suas orações e solicitam a sua bênção apostólica”.


[*] A íntegra do documento encontra-se disponível em português no link:

domingo, 24 de setembro de 2017

A coreia do Norte é um cárcere. Veja relatos de quem conseguir fugir.

Vídeo: No cárcere de terror da Coreia do Norte. Escrito por Luis Dufaur

O visto de entrada à Coreia do Norte concedido a Suki Kim.

Suki Kim é uma jornalista nascida e crescida na Coreia do Sul, mas que também possui cidadania americana.

Em 2011 ela conseguiu um trabalho de professora de inglês em uma universidade de Pyongyang, destinada aos filhos homens da elite norte-coreana, “os futuros líderes do país”. 

Kim passou seis meses vivendo no campus da universidade e tomou notas para seu livro Without You, There Is No Us: My Time with the Sons of North Korea's Elite (Broadway Books, 320 pp., publicado em 2015, que em tradução livre seria: Sem você, não há nós: meu tempo com os filhos da elite norte-coreana.
O livro em que Susi Kim descreve sua odisseia no terror
Ela relatou à BBC Mundo sua estarrecedora experiência, algo que poucos estrangeiros puderam experimentar. 

Eis algumas circunstâncias pelas quais Susi teve que passar, de causar calafrios.

Ela explicou que duas eram as razões de seu interesse pela Coreia do Norte: como jornalista, queria primeiro saber sobre a enorme tragédia que ocorre nesse lugar; e, segundo, razão de ordem pessoal, sua família havia sido separada pela guerra das Coreias em 1950. 

De Pyongyang a Seul (capital de Coreia do Sul), são necessárias apenas duas horas de carro.

Mas quando a península foi dividida no Paralelo 38, em 1953, as pessoas do norte nunca voltaram a ver seus familiares. 

Suki Kim passou a lecionar na recém-inaugurada Universidade para a Ciência e Tecnologia de Pyongyang (PUST), destinada aos filhos dos dirigentes da Coreia do Norte. 

A PUST foi fundada por grupos evangélicos e seus funcionários são principalmente professores americanos voluntários, financiados por suas igrejas. 

A religião não é permitida e o proselitismo é um crime castigado com a morte. O único que se venera no país é o Grande Líder comunista. 
O controle começa no aeroporto, a guarda leva placa que diz
'O Sol do Século XXI', em homenagem a Kim Jong Il
A comunidade evangélica compactuou com a ditadura: ela bancaria a universidade e não faria apostolado.

Assim, no fundo, acabavam financiando a educação dos futuros líderes do país. 

O governo deve aprovar tudo o que ocorre na universidade.

Ele decide tudo sobre o indivíduo: seleciona os estudantes, escolhe a carreira a ser seguida por cada um, a escola onde estudar, as atividades que farão.

Havia 270 estudantes, todos eles homens, que viviam no campus. Susi ensinava inglês para duas classes, cada uma delas com cerca de 50 alunos de 19 e 20 anos. 

A universidade é vigiada por militares e ninguém tem permissão para sair. Tudo o que ela fazia e ensinava devia ser aprovado, monitorado e gravado. 

O governo define as escoltas que vivem com os professores no campus e seu trabalho é monitorá-los 24 horas por dia. 

Susi vivia o tempo todo aterrorizada, tomava notas em segredo em memórias de USB, que sempre levava consigo, e apagava tudo no computador, não deixando nenhum rastro de seu trabalho. 

No quarto dela havia microfones ocultos e todas as suas aulas eram gravadas. É um sistema de medo constante de vir a morrer ali. 

O que ela pensava dos alunos? Num sistema de constante controle e vigilância ninguém sabe realmente o que as pessoas pensam ou sentem. 

Na Faculdade todas as atividades são coletivas. Atos individuais são proibidos e suspeitos
Os estudantes nunca estavam sozinhos. Eles se vigiavam uns aos outros e também a vigiavam, dando informações sobre ela. Tinham uma reunião semanal na qual informavam sobre os outros estudantes e os professores. 

Eles são tratados como soldados: fazem exercícios, correm e saem para marchar em grupo, são constantemente doutrinados sobre a grandeza do Grande Líder e o ódio aos Estados Unidos. 

Esses jovens não têm permissão de expressar qualquer curiosidade sobre o mundo exterior. Em 2011 nunca tinham ouvido falar de internet, e Susi era proibida de falar sobre isso. 

Ela havia recebido ordens estritas de nada ensinar sobre o mundo exterior e os alunos não tinham nenhuma informação sobre o que ocorria fora de seu país. Por exemplo, não sabiam da existência do Taj Mahal nem da Torre Eiffel.

A televisão tem apenas um canal, com programas sobre o Grande Líder. Também são transmitidos programas da China ou da Rússia, todos baseados nos “ideais socialistas”. 

Há apenas um jornal, e tanto os artigos quanto os livros publicados estão vinculados ao Grande Líder. 

Passeios de fim de semana são controlados
e devem visitar locais montados para cultuar o 'líder supremo'.
Toda a rotina e os entretenimentos funcionam para honrar o regime e a filosofia igualitária do sistema.

Se esses são os jovens das elites mais bem tratados, o que deverá acontecer com o resto da população? Só se sabe que vive sob o mesmo controle. 

Aos domingos Susi tinha licença para sair com um grupo escoltado, para colocar flores em monumentos do Grande Líder.

Às vezes o grupo saía de Pyongyang para visitar as Grandes Montanhas ou alguma fazenda.

Não se veem muitas coisas. As estradas estão vazias, não há carros nas ruas. 

As pessoas fora da capital são marcadamente menores e parecem mal-nutridas. Susi nunca foi autorizada a falar com alguém nas ruas. 

Os lugares para onde foi levada pareciam cenários de filme e nunca havia pessoas. Só dava para ver os outros membros do grupo e, por toda parte, todos os lugares estavam cobertos com milhares de slogans do Grande Líder.

Nunca tinha imaginado um controle tão grande. A realidade é pior do que se pode imaginar, conclui Susi. 

Luis Dufaur: Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

domingo, 17 de setembro de 2017

LIBERAIS, IDIOTAS ÚTEIS DA ESQUERDA


O verdadeiro liberal é feito de idiota útil e papado pela esquerda assim como a verdadeira mosca é enganada pela teia e é papada pela aranha.
Ai a esquerda diz aos liberais: "vejam, vejam, vejam, os conservadores e reacionários estão com uma onda de censura e trevas no Brasil! Você se mistura com eles???"
Ai o liberotário, que leu Mises com os olhos mas não entendeu no coração (se é que leu) diz "Magina, eu naum! Pode comer crianssas a vontade! Viva a liberdade! Tem de ser livre çim!" 
Anos depois, a esquerda está estuprando a filha do liberal e o fazendo confessar crimes ao pisar no seu saco com um coturno em preparação a um julgamento de Moscou da vida.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Os princípios da religião ambientalista são os seguintes: 1) suicídio; 2) aborto; 3) canibalismo e, por fim, 4) a sodomia, entendida como qualquer ato sexual não reprodutivo.

Escrito por Luis Dufaur, domingo, 27 de agosto de 2017, no Blog Verde: a cor nova do comunismo
Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer. Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Andando pelas ruas, é frequente bater os olhos em novas igrejas das mais inesperadas denominações, em sua maioria de inspiração evangélica ou de cultos e práticas orientais, 

Mas nos arraiais ambientalistas radicais surge de vez em quando alguma seita ainda mais inesperada. É o caso daIgreja da Eutanásia, fundada no ano de 1992 em Boston, EUA, por Chris Korda.

Antinatalista, transgênero e vegana, Chris, nascida em 1962, é sobrinha-neta do magnata húngaro Sir Alexander Korda, muito conhecido na indústria cinematográfica britânica, e filha única do renomado escritor e romancista Michael Korda, antigo editor-chefe da rede de livrarias Simon & Schuster.

O dogma fundamental de sua igreja é único, muito simples e de acordo com as crenças verdes radicais: “Salva o planeta, suicida-te”!

Essa igreja verde se autodefine como “associação sem fins lucrativos cujos esforços se encaminham para restabelecer o equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies da Terra”, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri. 

Dito equilíbrio planetário só seria possível com uma redução voluntária e massiva da população humana.

Parece uma singularidade de alguns exaltados, mas temos recolhido neste blog abundantes testemunhos de arautos do antinatalismo verde que ocupam altas posições no establishment político-midiático, possuem fortunas enormes e são recebidos com sorrisos nos ambientes vaticanos impregnados pela encíclica Laudato Si’. 

A nova religião – não é tão nova assim – tem quatro pilares. O Islã tem cinco, mas nenhum é tão extremista quanto os desta:

Ei-los: 1) suicídio; 2) aborto; 3) canibalismo e, por fim, 4) a sodomia, entendida como qualquer ato sexual não reprodutivo. 

Essas normas estão resumidas num só mandamento, exibido no alto de sua página web: “Não procriarás”. Não incluímos o link em virtude do conteúdo altamente pornográfico de algumas de suas páginas.

A homepage do site da “Church of Euthanasia” inclui um demagógico contador do crescimento da humanidade: seus dígitos progridem a quase quatro novas unidades por segundo. 
Adeptos fazem passeata. Nenhum deles quer se suicidar, mas se acham bem sucedidos convencendo que os homens estão 'matando o planeta'
A demagogia é fácil e, comenta “El Mundo”, poderiam ser acrescentados contadores das espécies que desaparecem, das árvores que caem, do desmatamento no Brasil, do aquecimento global, do aumento do nível dos mares, etc., etc.

O culpado por todos esses males apavorantes é um só: o ser humano e seu desejo de ter filhos!

“Estamos presenciando a extinção massiva das espécies. A cada hora desaparece uma. Se formos falar das florestas tropicais úmidas, o ritmo de desaparecimento se multiplica por quatro”, sentencia a “pastora verde” Korda.

Nessa base, a Igreja da Eutanásia prega uma cruzada de cruz invertida em nível global contra todas as formas de crescimento além do humano: o econômico e o tecnológico, por exemplo.

Não só os humanos precisam ser dizimados em proporções que nem Hitler, Stalin ou Mao sonharam, mas os que ficarem devem adotar um nível de vida análogo ao pré-histórico.

A verborragia anti-humana tem muito eco no jet-set planetário, especialmente quando se volta contra a fonte desses “males”: o Deus da Bíblia e os ensinamentos cristãos. 

Esses põem o homem no centro da Criação e o definem como feito à imagem e semelhança de Deus, medida, por isso mesmo, de todas as coisas e que governa todo o criado. 

A “pastora verde”, ou vermelha, pelo sangue derramado, reconhece que de imediato sua guerra está perdida. Com tais absurdos não poderia ser diferente.

Mas ela tem um segundo objetivo por baixo de suas espalhafatosas e inverossímeis pregações. Korda explica:

“Não podemos impedir que os humanos matem a Terra, mas podemos fazer que se sintam culpados por isso. E podemos convidá-los a se inculparem não tendo filhos, consumindo o mínimo possível e, finalmente, se suicidando”. 
Desanimar ter filhos é o objetivo imediato. Cientistas "verdes" e clérigos progressistas vêm atrás mas com ares moderados. 
A meta é idêntica, mas a Igreja da Eutanásia está mais na frente.
Leis que aprovam a eutanásia até quando solicitada por crianças já vigoram em países como a Holanda, onde é uma causa de morte em contínua ascensão.

Os membros dessa congregação se sentem bem interpretados quando são qualificados de a primeira religião “anti-humana”, como já o fizeram pertinentemente vários polemistas cristãos ou simplesmente humanistas.

A reverenda Korda esclarece que sua congregação não exige de seus membros o suicídio, mas sim que acalentem pensamentos suicidas. 

E se o membro vier a praticar esse crime e pecado “que brada ao Céu e clama a Deus por vingança”, converte-se automaticamente em santo.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gémeas, essa igreja espalhou um vídeo combinando imagens pornográficas com outras em que mostrava impactos assassinos de massa com fundo de música eletrônica composta pela pastora.

Até 2003, o site distribuía um manual de instruções especificando passo a passo como se suicidar asfixiando-se com o gás hélio. Ele foi tirado do ar após um homem de 52 anos fazer uso da fórmula e o grupo verde religioso sofrer uma tempestade legal.

A pergunta mais óbvia faz rir a reverenda: por que ela não se suicidou?

Ela acredita que tem uma missão evangelizadora que é mais importante: difundir a palavra de sua religião e conscientizar os homens.

Alguns os qualificam de seita suicida, outros de meros provocadores que querem chamar a atenção.

Mas, o certo, diz “El Mundo”, é que eles funcionam como um “ministério da propaganda” de um movimento que vai muito além de suas estreitas paredes e está bem instalado nas cúpulas da “cultura da morte”.

A “solução final” está passando gradual e dissimuladamente em leis nacionais, recomendações da ONU ou do Parlamento Europeu, bem como em declarações internacionais tipo Acordo de Paris sobre o clima.

A máxima autoridade da Igreja da Eutanásia resume sua tarefa: 

“Minha meta é passar ideias profundamente subversivas e antissociais. Isso só se faz usando os recursos da sociedade de massas. 

“Em certa maneira, minha tarefa é convencer-te de que a causa é boa. E convencer-te até o ponto de fazer meu jogo e passar estas ideias para uma porcentagem crescente de público. 

“Se eu conseguir te persuadir, terei êxito. Mas, pelo contrário, se achares que isto é uma charada ou uma brincadeira, eu terei fracassado na minha causa”.
Quantos que seguem as ideias da moda, com formulações vagas ou sentimentais, estão caindo no jogo, quiçá sem sabê-lo, dos apóstolos do suicídio de massa? 

Postado por Luis Dufaur às 05:30
Luis Dufaur: Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs